Director Nacional da Polícia Judiciária dá murro na mesa

Quatro minutos. Quatro. Foram o suficiente para o director nacional da Polícia Judiciária conseguisse desmontar as narrativas racistas e xenófobas da extrema-direita, às quais se atrelaram governantes alaranjados. Agora, esperamos a resposta do totó e macaquinho de imitação que é o Primeiro-ministro que temos.

Comments

  1. JgMenos says:

    E então a percentagem de crimes por estrangeiros em 2023 é…?
    SHSSHSHSHSHSH!

    • POIS! says:

      Pois, muita atenção malta!

      O mestre da ESHSHSHSHSHSHSHtatística já está a processar informação, com o auxílio da poderosa aplicação que o próprio desenvolveu a ES (Esperteza Salazarescal).

      O país vi tremer! E não é de frio!

  2. balio says:

    Excelente, mas não deu murro na mesa nenhum.
    Ainda há poucos dias eu estava nas urgências de São José às 10 da noite e tinha fome, a minha mulher desceu ao Martim Moniz para me comprar um kebab. Foi e veio em toda a segurança e sem receio nenhum.

    • Anonimo says:

      E se tivesse sido assaltada isso provava que a criminalidade na zona é elevada com 100% prevalência?

      • balio says:

        Não.
        Mas prova que, contrariamente àquilo que ouvi uma popular dizer ainda há poucos dias na televisão, é perfeitamente possível uma mulher ir ao Martim Moniz à noite sem medo.

        • Asnonimo says:

          Mais que possível, altamente provável e estatisticamente comprovado.
          Receio de sair à rua é coisa de liberacho com medo de qualquer ser com melanina superior ao copo de leite (excepção à pele cor de laranja)

  3. balio says:

    Excelente, mas não deu murro na mesa nenhum.
    Ainda há poucos dias eu estava nas urgências de São José às 10 da noite e tinha fome, a minha mulher desceu ao Martim Moniz para me comprar um kebab. Foi e veio em toda a segurança e sem receio nenhum.

  4. JgMenos says:

    E aqueles horários de trabalho intermináveis de lojas de quinquilharia,
    bangla que explora bangla… não incomoda o Malo.

    • POIS! says:

      Ora pois!

      Os “bangla” copiaram os grandes exemplos da nossa história para motivar os trabalhadores a uma dedicação total.

      O seu modelo mais antigo foi o do cavador e da criada salazaresca, e o mais recente o da era Passistacoelheira liberalesco-troikeira.

      • JgMenos says:

        excedes de forma notável a habitual cretinice, mereces que te assinale o progresso.

        • POIS! says:

          Pois então….

          Vosselência afinou? Então foi “na mouche”!

          Sempre a defender que a malta tem de trabalhar, e de trabalhar, e de trabalhar o que for preciso para ser um bom “colaborador” dos “arrojados empreendedores”, tanto elogio à “dedicação” para além do horário, ao “vestir da camisola” empresarial e agora…se for por parte dos “banglas” é tudo “exploração”…

          E olhe, devo avisá-lo que, embora todos os reconheçam como um retinto cretino salazaresco, isso não lhe dá competência, até por maioria de razão, para medir a suposta cretinice dos outros.

          Ou hoje é dia de se armar em regedor salazaresco para resolver passar atestados de “bom comportamento moral e civil”? Olhe que isso já não existe…pelo Menos, é capaz de não ter reparado…é isso e o papel selado azul de 25 linhas com margens a vermelho…Vermelho? Ai que horror!

    • E qual é a diferença para as lojas de pastéis de nata e camisolas do Ronaldo?

  5. João says:

    Murro na mesa em 4 minutos? Tiro nos pés em poucos segundos para reforçar todo o discurso extremado! Consulte-se o documento citado pelo director no seu esforço de mostrar serviço. A população prisional de estrangeiros não é de 120, mas de mais de 2000. Os estrangeiros residentes são 11% e a percentagem de crimes cometidos por estrangeiros são 29%!
    É evidente que há, como sempre houve, uma correlação entre crime e.necessidade, crime e desenraizamento. Negar isto, e ainda por cima.desta.forma, em vez de procurar soluções concretas (de seguranca, sim, mas também indo à raiz, ao auxílio a essas pessoas), é dar gás ao discurso.extremado.

    • POIS! says:

      Pois têm a mania de fazer comparações, mas os portugueses são muito diferentes! Quando vão lá para fora é para trabalhar!

      Vejam o Luxemburgo! Os portugueses são 14%, mais coisa menos coisa, da população e nas cadeias são só uns… (Ups!) 23%…

      Sim, mas, entre esses portugueses há alguns que não são verdadeiros portugueses, não têm aquela alma portuguesa de que costuma falar a Ritinha Matias. Há gajos que não gostam de bacalhau e não sabem quem foi o Eusébio e quando lhes pedem o Hino cantam o “Malhão Malhão”!

    • Asnonimo says:

      Mais um liberacho aqui.
      Leu a história do Diogo Alves eca partir daí todo o imigra é criminoso
      Ou o medo é uns imigras indianos tirarem o lugar ao Salgado nos crimes de colarinho branco? É que esses asiáticos são máquinas na matemática, enganam o portuga num tirinho.

    • Ainda por cima não são crimes civilizados, como conduzir alcoolizado ou corrupção, só coisa de pobre.

  6. Uma nulidade arrogante (veja-se o circo que montou com o miúdo do técnico que, num país civilizado, tinha importado a sua demissão), que passou os últimos anos a fazer fretes ao PS – de tal modo que a Operação Influencer foi feita nas suas costas – e que acabou reconduzida no cargo pelo PSD. Mais uma, a juntar ao Nicolau “O FMI já não vem” Santos. A “ignóbil porcaria” em todo o seu esplendor – e depois queixam-se do Ventura e do Almirante.

    • Tuga says:

      O Ventura está para a política como o Pasquim “Correio da Manhã” está para o jornalismo.
      Tem uma determinada faixa de clientela.

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