
No Twitter, André Ventura garante que a sua caravana foi recebida com tiros, em Famalicão.
A falange replica.
O objectivo desta farsa é óbvio: culpar os ciganos, acicatar ânimos e capitalizar com a revolta por si fabricada. Demagogia, populismo e canalhice no seu estado mais puro.
Azar do Ventura, a PSP desmontou o seu embuste e repôs a verdade. Afinal, não foram tiros. Foram rateres de uma mota que integrava a comitiva do próprio CH.
Mas a mentira está na net e por lá ficará para sempre.
O próprio Ventura não a apagou do seu Twitter.
Sim, nenhuma força política é imune à mentira ou a comportamentos menos dignos.
Mas não, não são todos iguais.
Ninguém desce tão baixo como Ventura.
E será pesada, a factura do tapete vermelho que o sistema que Ventura diz combater lhe está a estender. Mas a história não terminará aí.






Com 100% de derrotas nos debates e este arraso, parece claro que o Chega está destinado a não eleger qualquer deputado
Mas um deputado anónimo deve ter
Mistério! Até já chamam a este incidente o “Caso Ratergate”!
Segundo informações de toda a confiança obtidas pelos serviços secretos do Quarto Pastorinho, a versão da PSP é falsa. No mercado de Famalicão passam-se coisas estranhas.
Testemunhas pastorícias garantem que há PSPs que vendem na feira para complementar os seus baixos salários e que, nesse dia, o mercado estava a ser patrulhado por ciganos.
O Ministério Público já está na posse de todos os dados e, se não reconhecer que foram tiros, o Quarto Pastorinho exigirá medidas, a começar pela substituição do magistrado por um daqueles senhores de óculos escuros que fazem parte da Polícia de Chegarança Pública.
A ratazana com mixomatose, acordou.
Não sei se é bom para o Mr EMI.
E que os pensionistas que o bandido roubou, vão recordar que se o ladrão agora é outro, a quadrilha é a mesma
Estavas também a fiscalizar o parque das Azenhas
Mas será que…pois! É mesmo!
É o burreiro camuflado! Só pode ser!
Largou por cinco minutos a tábua de lamparket que o mantém ocupado há uns largos meses para vir aqui largar bosta, perdão, posta!
Que tal esse ajuste directo, Silva?