
Eva Kaili, vice-presidente do Parlamento Europeu e membro do PASOK, foi detida em Bruxelas, por ser suspeita de integrar um esquema de corrupção, organização criminosa e branqueamento de capitais patrocinado pelo Qatar, com o intuito de favorecer o execrável regime em tomadas de decisão comunitárias.
Não sei se se relacionará com isto, até porque a Comissão Europeia é liderada pelos conservadores do PPE, e este caso, segundo a comunicação social, envolve sobretudo membros dos S&D, mas as importações de gás liquefeito qatari aumentaram substancialmente no último ano, dada a necessidade de substituir Putin por um ditador com aspecto mais lavado. E aquelas dishdashas brancas a imaculadas sempre são mais frescas que o cinzento escuro do K(remlin)GB.
Aliás, isto traz-me imediatamente à memória aquele episódio da reunião entre Sarkozy, Platini e al Thani, que resultou na venda ao Qatar de 14 mil milhões de euros em armamento francês e no presente campeonato do mundo de futebol. Mas, em princípio, também não estará relacionado. Seria estranho.
Não relacionado estará também o elevado investimento da francesa Total na estatal Qatar Energy, na ordem dos milhares de milhões. Tal como a aproximação diplomática da EU ou o acordo de cooperação entre Berlim e Doha, também no âmbito energético. Entre comprar ao Adolfo de São Petersburgo ou ao tipo que converteu os tradicionais campos de trabalhos forçados em estaleiros para estádios magníficos, escolha-se o mal menor.
Resta saber que favores comprou o Qatar à vice-presidente do PE, neste caso sem precedentes. Até porque nunca, em momento algum, se fez lobby em Bruxelas em nome dos interesses de regimes totalitários. Era o que mais faltava.






Ainda acabam a descobrir os corruptos que apanjam um país de pedintes à beira-mar plantado, governado por incompetentes e corruptos.
Ora pois!
Os Estados Unidos da América! Já não era sem tempo!
Não era conhecida o lado anti-imperialista de Vosselência! Sabia-se que existia, mas ainda ninguém o tinha visto!
É inaceitável, só é permissível ter esquemas de portas douradas com regras que ninguém se “lembra” de escrever para aumentar o saque e a dependência de criminosos de guerra do bem.
O importante é trabalhar na censura, que ainda há gente a falar de mais uma criança de 12 anos brutalmente assassinada pelo regime do costume.
Mais uma prova de que o Qatar não faz discriminação de género. Assim é que é.
Era de prever pois a Comissão Europeia não passa de meia dúzia de pessoas não eleitas que decidem o futuro dos Europeus tirando partido do estatuto que têm.
Agora falta a Dª Ursula ser também ela apanhada na rede pois esta não quer apresentar no Parlamento Europeu o contrato da compra das vacinas.
O que terá esta a esconder do povo e do Parlamento incluindo a Provedora de Justiça Europeia negando mostrar o dito contrato mesmo á Provedora?
Algo têm a esconder como grande parte dos politicos que por aí andam.
Falta de vergonha desta gente que não passam de corruptos em seu beneficio.
Já te passou pela cabeça que haja no contrato um dever de não divulgação coberto por forte penalidade a favor do vendedor?
Já se viu algum Governo, ou o Conselho em que todos têm assento, a reclamar a divulgação do contrato?
Só a esses a comissão responde obrigatoriamente sobre todo o assunto.
Pois está claro!
“um dever de não divulgação coberto por forte penalidade a favor do vendedor?”. Pois claro!
Num regime capitalista, o capital deve ter, pelo Menos, os seus privilégios bem salvaguardados!
Quem não parte, nem reparte, nem fica com toda a parte…
O lema é: “Queres vacinas? Toma lá e cala-te!”
Ufa, é melhor não chatear os unicórnios, que tivemos a sorte de só pagar meia dúzia de balúrdios pelo privilégio. Só se se sentassem do lado esquerdo…
Cada vez mais anti-europeístas, e cada vez menos anti-capitalistas – quando até os fachos parecem relógios parados…
Quando tudo se torna sigiloso o que se chama a isto?
Totalitarismo/Ditadura que é o que se passa em toda a Europa principalmente.
Tratem os bois pelos nomes enquanto podem pois isto vai acabar a forma como ainda se pode falar.
Liberalismo democrático – se há votos, tá tudo porreiro, pá.