Um dia diferente

E a razão é simples: Évora não conseguiu a medalha.

Contudo, quanto ao resto, tudo exactamente na mesma:

Na falta de oposição, presumem-se verdadeiros os fatos?

Efectivamente, presumem-se verdadeiros os fatos.

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E o contacto é directo? Não, o contato é direto. Direto? Aliás, contato? Contato? Exactamente: contato.

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Como perguntou Barnardo, «who’s there?».

Melhor e actualizado, «is there anybody out there?»

Aparentemente, não.

«Nelson Évora entra hoje em Mação»?

Em Mação? Ah! Em acção! Efectivamente.

A menina-heroína da Equipa Olímpica de Refugiados

Foto retirada da Sala de Imprensa do Comité Olímpico Internacional

Foto retirada da Sala de Imprensa do Comité Olímpico Internacional

Yusra Mardini é uma miúda. Nasceu a 5 de Março de 1998. Em 2015, ela e a sua irmã Sarah fugiram do seu país, a Síria. Chegaram ao Líbano e posteriormente à Turquia de onde conseguiram fugir clandestinamente rumo à Grécia. As duas raparigas ocuparam o seu lugar entre os outros 18 refugiados num barco com capacidade para 6 ou 7 pessoas. Quando o motor do barco parou e este começou a meter água, 30 minutos depois de terem saído da Turquia, só havia uma solução: saltar para a água e puxá-lo até terra. Foi o que fizeram as únicas 4 pessoas que sabiam nadar: Yusra e a irmã e outros dois passageiros. Nadaram durante cerca de 3 horas e meia até finalmente chegarem à ilha de Lesbos, salvando-se a si e a todas as pessoas a bordo, muitas delas crianças.

Podem ver aqui (em Inglês) uma das reportagens sobre a história desta atleta olímpica.