Fernando Relvas morreu no passado dia 21 de Novembro. Esperava, há mais de dois anos, por um “subsídio de mérito cultural”, que nunca chegou. Em vez disso, recebeu, a 23 de Novembro, uma inútil e descabida “nota de pesar” do ministro da Cultura. Uma atitude que, enquanto amigo de quase 40 anos de Fernando Relvas, agradeço, por boa educação, mas declino, por indignação. E foi isto mesmo que fiz questão de dizer ao sr. ministro, na carta que a seguir se reproduz e lhe foi enviada no final da semana passada. Porque palavras amáveis quando morrem os artistas de pouco servem, se quem as profere deles não fez caso enquanto vivos. [Read more…]
Silêncio, Comès morreu
Morreu um certo Didier Herman, eternizado no mundo da BD como Didier Comès. Tendo como uma das suas referências Hugo Pratt, Comès criou histórias com a densidade e a tensão de um romance. Pessoalmente, tal como acontece com Pratt, sempre preferi lê-lo no preto-e-branco que faz justiça a um certo negrume melancólico de que as suas narrativas são feitas. Silêncio é, provavelmente, o seu álbum mais conhecido.
Hoje dá na net: Moebius Redux
Moebius Redux: A Life in Pictures de André Oliveira.

Uma história da 2ª Guerra Mundial em Banda Desenhada
Passou recentemente na rtp2 o documentário Apocalipse, a 2ª Guerra Mundial, um documentário surpreendente pela qualidade das imagens que incluía. Esse documentário e o 70º aniversário da abertura de Auschwitz levou-me a reler um dos clássicos das novelas gráficas que é o Maus de Art Spiegelman.












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