Bloco de Esquerda chamado a formar governo

Calma, por enquanto é na Grécia...

(assustou-se? há medicamentos para isso. em caso de pânico pode sempre emigrar)

Comments

  1. O Feliz Emigres says:

    A mim só me assusta a saloiada deste blog e como felizmente já emigrei a muito tempo, acrescento que, tomaram os tugas terem metade da coragem dos gregos, mas como somos um povo de bimbarolhos e teachers pets, gostamos é de bloguezinhos azeiteiros como este!

  2. MAGRIÇO says:

    “Cesse tudo o que o Aventar antigo canta, que outro valor mais alto se alevanta”!
    Depois de ver uma reportagem de França em que emigrantes lusos diziam apoiar Le Pen, já nada me espanta da parte de alguns destes modernos bandeirantes que cedo deixam as berças em demanda de Preste João e que em pouco tempo se transformam em esclarecidos filósofos da política que “cantando espalharão por toda a parte, se a tanto os ajudar o engenho e arte.”

  3. Fernando says:

    Estou a muitos milhares de quilómetros de Portugal. Logo não me afetara muito ou mesmo nada o BE ou PCP formar governo. Seria um espectaculo ver as hienas comer os destroços que os leões deixassem. Ou alguém de boa fé acredita que existe o Pai Natal? Gostava imenso, mas mesmo imenso de ver esta escumalha que se intitula de esquerda governar (?) a pocilga. Muitos seriam os portugueses a visitar o oftalmologista para saber se as suas lentes estavam ajustadas, ou as cataratas tinham piorado. No estado a que o desleixo nacional (políticos e não políticos) deixou chegar Portugal, nem a Senhora de Fátima pode fazer um milagre.


  4. Vamos lá ver como a democracia descalça esta bota, não parece que seja possível formar governo com aquela dispersão de votos. A solução será o costume: repetir e repetir as eleições até os eleitores acertarem na votação correta.

  5. António says:

    Engenharia eleitoral vicia o sistema Grego (nada) representativo:
    – o 1.º partido mais votado, com cerca de 19 % conquistou 108 ou 109 deputados (50 dos quais oferta do sistema);
    – o 2.º partido mais votado, Syriza, com cerca de 17 % conquistou apenas 51 ou 52 deputados.
    Mas a improbabilidade esteve apenas a menos de 2 % de se voltar contra os engenheiros do sistema eleitoral.
    Por isso é preciso participar, continuar a lutar, e acreditar que o sonho é possível de realizar… Quem não luta não poderá nunca saborear a vitória.
    Na França como na Grécia fez-se ouvir um ruidoso voto de protesto contra a ditadura franco-alemã do casal desfeito MERCOSY , arquitetos duma austeridade desumana, que tem levado países, empresas e famílias à ruína. Sustentadores duma estratégia favorável à fúria dos sacro-mercados vampirescos. Sarcosy saiu derrotado e Merkel também perdeu em eleições regionais alemãs.
    Foi uma bofetada de muitos milhões de eleitores europeus cansados de tanta austeridade, antevendo-se uma réstia de esperança de mudança, no sentido de readquirir tanto do que foi conquistado pelas classes laboriosas em muitas décadas, desbaratado em tão poucos anos, num profundo ataque ao estado social e ao emprego.
    Em Portugal, para além de muitas empresas, a falência assola agora 20 famílias por dia.
    Não nos podemos calar !

  6. MAGRIÇO says:

    #2 Esta escumalha ignorante que emigra por não ter onde cair morta e passado algum tempo já se julga iluminada, nem sequer se dá conta do ridículo das posições que toma, como se a suas disparatadas opiniões fossem verdades absolutas e inquestionáveis. Ao atingirem algum conforto económico logo se transformam em reaccionários, depressa se esquecem das passadas necessidades e repudiam o próprio país. É o novo riquismo na sua mais ignóbil e estúpida manifestação. E não se compreende porque se dá ao trabalho de insultar quem por cá decidiu ficar e lutar por um país melhor, se começa por afirmar não ser afectado por o que por cá se passa. Mas possivelmente não se coíbe de votar o mais à direita possível neste país que já nada lhe diz. Felizmente que esta casta está em minoria, porque a maioria dos emigrantes são dignos de admiração pela tenacidade e coragem com que lutam por uma vida melhor e não esquecem nunca as suas origens e o país que os viu nascer.

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