Sexo e futebol

Um homem, em Espanha, foi atingido por um relâmpago que lhe entrou pelo escroto e saiu pelo pé. Aqui está alguém que poderá ser beneficiado no que se refere ao rendimento sexual e futebolístico.

De futuro, o sexo com este homem poderá ser electrizante e, caso engravide alguém, dará outro sentido à expressão “dar à luz”. No que respeita à actividade futebolística, não será de admirar que os guarda-redes comentem o remate deste homem como algo que “até dá choque”.

Giraldo

Marvão. autor desconhecido

“O pérfido galego Ibn Arrik, senhor de Coimbra – o maldito de Deus! – conhecia bem a valentia do cão do Giraldo. O pensamento constante deste era tomar à traição as cidades e os castelos, só com a sua gente: ele tinha os muçulmanos da fronteira sob o terror. Este cão avançava, sem ser apercebido, na noite chuvosa, escura, tenebrosa e, insensível ao vento e à neve, ia contra as cidades. Para isso levava escadas de madeira de grande comprimento, de modo que com elas subisse acima das muralhas da cidade que procurava surpreender; e quando a vigia muçulmana dormia, encostava as escadas à muralha e era o primeiro a subir ao castelo. E empolgando a vigia dizia-lhe: – Grita como tens por costume de noite que não há novidade! – E então os seus homens de armas subiam acima dos muros da cidade, davam na sua língua um grito imenso e execrando, penetravam na cidade, matavam quantos encontravam, despojavam-nos, e levavam todos os cativos e presa que estavam nela.”

(Ibn Sahib As-Salat citado por COELHO, 1989, pág. 304-305)

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Acordo Ortográfico: constrangimentos, insuficiências e implicações negativas

https://www.ige.ch/ueber-uns/einstein/einstein-beim-amt.html

Há uns anos, dizia Gell-Mann que quando alguém dava a conhecer a Einstein (para quem não souber, um homem que lia e que estudava) uma teoria contrária à TRR este retorquia:  “Aw, that’ll go away”.

Em Portugal, o Poder continua sem ler e sem estudar o Acordo Ortográfico, mas a achar, com uma falsa segurança einsteiniana, que a nuvem há-de passar e que quem lê e estuda se calará, para que todos continuemos na nossa vidinha, com paz e com sossego. Desengane-se o Poder e desenganem-se todos aqueles que assim pensam. Enquanto houver estudo e enquanto o estudo não for devidamente considerado, não haverá nem paz, nem sossego. [Read more…]

Banksy foi ao Pingo Doce?

 

Shop till you drop

Dizem que é o mais recente trabalho de Banksy.

Alunos substituem funcionários das escolas

A quantidade de disparates que configuram esta iniciativa é tão abundante que se torna difícil saber por onde começar. A ideia consiste, basicamente, em colocar grupos de alunos a patrulhar o recreio para “tomar nota do nome dos colegas da escola que apresentam comportamentos inadequados”.

Antes de mais, como lembram os pais que se queixaram, esta actividade retira às crianças patrulhadoras o direito a brincar. Para além disso, são vários os efeitos deformantes que pode ter, nomeadamente ao aumentar a probabilidade de possíveis situações de abuso de poder e ao incentivar à delação.

O Ministério limitou-se a comentar, aconselhando que as escolas envolvam mais os encarregados de educação nos respectivos projectos. [Read more…]

Onda da Nazaré ganha prémio de melhor onda surfada 2011

Portanto já sabem, estamos em Portugal, há que encomendar estudos, requalificá-la, torná-la segura, acrescentar betão, passadiços, cobrar taxas, consultar a ASAE, abrir concursos e chamar a Mota Engil. Por enquanto, como está, ainda parece uma coisa do terceiro mundo, assim natural e mal acabada, irregular, dependente de ventos e marés, sem engenharia, design ou infra-estruturas…

Ainda os 50% no 1º de Maio

O artigo de Pacheco Pereira no Público merece uma  reflexão profunda porque coloca as coisas como eu penso que devem ser colocadas. E sei do que falo quando penso no país como o interior de uma panela de pressão que está hoje mais quente do que ontem.

“O Portugal dos dias de hoje está como
um daqueles cristais muito frágeis que, só
de se tocarem, correm o risco de quebrar.
O erro do Pingo Doce foi dar um abanão
desnecessário e inútil nessa fragilidade,
feito a partir de uma posição de força de
quem pode escolher, contra a fragilidade de
quem não pode.”

 

Correu bem

 

“A remoção do tumor correu bem. Vivam os outros, que nos salvam de nós próprios”, escreveu Miguel Esteves Cardoso, hoje no Público, a propósito da onda de solidariedade que se criou à volta de Maria João. Uns rezaram, outros escreveram-lhe mensagens bonitas (também uma forma de orar!). Fomos muitos. Estivemos com eles e valeu a pena! [Read more…]

Bon voyage…

Este Soral tem o percurso que se conhece, mas que diz umas verdades, disso não haja dúvida. O pior é que apenas mudando os nomes, bem podia estar a falar de uns figurões portugueses. Em suma, o que há a reter está aqui. Apenas um aperitivo:
“Uma burguesia desmazelada, exibicionista, parasitária, incapaz de dar o exemplo, boçal, inimiga da cultura, sem profissão e para mais mundialista e americanizada. Relógios de “marca”, trapos “de marca”, resorts, spa’s, mais os condomínios e o golfe, a socialite e o jet set, fazem o retrato desta canalha endinheirada e snob . É o sonho de muita gente, cá como lá, mas entre esta burguesia e a classe operária, não havendo diferença nos impulsos e no exemplo, optamos decididamente pela classe operária.”

Momento erótico: a UGT entrega-se ao Governo

A UGT, sempre convenientemente debruçada sobre a mesa das negociações, espreita o Governo por cima do ombro e finge-se indignada com o facto de se ter vendido. Enquanto está a ser devidamente usada, vai produzindo frases pornográficas no mau sentido, fingindo, ainda, que manda na relação, chegando mesmo ao ponto de dizer ao amado que “dê corda aos sapatos”. Com uma voz sensualmente irada, abafando um risinho mal disfarçado, a UGT fala na necessidade de andar mais depressa com “políticas activas de emprego”, expressão que provoca no Governo uma leve tremura, ao ver em tudo isto uma suave reprimenda que quer dizer “sim, sou tua”. [Read more…]

Fontinha de justicinha

Hoje dá na net: O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman

Com Gunnar Björnstrand, Bengt Ekerot, Nils Poppe, Max von Sydow e Bibi Andersson

Em sueco, legendado em português.

Ficha IMBD

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