
Conteúdo gerado com recurso a IA.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Conteúdo gerado com recurso a IA.
A desglobalização não é nenhuma novidade. keynes, no culminar da grende depressão, dizia: “Não desejamos estar à mercê de forças mundiais que geram, ou tratam de gerar, algum equilibrio uniforme, de acordo com principios de capitalismo laissez-faire.
E prosseguia: “Para um crescente leque de produtos industriais, e talvez tambem agrícolas, levantou-se-me a dúvida de o custo económico de auto-suficiência ser bastante para contrabalançar as outras vantagens resultantes de reunir gradualmente o produtor e o consumidor no âmbito da mesma organização nacional, económica e financeira. Acumula-se a experiência que comprova que o grosso dos processos da moderna produção em massa pode executar-se na maioria dos países e na maioria dos climas com uma efeciência praticamente identica.”
E concluia: deixemos que as ideias, o saber, a arte, a hospitalidade, as viagens, todas essas coisas deveriam, pela sua própria natureza, ser internacionais. Mas deixemos que os bens se produzam em casa quando isso seja razoável e convenientemente possível e, sobretudo, deixemos que as finanças sejam prioritariamente nacionais”
Walden Bello, professor de ciências políticas e sociais na Universidade das Filipinas
“O actual desmoronamento global, o pior desde a Grande Depressão de há 70 anos, veio cravar o último prego no ataúde da globalização. Já assediada por factos que mostravam o incremento da pobreza, quando os países mais pobres experimentavam pouco ou nenhum crescimento económico, a globalização viu-se definitivamente desacreditada nos dois últimos anos, quando o processo anunciado com pompa e circunstância, da independência financeira e comercial, inverteu a sua marcha, para se converter em correia de transmissão, não de prosperidade, mas de crise e colapso económico.” Walden Bello .
Nas suas respostas à actual crise económica, embora falando de coordenação global, os governos inventivam programas separados de estímulo económico para revitalizar os seus mercados nacionais. Ao fazê-lo, os governos adiam o crescimento orientado para a exportação, motor real de tantas economias.
A “desglobalização” elaborada há uma década, como uma alternativa para os países em desenvolvimento, não deixa de ser pertinente para as economias capitalistas centrais.
The Economist, observa que as corporações empresariais continuam crendo na eficácia da oferta global, “mas como qualquer cadeia, estas são tão fortes como o seu elo mais fraco. O momento perigoso chegará quando as empresas decidirem que este modo de organizar a produção chegou ao fim”
Walden Bello, professor de ciências políticas e sociais na Universidade das Filipinas.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
Recent Comments