Este é um verão estranho para os professores – é o único momento do ano em que podem ter férias e nem isso o governo permite. Para os que estão com horário zero (sem serviço atribuído) os últimos dias têm sido passados à volta dos concursos e dos erros, sucessivos, do MEC. Para os contratados é o precipício, com o Nuno Crato a insistir no passo em frente.
Mas porque é que Nuno Crato arriscou perder o capital político que tinha num processo tão complicado como o dos concursos?
Há, basicamente duas teorias, mas antes disso queria formular uma história que ajuda a perceber isto dos horários zero: [Read more…]






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