
Ron De Santis quer ser presidente. O seu discurso de vitória disse-o e a claque presente gritou “two more years”, pese embora o cargo de governador seja para quatro.
Trump terá, finalmente, um adversário de peso: um Trump letrado. Tem o crachá da NRA, debita a narrativa securitária, aprecia a xenofobia e a homofobia, tem populismo para dar e vender e adora meter Deus ao barulho. Seja o grunho ou o educado, os eleitores de extrema-direita ficarão igualmente bem servidos com qualquer um dos Trumps.






Não ser grunho é forte avanço!
Por falar de grunhos. Tens estado a assistir ao desenrolar das eleições nos States?
Pois, tá a ver?
Vosselência deveria aprender a lição!
Vá lá! É difícil mas, com muito muito esforço, pode chagar lá!
Obviamente, não é “chagar”, é “chegar”. Houve aqui um lapso. Ou talvez não.
O Trump é único.
O Bush podia ser ignorante, mas respeitava aqueles valores americanos que eles tanto prezam. O Trump gozou mais que uma vez com veteranos e militares, algo que nos States costuma ser morte política, e safou-se.
O Waldo laranja tem muito para dar.
Este é mais competente e tem ideologia que não é o ego. Mas são os dois bons líderes para o mundo livre, por alguma razão aceitamos ficar mais dependentes deles.
Já vi este filme!