Que grandes ovários!

Entretanto, no Qatar, a jornalista e antiga futebolista Alex Scott explica ao mundo porque razão as mulheres são o sexo fraco, com a mesma braçadeira arco-íris que os jogadores europeus tiveram medo de usar enfiada no braço. Isto de as mulheres fazerem mais barulho que os homens na luta pelos direitos humanos no Médio Oriente está a tornar-se um caso sério. Acho que devíamos pensar seriamente na possibilidade de substituir a expressão que evidencia coragem “que grandes tomates” por “que grandes ovários”.

Comments

  1. JgMenos says:

    A exaltação de homossexuais e tarados, transformada em alto valor cultural do Ocidente!
    Uma cena que nem requer tomates nem ovários, basta ser parvo!

    • POIS! says:

      Ah! sim? Pois!

      Então Vosselência tem todos os requisitos!

      Pode entrar com uma rodilha na cabeça a gritar o léxico salazaresco: treteiros! calões! etc. (se não conseguir comprar a rodilha na Amazon, pode pôr na cachola o pano da louça com desenhos de rabanetes que tem lá na cozinha).

    • Paulo Marques says:

      Aguenta, que não vão a lado nenhum. Mas só te incomodam se quiseres que vivam na tua cabeça de graça.

  2. José Ferreira says:

    WTF… vocês promovem a paneleiragem como de uma virtude se trata-se… é para parecer bem?

    • João Mendes says:

      Não, facho. É para foder a cabeça a homofóbicos como tu.

      • luis barreiro says:

        Em Portugal os homofóbicos que conheço são os fachos do pzp, que espancam larilas na festa do avante.

        • POIS! says:

          Pois, mas…

          Conhece como? Trabalha aí algum no matadouro?

          Ou foi Vosselência o espancado?

    • POIS! says:

      Ora pois!

      Como de uma virtude se trata-se.

      Trata-se? Trata-se, trata-se! Ai não que não trata-se!

    • Paulo Marques says:

      Promove-se que tenham em orgulho em não são sobreviver, mas viver apesar tantos fazerem pelo contrário. E por fazerem mais do que a polícia para parar assassinos, o que, convenha-se, não é difícil.

  3. Luís Lavoura says:

    A reporter não é jogadora e tem todo o direito de usar as braçadeiras, crachás, bonés, etc que quiser. Ninguém a pode punir por isso.
    Já os desportistas, esses, são proibidos pelas regras gerais do desporto de o usarem para fazer propaganda política.

  4. JgMenos says:

    Estamos nesta marinconçisse!
    Uma criatura tem o azar de nascer com apetites inadequados aos instrumentos que melhor os podem servir.
    Brademos hossanas à desgraceira!
    Levantemos orgulhosas bandeiras!

    A Natureza fornece os aditivos mais propícios ao desempenho diferenciado exigível a macho e fêmea.
    Qual nada, é tudo igual, cancele-se a diferença!

    I D I O T A S ! ! ! ! …festivos.

    • Paulo Marques says:

      E qual é o desempenho diferenciado exigível e quais os aditivos propícios?

    • POIS! says:

      Pois temos de reconhecer…

      Que Vosselência parece ter-se tornado um “expert” nestes assuntos.

      Um saber assim…não veio do nada…Huuuuummmmm!

      • JgMenos says:

        A autenticidade dos treteiros inclusivos.

        • POIS! says:

          Pois não tenha receio!

          A malta é muito tolerante. Mesmo os próceres do Quarto Pastorinho têm o seu lugar na Comunidade.

          Vosselência será certamente muito bem recebido. É uma questão de dar esse passo. Tente a “dark room”. Segundo dizem, por lá mesmo os os pastoreiros são pardos…

  5. estevesayres says:

    Grande coragem e determinação.
    Muita Força!

  6. Anonimo says:

    Os jogadores foram ameaçados pela FIFA… e mal ou bem respondem perante a equipa. Podia o capitão usar a dita braçadeira e ser expulso? Podia… e os aplausos duravam 5 minutos. Porque no fundo a malta gosta dos valores mas prefere ver a sua equipa vencer.

    A senhora, também ela uma LG…., não responde perante o árbitro.

  7. Anonimo says:

    Já agora, ela é tão jornalista quanto o Lineker ou o Neville.

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