Doutor Pipoca 


O que faz falta para vender pipocas?
Uma licenciatura.
Pós-Bolonha ou daquelas de cinco anos e estágio no final?

Comments

  1. Ernesto says:

    Caro Dário, o que me ri este seu post. É triste ver ao que chegou o mundo, e mais ainda, o mundo laboral que nos rege, mas ao mesmo tempo é delicioso ver isto, porque é algo tão capaz de fazer parte de um sketch dos Gato Fedorento, ou mesmo dos Monty Python, muito embora estes últimos nunca imaginariam ao ponto a que chegaríamos!

    Hilariante:)

  2. Teresa Almeida says:

    Nem sei se ria se chore…

  3. Ferpin says:

    Realmente, se for verdadeiro, é o cúmulo.

  4. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Acho que tem que ser PhD.
    De facto uma licenciatura normal tipo Sócrates ou Relvas, daria para serem políticos portugueses. Master tipo Dijsselbloem, dá para ser Presidente da União Europeia.
    Portanto, para evitar “mossas”, tem que ser com PhD.
    Este circo já bateu no fundo há muito tempo e ainda há quem se acredite que não há rombos.
    Abençoados os pobres de espírito porque deles será o reino dos céus…

  5. JoãoBarroca says:

    E com mestrado? Pode candidatar-se?

    • José Fontes says:

      Com Mestrado só para vender farturas.
      E com Doutoramento só para vender Waffles.
      Cada um no seu devido lugar.

  6. Anti nojo says:

    Isto é uma vergonha para o país

  7. É uma montagem, no site da egor nem nomeiam habilitações!

    • Ernesto says:

      Cara Lena, que existe a possibilidade de este caso em concreto ser montagem, de acordo, pode ser, como pode não ser!

      Quanto ao que afirma :”..no site da egor nem nomeiam habilitações!”, é falso, e basta ir aqui:
      https://candidatos.egor.pt/pt/emprego/trabalho-temporario

      Ora, como, pelo menos, não é verdade a sua 2ª afirmação, tenho dificuldades em acreditar na 1ª!

      Cumprimentos,

      • Bom dia, achei ridículo e partilhei na minha página do face, embora já pouco me surpreenda. Fui alertada, no entanto, com provas (no sapo tb constava o anúncio e não tinha a preciosidade aqui referida) e resolvi ir à página da EGOR, onde encontrei o anúncio e, tal como no sapo, nada constava sobre as habilitações. Provavelmente expressei-me mal, penso que pode ter sido levado a pensar que o anúncio não existia e, por isso, apresento as minhas humildes desculpas. Quanto à possibilidade de existirem estes anúncios…eles existem, infelizmente. As histórias que eu tenho ouvido da parte de pessoas que procuram um posto de trabalho…são deveras inimagináveis, muitas delas. Cumprimentos. L.

        • Ernesto says:

          Boa tarde, percebido. Após ler, não tenho a certeza se se expressou mal, ou se fui eu que interpretei mal o que a Lena queria dizer:)

          É de facto, independentemente do caso em apreço, uma situação lamentável, que em Portugal acontecem todos os dias. Vou dar 2 exemplos:

          No meu trabalho, existem pessoas altamente especializadas em várias matérias, mas quando abre uma qualquer vaga, colocam como requisito minímo uma licenciatura, deixando logo afastada a possibilidade de alguém que percebe muitissimo do oficio, se habilitar ao mesmo! Ora, isto é completamente absurdo, pq alguém que é ser licenciado em filosofia, muito embora não ajude nada para a função em questão, coloca-me logo à frente do individuo altamente especializado!

          Outro exemplo:
          Abre vaga para “Responsável de ambiente de um município” e aceitam candidatos com licenciatura em engenharia civil(!), que como é óbvio, não tem nada que ver, mas o filho do vice da câmara tirou esse curso, logo, é ele o escolhido…

          Enfim, estamos entregues aos “bichos”, e enquanto as pessoas(nós), de forma global e comum, não se insurgirem (a sério) contra isso, é assim que vai continuar, infelizmente..

          Cumprimentos

          • Este problema deve-se ao procedimento burocrático, que ó o tipo de gestão que a coisa pública exige. O procedimento inerente á gestão pública, tem de tratar todos por igual, e para o conseguir tem sempre que ter uma métrica.
            Não podemos exigir um tratamento igual e depois lamentar esse tratamento.
            Vejamos o caso dos professores que se queixam todos os anos das colocações longe de casa, mas são contra a contratação de professores a nível local.

            Rui Silva

          • Ernesto says:

            Caro Rui, com o máximo respeito, verifico que gosta de levar qualquer tema para os professores.
            Eu não estou aqui a falar diso, referi dois exemplos, e o único que abrangia a causa pública, apenas pretende exemplificar o asco que a “cunha e compadrio” representa neste país, pelo que se pretender debater sobre o tema do post, e os meus dois exemplos, esteja à vontade, tudo o resto, “estou fora”

            Cumprimentos

          • Apenas por coincidência.

            cumps

            Rui

  8. Um dia quando todos formos Licenciados, quem irá vender pipocas?

    Rui Silva

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