Batalha de Alcácer-Quibir

A presente unidade inicia-se com as dificuldades do Império Português do Oriente. Para além da concorrência internacional, diversas causas internas contribuem para essa crise. Uma delas é a crise política em que o país se vê mergulhado após o desaparecimento de D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir. Dois anos depois, em 1580, Portugal perdia a independência. Este excerto de Non ou a Vã Glória de Mandar, de Manoel de Oliveira, retrata essa batalha.
Quanto ao filme completo, pode ser visto em post anterior desta rubrica.

Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 6 – Portugal no contexto europeu dos séculos XVII e XVIII
Unidade 6.1. – O Império Português e a concorrência internacional

Comments


  1. Interessante que quando vistei Alcácer-Quibir o Camppo de Batalha estava completamente vazio tal qual era – repeito pelos lugares históricos – aliás como está o Cabo da Boa Esperança que tem apenas o Padrão dos Portugueses e é local histórico protegido, também – mas já a Estrada de Santiago portuguesa mais antiga e protegida (séc XI) do que a parte de Espanha – coisas curiosas que o mundo guarda do história dos mundos – também uma parte da Capadoccia está “vazia” por onde se passaram as guerras com os Otomanos – o “campo” de Batalha dem “urbanixações nem Ips” – só não estive na àfrica do Sul para verificar a sentir a história e energai do local – Também Ephesus está como o tempo o desfez, com todas as pedras deixadas pelo chão sem tentativas de arranjinhos com betão como se convidasem a “sentir” como teria sido o acontecimento do que teria por ali acontecido – mas não sei como está o Campo da Batalha de Nunes Álvares Pereira – deve ter arranha-céus de betão – Também a Ilha de Moçambique está como sempre esteve e por isso é Unesco – de grande beleza e emoção que se colhe ao visitar .mas eu que a visitei muito bem restaurada não sei agora se cai de ruína como vão caindo a maioria dos fortes ao longo do litoral africano que a Gulbenkian financiou para restauro mas – nem conheço todos dessa arte e engenharia militar portuguesa digra de turismo cultural parrando pelo gramde forj no imterior do Brasil e habitado para conservação garantida – que belos itinerários de História dos mundos contactados pelos portugueses – só me alta vsitar Goa (Damão e Diu e ??) já nem recordo mas Goa lá está sem mácula de modernização e a gruta de Camões bem conservada ainda mesmo que haja ´áreas onde a natureza e grandes árvores tomassem conta dos espaços


  2. Presidente do ACP acusa as enormidades das IP e Scuts do tempo PS


  3. O aumento de impostos na restauração pôes em perigo muitas unidades de restauração e respectivos funcionários – é mesmo ataque terrorista à indústria mais rentável e segura do país -. o turismo que se repercure em muitos outros dele dependente – quem são os que preconizam o abate do país peça a peça ??? Nem os drones fariam melhor – guerra aberta a tudo o que permite de pé quem investiu e desenvolver sectores económicos que movimentam milhões de turistas internos e estrangeiros – onde é que a destruição faz sentido algum e que devia merecer atitude bem oposta ?

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