O primeiro rei da dinastia filipina. O documentário pode ser visto aqui.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 6 – Portugal no contexto europeu dos séculos XVII e XVIII
Unidade 6.1. – O Império Português e a concorrência internacional
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O primeiro rei da dinastia filipina. O documentário pode ser visto aqui.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 6 – Portugal no contexto europeu dos séculos XVII e XVIII
Unidade 6.1. – O Império Português e a concorrência internacional
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 6 – Portugal no contexto europeu dos séculos XVII e XVIII
Unidade 6.1. – O Império Português e a concorrência internacional
A presente unidade inicia-se com as dificuldades do Império Português do Oriente. Para além da concorrência internacional, diversas causas internas contribuem para essa crise. Uma delas é a crise política em que o país se vê mergulhado após o desaparecimento de D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir. Dois anos depois, em 1580, Portugal perdia a independência. Este excerto de Non ou a Vã Glória de Mandar, de Manoel de Oliveira, retrata essa batalha.
Quanto ao filme completo, pode ser visto em post anterior desta rubrica.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 6 – Portugal no contexto europeu dos séculos XVII e XVIII
Unidade 6.1. – O Império Português e a concorrência internacional
Os opinioneiros de serviço têm destas coisas. Quando nada existe para preencher a agenda própria de alçamento de suas excelsas personalidades, dedicam-se a temas para os quais não possuem a mais insignificante base de sustentação, seja ela histórica ou objecto da reflexão da economia, finanças ou de uma apressada leitura de um textozito de ciência política. Importa é falar de barato e sem tino.
Num amontoado de lugares comuns para comedor de tremoços e fã de cervejola ler antes do início da partida, o sr. Menezes decidiu-se agora e de forma desabrida, pelo iberismo. Esperar-se-ia o desvendar de um aturado estudo da situação nacional e a apresentação das claras e indesmentíveis vantagens de uma união ibérica que embora não seja corajosamente assumida pelo edil-escriba, é implícita no seu texto hoje publicado no oficialista Diário de Notícias. Ninguém quer perspectivar um futuro bastante hipotético, através da reedição de um salto das alturas de uma varanda de edifício público. A coragem não chega para tanto.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

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Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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