Björk, a religião pública e a privada

Quando os cruzados chegaram à Islândia e pretendiam converter à força a população ao cristianismo, houve uma reunião no parlamento, e um dos líderes pagãos, Þorgeir Ljósvetningagoði, depois de dormir uma noite sob uma pele de carneiro, propôs uma solução: quando eles aqui chegarem, dizemos-lhes que já somos cristãos. Daí surgiu uma lei que ainda existe que autoriza que, em privado, cada um possa praticar a religião que quiser. É por isso que os cultos pagãos continuam a ser populares: é essencial não cortar a ligação com a natureza e aprender a colaborar.

Björk, em entrevista a João Lisboa

Música para os meus ouvidos

Música para o povo, pá

Ao cuidado da selecção nacional (de futebol)


Um país que tem músicos para isto, um país que depois de cair no mais liberal dos liberalismos soube levantar-se e votar no mais à esquerda que tinha, um país que mete o seu Geir Haarde (em português: de Cavaco a Sócrates), ex-governante responsável directo pela sua bancarrota em tribunal, um país assim não merece uma grande abada.

Só uma abadazita. Amanhã não passem dos 4 ou 5 sff.

Obrigado.

nÃO sEJAS dUR"a" dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 6:

Dedicada ao autor original da série neste dia em que completa mais um ano de vida e com dois dos nossos preferidos. Zita Formoso.