Avante camarada Maduro

O ditador venezuelano pode sempre contar com o apoio do PCP. Só falta um gulag para calar os manifestantes…

Comments

  1. ganda nóia says:

    vou citar o teu amigo capriles: “pinochet foi um democrata que serviu o povo chileno”.

  2. Paulo Marques says:

    Maduro à parte, porque é que os democratas não deviam condenar a ingerência hipócrita de um império estrangeiro que o que quer é ouro negro?


    • Maduro à parte? Mas Maduro é neste momento um ditador. Verdade que foi eleito, muitos outros ditadores o foram, mas ignorou a separação de poderes, substituindo uma Assembleia com a mesma legitimidade democrática que a sua presidência, nem mais, nem menos, a mesma, por uma assembleia fantoche que lhe permita governar com o poder absoluto…
      Maduro à parte? O mundo deve isolar a Venezuela, não reconhecendo legitimidade ao regime e sancionando economicamente o mesmo, até que a Democracia seja reposta.

      • Paulo Marques says:

        Foi o supremo tribunal da venezuela, agora os países estrangeiros é que vão decidir o que afinal é legal?
        Sim, Maduro à parte. Tanto barulho com a Venezuela tem um motivo, com tantos casos piores: Turquia, Rússia, Israel, Arábia Saudita, Qatar… Vá lá, ao menos calaram-se com o Irão.

        • Paulo Marques says:

          Afinal, estava enganado. A laranja xoné queria acabar com o acordo com o Irão, parece que o Obama ficava demasiado bem na foto. Sad.

  3. bpenha says:

    Em que medida é que o Maduro é um ditador?

  4. Rui Naldinho says:

    Maduro é um déspota, ponto final parágrafo.
    Além disso é um ignorante, o que o torna ainda mais perigoso.
    Não há bons ditadorzinhos de pacotilha, vestidos com TShirt’s do Che Guevara, e maus de Mercedes Benz e cachimbo na boca.
    Se Capriles é o reverso da medalha, de Maduro, temos que o deixar assumir-se politicamente, para que percebamos até onde quer ir. Afinal o que é a democracia?
    Agora, enfiar gajos na prisão, só porque são opositores políticos, difere das outras ditaduras em quê? Hoje é Caprilles, e amanhã será a Procuradora, que foi Chavista, mas não pactua com Maduro?
    É verdade que muitos dos que escrevem nos jornais e comentam nas redes sociais, preocupados hoje com a democracia na Venezuela, nunca pestanejaram sequer, durante aquilo que se passou no Chile, de Pinochet. Isto, já para não falar de algumas ” democracias” africanas, de fazer inveja a de Maduro.
    E fico-me por aqui, pelo respeito que todos os portugueses que estão lá fora me merecem.

    • Ana A. says:

      Uma mente esclarecida a sua, caro Rui!
      Está na hora de deixarmos as cartilhas e pensarmos no Homem! Simples e ao mesmo tempo tão complexo!

      • Rui Naldinho says:

        Os Maduristas têm estado aqui e em força!
        E eu que até gosto de Maduro,……………tinto!

    • Paulo Marques says:

      Não é preciso ir ao passado, basta falar em Israel e na Arábia Saudita.

      • Ernesto says:

        Não deixa de ser estranho que em todos os média internacionais, não se vejam outros pontos de vista do que se passa na Venezuela, como por exemplo isto:

        https://www.youtube.com/watch?v=dtu1DwHo1Zg

        Ou uma simples entrevista com o ministro das finanças Venezuelano:

        https://www.youtube.com/watch?v=e92OUVTImNg

        Mas em Israel, na Arábia Saudita, no Brasil, na Turquia, em alguns estados americanos em que se praticam as maiores atrocidades contra os direitos humanos, aí está tudo bem!?!

        Cheira a esturriiiii…

  5. Atento/sempre says:

    O “Gulag”, de Alexandre Solienitsine, que eu saiba, e pelo que li, não era nenhum santo, ou será que era?! O Stalin, cometeu muitos erros, é certo. Mas, por exemplo, porque é que não falam no Hitler, Mussolini, Salazar ,Franco , do Cavaco, Coelho, Portas, etc ,etc?

  6. atento às cenas says:

    oh senhor António, não quero ofende-lo, mas olhe que essa coisa dita por sí só pode ser lida como elogio ao pc

  7. Ernesto says:

    Há lenços de papel e guardanapos a monte, mas falta papel higiénico!!!

    https://youtu.be/YUYWrPiUeWY

    Ao autor, tendo em conta o seu amor ao neoliberalismo, sugiro que crie um “blackmarket” na Venezuela.É um acto de grande empreendedorismo…

  8. Vítor Cruz says:

    Não me interessa muito a posição previsível do PCP sobre a matéria, que é complexa e não tão a preto e branco como a “media” pretende fazer crer. De facto seria crucial haver eleições neste momento e talvez fosse surpreendente para a nossa sociedade perceber de que lado estará a maioria da população, apesar das carências de bens e alimentos estrategicamente criada. Não haja quaisquer dúvidas que todo este processo Venezuela está cheio de manipulações de todos os lados…e é preciso muito cuidado. Sobretudo pensar pela nossa cabeça não pela corrente de informação manipulada. Há sempre duas faces numa moeda. E também o “chavismo” as tem. É verdade que deu origem a um regime autocrático populista que não vai ter um fim saudável. Mas também é verdade que pela primeira vez na história do país, dezenas de milhares de cidadãos saíram da profunda miséria e criou-se uma classe média baixa vasta com níveis de vida, acesso aos cuidados de saúde e à alfabetização nunca antes alcançados. Isto associado a uma perda de regalias e distribuição de toda a riqueza por uns parcos milhares que constituíam e constituem a oligarquia tradicional. Estes mesmos que se organizaram e com enorme apoio externo daqueles que querem o petróleo privatizado e o retorno do seu domínio corrupto, e que são o corpo da chamada oposição ao regime. Tantas semelhanças com o processo do regime brasileiro de Temer… Isto não invalida a falta de senso e de estratégia de Maduro que o levará à queda. Por muitas razões é ridícula a indignação de muitos que aqui deixam os seus comentários expressando o pensamento de outros e não os resultantes da sua própria reflexão. Chavez é seguramente um insulto aos venezuelanos pertencentes à tradicional oligarquia dominante, mas é provavelmente, por outro lado, um nome e uma memória gratificante para alguns milhões de pobres a quem o seu regime trouxe dignidade… A discussão Venezuela deveria ser feita com muito mais senso do que emoção e ressentimento ideológico, apesar da imaturidade e ausência de estratégia inteligente por parte de Maduro.