O acidente genético humanóide que governa a Coreia do Norte está a tornar-se no maior aliado do alienado que governa os EUA. Kim versus Donald, alimentando-se mutuamente de delírio: milhões de anos de evolução para chegarmos a isto!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O acidente genético humanóide que governa a Coreia do Norte está a tornar-se no maior aliado do alienado que governa os EUA. Kim versus Donald, alimentando-se mutuamente de delírio: milhões de anos de evolução para chegarmos a isto!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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…tempos tenebrosos estes ! : (
Sendo certo que a coreografia e a mímica do Kim, como a dicção dos pivots norte-coreanos, não ajudam nada à compreensão do que realmente se passa, um post de João Vilela, no facebook, analisa a coisa com outra profundidade:
“Os desenhinhos da tanga que por aí circulam fazendo da crise militar na Coreia uma briga de egos entre Trump e Kim Jong-un, além de nada explicarem do ponto de vista científico, demonstram como até gente de esquerda, exposta por tempo suficiente à quantidade certa de propaganda imperialista, reproduz a opinião da burguesia estadunidense com o maior acriticismo. Não, este não é um conflito equitativamente repartido, quanto às responsabilidades, entre EUA e a Coreia Popular. A Coreia Popular não tem o maior complexo industrial-militar do planeta. A Coreia Popular não tem um historial de décadas de invasão, desestabilização, sabotagem, e razia de países inteiros. Os EUA sim. Aliás, os EUA sim inclusive na própria Coreia: aquando da proclamação da Coreia Popular (que a investigação mais elementar sobre a resistência coreana ao Japão permite entender ser a mais legítima das coisas) foram os EUA a tentar primeiro manter a metade meridional da ilha sob jurisdição colonial japonesa, depois a fazer três anos de guerra contra o regime de Pyongyang, e por fim a instituir o Estado-fantoche de Seul, a meter 30.000 soldados no paralelo 38, a apontar ogivas nucleares à capital da Coreia Popular e a gabar-se disso desde o tempo de Bill Clinton. No dia em que a Coreia Popular fizer uma ameaça minimamente parecida à fronteira directa doa EUA, falaremos em responsabilidades equitativas.
Sim, os camaradas da Coreia Popular, no âmbito da Árdua Marcha (a recomposição da economia e das relações exteriores do país na sequência da débâcle soviética e do aprofundamento da lógica de um país, dois sistemas, do PC da China) têm desenvolvido a política do Songun e dedicado amplos recursos ao apetrechamento militar, e sobretudo nuclear, da revolução. A serem precisas três provas do acerto dessa estratégia, elas são o Afeganistão, o Iraque, e a Líbia. Sem essa categórica capacidade de dissuasão estratégica que são as ogivas nucleares, há muito tempo que os assassinos colonial-imperialistas dos EUA teriam invadido o país, saqueado os seus recursos, esmigalhado a sua população, feito dele um pedaço ingovernável de terra entre a China e a entidade sul-coreana. Quem quer paz e amor, no mundo do imperialismo e do militarismo, quer inerentemente a sua própria escravatura. Só as boas armas têm metido em sentido os falcões do Pentágono, seja em Pyongyang, em Teerão, ou em Damasco. A vida é dura, não se compadece com dilemas morais sobre o uso da força.”
#PensamentoVilela