
Há Quem Adore
26/09/2013 by

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
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http://arrastao.org/888030.html
“Há quase 20 anos, Luís Filipe Menezes foi um dos principais protagonistas das “viagens fantasma”, tendo uma “conta-corrente numa agência de viagens, alimentada com as verbas que a Assembleia da República lhe pagava a título de despesas de deslocação. As viagens requisitadas não eram feitas e a conta-corrente serviu para pagar despesas particulares – entre as quais uma viagem da sua mulher a Paris, estadas em hotéis em Vilamoura e na Madeira e ainda entradas no Casino Estoril”, como se pode ler no Expresso de 11 Setembro de 1999.
Foi acusado de “burla” pelo Ministério Público, “forneceu às autoridades uma morada inexistente, comprometeu-se a comparecer no Ministério Público (MP) para prestar declarações, mas faltou, apresentou um atestado médico e, depois, ausentou-se para Paris”, levando o MP a concluir que estava «objectivamente obstaculizando o célere andamento» da Justiça. O processo prescreveu.”
Há quem prefira bajular o 1% constantemente à espera das migalhas. Escolhas.
a coisa é assim
Em Évora votaria PCP
Em Alhandra votaria BE
Em Lisboa votaria PS
Porque os partidos não são clubes de futebol e o que é preciso é gente com propostas e vontade de servir o povo.
Agora, eu até gosto do cartaz. Aquilo é um cromo do PSD/CDS que percebeu a tareia que vai levar domingo.
FORÇA !
Domingo há caça aos cromos.
FOGO À VONTADE !
Post Scritum
A mioria das candidaturas ditas “independentes” são independentes da vontade de cada um, mas não dos partidos da direita.
Cada qual arranja maneira de passar despercebido e contornar o ódio legítimo que o partido provocou no povo.
A direita decidiu ser “independente” para nos conservar dependentes dela.
Com o populismo ambiente a gritar contra partidos, esta gente vai ter o vento em popa. Foi assim nas últimas presidenciais com o tal candidato “independente”
Depois a “independência” passa-lhes e vão pedir ao PSD que os faça presidentes de qualquer coisa.
O vigarista, para ludibriar, primeiro cria confiança. Lição que aprendi quando trabalhava no comércio.
«O vigarista, para ludibriar, primeiro cria confiança. Lição que aprendi quando trabalhava no comércio.» Não poderia haver melhor frase para definir o PS ou o BE. O PCP não conta. A maioria que acredita naquilo ou é por causa das comezainas ou por hábito.
É preferível fazer uma lobotomia a votar em cada um daqueles partidos (ou em outro qualquer). Creio que uma parte significativa dos portugueses tem vindo a perceber isso, dado que a abstenção de 47% já não é só resultado da ida à praia ou ao centro comercial.