Desde a minha Carta de Amor a Dublin, debrucei-me sobre alguns aspectos da vida em Dublin: os pubs, a cerveja, a música (nos pubs), a Guiness, o Temple Bar (e os seus pubs), o que se come, o que se bebe (nos pubs).
Falta uma referência ao que de mais importante Dublin tem: as pessoas. Não é que seja grande viajante pela Europa e pelo mundo, mas já conheço uma boa mão-cheia de países. E nunca, até hoje, vi pessoas tão simpáticas como as de Dublin. De uma simpatia, hospitalidade e disponibilidade ímpares.
São pessoas que fazem de Dublin a cidade que é. Uma cidade que não tem propriamente grandes monumentos (não terá um único), mas que tem um ambiente formidável e único.
E agora, que venha a bola.
FC Porto – Braga: Dublin é hoje
Laurentino Dias é grande, mas não é grande coisa
Foi mais ou menos o que disse Pinto da Costa acerca do ainda Secretário de Estado do Desporto, que manifestoua sua preferência pela vitória do Braga na Final da Liga Europa.
Pinto da Costa atirou-se a Laurentino Dias e fez muito bem. Sendo governante, a função dele é ser imparcial e tratar de igual modo os dois clubes. Não interessa se é de Fafe ou de Vila Fresca de Troca-o-Passo, interessa que deve manter uma posição equidistante perante todos.
Claro que a Laurentino Dias, que só tem tamanho e mais nada, isso não interessa nada. Todos nos lembramos da forma como em 1988, era então Deputado do PS e Presidente da Assembleia Municipal de Fafe, esteve por trás da despromoção do Famalicão
ao e da subida do Fafe à I Divisão..
A caminho de Dublin (faltam 8 dias)

A cerveja é uma marca fundamental da cidade de Dublin, ou não fosse a bebida mais consumida nos inúmeros pubs que existem em toda a cidade. Ali, a cerveja escorre directamente da fábrica da Guiness para as goelas dos dubliners e seus visitantes.
A Guiness foi fundada em Dublin em 1759 por Arthur Guiness. Desde essa altura, a sua composição é a mesma: malte irlandês, água de Dublin, lúpulo e levedura. Produzida em 55 países, é consumida actualmente a um ritmo de 10 milhões de copos diários. O seu símbolo é a Harpa irlandesa.
Ir a Dublin e não beber uma Guinness é muito mais grave, mas muito mais, do que ir a Roma e não ver o Papa. Afinal, com uma Guinness à frente, quem é que no seu juizo perfeito quereria ver o Papa?








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