
Fizeram história ao apurar-se para o Mundial, sucumbiram ao peso da inexperiência, mas bateram-se como as melhores entre as melhores e mais não se lhes podia exigir. O empate frente aos EUA, uma das selecções mais poderosas em competição, poderia muito bem ter terminado numa surpreendente vitória, não fosse o poste meter-se no caminho. Não obstante, foram enormes. E deixam em aberto um futuro promissor para a modalidade.
Respeito máximo, Navegadoras. Muito obrigado!















É tempo de reconhecer que o jogo com a Costa de Marfim tinha uma dificuldade acrescida: do outro lado estava um treinador que conhece bem Portugal e soube contratar o melhor que havia para tramar Carlos Queiroz.
Esta equipa não me entusiasmou nada! O Brasil não é, nem de perto nem de longe, o grande Brasil. Tem uma defesa onde joga um grande jogador – Maicon – os outros são jogadores de craveira média, dois médios muito lentos e um ataque com Robinho e pouco mais!





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