O governo israelita financia madrassas judaicas, tem um ministério da religião e vários partidários de uma espécie de sharia dos Macabeus a caminho do executivo mais extremista e corrupto de que há memória em Israel, que quer acelerar a construção de colonatos ilegais, alargar a ocupação da Cisjordânia e asfixiar ainda mais a Faixa de Gaza. Se Putin e Bin Salman tivessem um filho, seria o líder perfeito para este governo.






Olha que não, olha que não. O Zé da Ucrânia já veio desejar-lhe força para a luta, que também é a sua.
Surpreende-se quem quer.
Claro que é.
Não é por agora estarem em guerra que Zelenskyy e Putin deixam de ter pontos em comum.
O Zelenskyy é sionista. A Rússia é-o há muito, basta ver o que disse Putin há pouco tempo sobre a nova eleição do Né de Israel.
A questão é que se é tudo pulhas, não há direitos humanos a defender com cartas brancas. Nem, como admitiu Merkel e confirmou Hollande, com acordos que não valem o papel.