Paulo Núncio acha que o novo imposto sobre empresas com lucros “aleatórios e inesperados” corresponderá ao primeiro grande erro da nova governação socialista. Arre, Núncio, já ouviste falar da função de distribuição?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Paulo Núncio acha que o novo imposto sobre empresas com lucros “aleatórios e inesperados” corresponderá ao primeiro grande erro da nova governação socialista. Arre, Núncio, já ouviste falar da função de distribuição?
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
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Se o novo imposto tiver o mesmo impacto àquele que Passos Coelho propagandeou no tempo da Troica, sobre o património imobiliário dos ricos, então estamos perante mais uma farsa.
Nesse imposto, alardeado pela PàF, o Estado arrecadava cerca de 40 milhões de euros ano. Com o imposto que lhe sucedeu, já na Geringonça, conhecido por Imposto Mortágua, o Estado passou a arrecadar só no primeiro ano, 450 milhões de euros.
As políticas fiscais de redistribuição de rendimentos se não forem consequentes acabam sempre por ser um embuste.
Eu preferia antes que o Estado regulasse os preços máximos da energia: combustíveis, gaz e electricidade. Seria muito mais justo. Eu não tenho nada a obstar pelo facto de uma empresa que fabrica automóveis ou computadores obtenha lucros astronómicos. Só compra esse carro ou esse modelo informático quem quer.
Já no que concerne a empresas rentistas que vivem da absoluta dependência do consumidor dos produtos que comercializam, ninguém vive sem água, luz e gaz, acho que aí o poder político tem de intervir, até porque manifestamente não há concorrência.
Como também preferiria que o Estado agisse de forma eficaz na fiscalização dos preços praticados nas grandes superfícies e estabelecesse uma vigilância apertada na a sua relação com os produtores agrícolas e pecuários.
É por isso que em Portugal, ao contrário, por exemplo, da Alemanha, Coreia do Sul, Holanda, Suécia, Itália, Japão entre outros países que me escuso mencionar, nunca se viu um empresário Tuga a investir numa fábrica de automóveis, computadores, aeronáutica, electrónica de precisão, enfim, produtos de elevadíssimo valor acrescentado, que pudessem dar um impulso a nossa balança comercial.
Empresário Tuga é muito parecido com oligarca Russo. A diferença está na dimensão do país e nas capacidades extrativas das fontes de energia.
Viva, Rui, tratando-se de lucros “aleatórios e inesperados” está-se mesmo a ver que falamos aqui de EDP e afins e não de uma qualquer empresazinha que tenha conseguido facturar mais uns patacos…
É a cultura da república das bananas em todo o seu esplendor, acumulação para cima a ver se mijam qualquer coisa.