“Truque de ilusão
Em cada dia
Com o meu coração
Fazes magia”
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Caro Mestre Cissé,
Tu que és “o melhor cientista que actua em Portugal e na Europa” em matéria de ciências ocultas, que és capaz de “supermagias negras e brancas”, resolvendo “em poucos dias e com eficácia qualquer problema”, tu que tens toda essa experiência acumulada de resolução formidável de tão vasto leque de sarilhos humanos, e cuja obra decerto merece o respeito da comunidade mundial de mestres milagreiros, faz o que estiver ao alcance do teu talento mágico Mestre, para tirar o mais depressa possível os portugueses da situação de calamidade social a que as políticas austeritárias os conduziram. Ajuda Mestre a que este Governo traidor do seu povo possa ser o mais rapidamente possível demitido e convocadas eleições legislativas.
Não esqueças porém, antes de dares por terminada a tua intervenção mágica, de estender a tua acção à Comissão Nacional de Eleições, levando a que difunda, em todas as televisões e em horário nobre, um programa consequente e de linguagem clara de apelo ao voto, que possa cabalmente explicar aos ignorantes as consequências dos actos impensados em que se obstinam, mesmo se julgando fazer bem. Que esse programa possa levar a maioria dos abstencionistas (doentes do espírito Mestre, atingidos pela descrença na redenção) a compreender que foi justamente esse quero-lá-saber relativamente à participação na vida política do País que nos conduziu aqui (um Governo eleito por uma minoria de votantes), e que não é abstendo-se de votar e/ou fugindo do País que poderão alguma vez começar enfim a construí-lo.
Age ainda Mestre de tal modo a que possam os actuais responsáveis pelos crimes de traição ao povo e abuso de poder do Estado sobre os cidadãos ser em tempo útil julgados, impedindo que aos padecimentos passados, provocados pelo branqueamento dos crimes do Estado Novo, se acrescentem novas doenças à memória histórica dos portugueses. Que o teu contributo mágico para a cessação do sofrimento do povo de cuja Língua e História és um herdeiro possa honrar os melhores laços que a ele te unem. Assim seja.
Permita-me que o trate assim. A mim trate-me por Adão Cruz. Aliás, não sou professor, sou assistente graduado em chefe de serviço hospitalar. Mas isso pouco interessa.
Em primeiro lugar as suas melhoras e os meus agradecimentos pelas suas elogiosas considerações.
O estímulo, a imagem, a emoção, o sentimento, a consciência, a reflexão e a decisão são elos da mesma cadeia fenomenológica, mas são diferentes e não podem ser misturados aleatoriamente dentro de um texto ou de uma conversa. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
O “eu não sou jurista” é sempre seguido de um “mas”.
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