
Imaginemos que eu vos dizia que a polícia me tinha parado quando conduzia na marginal, e que era suposto que a polícia o fizesse porque eu levava o carro aos esses, não pela razão mais óbvia, mas porque ia a chorar tanto que já não via bem a linha, e de cada vez que limpava as lágrimas com as costas da mão aproximava mais o carro da outra faixa, e a marginal, aquela marginal, talvez a conheçam, é de dois sentidos.
Ah, não sejam assim, quem nunca meteu um fado a tocar no rádio para puxar a lágrima, quem diz um fado diz aquela canção, que atire a primeira pedra.
Bem, a polícia apareceu de repente, estava um carro-patrulha parado na bomba de gasolina, e quando eu passo, liga as luzes e vem atrás de mim, e eu chego-me mais para o passeio para que me ultrapasse, e ele não ultrapassa, penso que quem conduz deve ser um grande nabo, e é então que me ocorre, com mil demónios, estão atrás de ti! [Read more…]








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