
Em 2023, tal possibilidade seria considerada socialismo de inspiração soviética com ascendente em Venezuela.
Isto e o aumento dos impostos sobre os combustíveis, anunciado esta semana pelo primeiro-ministro, que praticamente anula a maior descida em quase três anos.
Em princípio estamos de volta ao PREC, mas façam de conta que não vos disse nada. Para vosso bem.






Os graves problemas que afectam o trânsito não só na Via de Cintura Interna (VCI) como em toda a Cidade do Porto devem-se às más políticas intencionais praticadas pelo Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto», que espalham o caos nas vias de trânsito e constantes engarrafamentos.
Os Portuenses sabem a verdade sobre aquilo que se passa e passava na Cidade Invicta mas a maioria dos Portugueses não sabe, por isso é importante esclarecer que os problemas com o trânsito automóvel e a sua deficiente organização, circulação e fluidez, já eram um problema nos Anos 90 provocado pelas más políticas igualmente intencionais dos Executivos liberais/maçónicos do Partido Socialista liderados pelo dr. Fernando Gomes e dr. Nuno Cardoso, mas também pelas obras de destruição da «Porto 2001 – Capital Europeia da “Cultura”» que deformaram e atrofiaram diversas ruas e vias de trânsito na Cidade.
Foi o Presidente Rui Rio que resolveu essa questão e meteu ordem no trânsito automóvel e respectivo escoamento e circulação do mesmo, com uma eficaz actuação tanto da Polícia de Segurança Pública como da Polícia Municipal do Porto, que é para isso – entre outras funções – que estas entidades servem.
De 2014 até à presente data o Executivo liberal/maçónico «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» atrofiou e deformou várias ruas e vias de trânsito na Cidade do Porto, alterou e suprimiu sentidos de trânsito sem qualquer fundamento, com base em nada ou decisões tomadas sem razão nem senso-comum, efectuou intervenções/obras desastrosas provenientes de projectos mal concebidos e por conseguinte criminosos/ilegais – não se pode aprovar projectos mal feitos e prejudiciais pagos com o dinheiro dos Portuenses – que deformaram e atrofiaram como já referi diversas zonas sendo exemplo disso a Avenida de Fernão Magalhães, Avenida da Boavista, Avenida do Marechal Gomes da Costa, ou Rua de Fernandes Tomás.
De seguida temos a estupidez por parte deste Executivo e que é igualmente outro crime/ilegalidade, a imposição contra a vontade dos Portuenses do suprimento de passeios e vias de trânsito em certas ruas da Cidade do Porto chamado de “pedonalização”, como acontece na Rua de Alexandre Braga, Rua das Carmelitas, e na Rua de São João, que para além de prejudicar a circulação do trânsito, tornou essas artérias num autêntico deserto, destruiu o que restava do comércio existente, e deixa essas mesmas ruas completamente estagnadas, deformadas, atrofiadas, e sub-desenvolvidas.
Uma cidade e os seus naturais não podem estar sujeitos aos caprichos de gente cobarde, medíocre, invejosa, e mal-intencionada, que neste caso concreto odeiam o Porto e os Portuenses.
Uma cidade tem que ser construída rumo ao desenvolvimento, preservando e fortalecendo a sua Identidade e Essência, com base na razão e no senso-comum, sendo que neste caso concreto do trânsito/circulação não só automóvel como também de peões tem de estar assegurado que os passeios e vias de trânsito se diferenciam e têm as dimensões adequadas para cada rua ou artéria urbana, com a garantia sempre que possível de lugares de estacionamento à superfície e para cargas e descargas, fiscalização por parte das Polícias, e um sistema de semáforos e sinalização normal e devidamente pensado, garantindo assim o equilíbrio necessário, mas infelizmente não é isso que acontece neste últimos 11 anos.
O Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» representa os interesses do Partido Socialista e do Centralismo na Cidade do Porto, e conta com o apoio dos restantes partidos na Assembleia Municipal representado politicamente o tráfico/consumo de droga e o crime.
What ???
Esqueceu-se do “golpe de Estado de 25/04/1974 patrocinado pela OTAN”.
Tome os medicamentos antes de escrever!
o chulismo, isso sim.
Se há excesso de carros, metem-se umas portagens. A conversa foi a mesma na CREL. A bem do ambiente.
Até porque a portagem é um importante dissuasor, não as opções de transporte disponíveis.
Sabe porque é que as portagens säo o maior dissuasor do trânsito?
É um fenómeno mundial: antes da compra de um automóvel, a pessoa compra o passe, e já que gastou muitos (centos de) euros nisso, tenta andar de TP o mais que pode.
[Para uma pessoa isolada, compensa financeiramente: o meu pai andou de comboio durante décadas, que o passe sempre era mais barato que a gasolina; quando eu fui estudar para a mesma metrópole, passámos a levar o carro, porque era mais barato assim, e revesávamo-nos na conduçäo.]
Mas a partir do momento em que uma pessoa decide enterrar (dezenas de) milhares de euros num lata com rodas, näo há volta atrás, nunca mais pensa em andar de TP porque o custo pessoal foi enorme, e agora tem algo que antes näo tinha: poder ir e vir quando e onde quiser, pois a principal vantagem do carro próprio é a comodidade.
Por isso só reconsidera se houver algo que impeça essa comodidade e/ou traga mais custos: portagens e estacionamento pago.
E de nada servem se não há transporte para o mesmo sítio, ou está atulhado, ou está preso no mesmo trânsito. O problema é que faltam décadas de planeamento e milhares de milhões de investimento que não são resolvidos pelo que acaba por ser só mais um imposto para tratar da vida. Ou uma Unir em que nem se sabe horários nem paragens, coisas sem importância para quem é despedido se não estiver a horas.
Eu nem tenho necessidade nem grande interesse de ir à cidade, há quase o mesma na periferia, até os turistas, mas percebo.
As cidades como o Porto não têm capacidade para absorver o aumento do parque automóvel. Esta é a primeira premissa.