É tempo de dizer basta à impunidade e à selvajaria dos “segurilas”

Num universo cinematográfico, um dos agredidos na madrugada de 1 de Novembro, na discoteca K Urban Beach, regressa ao local, ferido, e com algum sofrimento adicional, aplica uma coça monumental nos malvados e cobardes seguranças, com cambalhotas e pontapés rotativos à mistura. No mundo real, porém, a cena repete-se, over and over again, e os criminosos saem quase sempre incólumes, imunes que são à lei e à justiça.

O que diferencia este caso de centenas de outros casos, que eu e a maioria dos leitores já presenciamos, em mais do que uma ocasião, é que, desta vez, alguém conseguiu filmar as cenas de uma brutalidade atroz e sem justificação possível, sem que nenhum dos delinquentes se apercebesse. Caso contrário, o corajoso ou corajosa que filmou o triste episódio teria certamente experimentado da mesma violência gratuita que esta espécie de marginais serve, em doses cavalares, todos os fins de semana, numa discoteca perto de si. [Read more…]

Um dia diferente

E a razão é simples: Évora não conseguiu a medalha.

Contudo, quanto ao resto, tudo exactamente na mesma:

Na falta de oposição, presumem-se verdadeiros os fatos?

Efectivamente, presumem-se verdadeiros os fatos.

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E o contacto é directo? Não, o contato é direto. Direto? Aliás, contato? Contato? Exactamente: contato.

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Como perguntou Barnardo, «who’s there?».

Melhor e actualizado, «is there anybody out there?»

Aparentemente, não.

«Nelson Évora entra hoje em Mação»?

Em Mação? Ah! Em acção! Efectivamente.

Um dia igual a tantos outros

Nelson Évora ganha uma medalha

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Fonte: http://on.fb.me/1MXA7LH

e há fatos no sítio do costume.

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