Inferno fiscal


Os parasitas que (des)governam Portugal procuram anestesiar cidadãos baixando impostos directos, aumentando em simultâneo os indirectos. À partida sabem que a esmagadora maioria dos portugueses não dão conta do alastramento deste vírus, pode-se olhar para o montante retido em IRS ou total no último recibo do ano, mas poucos fazem o cálculo numa factura, até porque apenas aparece o IVA. Esta praga avança silenciosa pelos bolsos de quem aufere rendimentos ou cria riqueza. Contas feitas no final o contribuinte paga sempre mais, para o Estado o céu é o limite, enquanto a despesa pública segue desgovernada e sem travões, alimentando a tralha clientelar que faz render votos… Imposto é roubo!

Comments

  1. Ana Moreno says:

    Alucinação em acção…

  2. Que gente é esta que escreve coisas destas? Extraterrestre?

  3. Areia para os olhos says:

    E tu continuas nisso, em loop. Isso é que é cismar, criatura! As cambalhotas que vocês dão, autêntico contorcionismo, pelo que vos custa ver a economia a recuperar. O vosso maior pesadelo é a economia do país regressar a situação saudável. Será esse o maior impedimento do vosso regresso ao pote, à desiguldade desenfreada e ao castigo dos de baixo (para parafrasear Pacheco Pereira, que tanto vos irrita).
    Ide tomar juízo!

    • Como os incêndios, a partir de agora vai ser sempre a melhorar… até ao próximo verão.

      Rui Silva

      • Areia para os olhos says:

        Disfarças mal a alegria. Disfarçam-na muito mal, a satisfação ao verem um qualquer possível indício de regressão à miséria.

  4. Não te esqueças de tomar os comprimidos !! says:

    A dor da impotência perante a maioria parlamentar de esquerda é fodida.
    Não te esqueças de tomar os comprimidos !!

  5. A.Silva says:

    E os PAFientos continuam a bolsar ódio e rancor sobre todos nós.

    Que gente doentia e execrável.

  6. A partir de “certo” valor os impostos são roubo, disso não tenhamos dúvidas.
    Os governados deviam estar defendidos constitucionalmente dos governos, quanto a esse roubo, que nos rouba a liberdade económica, e não existe liberdade sem liberdade económica.
    Felizmente ainda existe concorrência fiscal entre países e a saída do UK da união nesse particular é uma primeira boa noticia.

    Rui Silva

    • ZE LOPES says:

      Os impostos que existem chegariam e sobrariam, se todos os pagassem! O problema é que existem os alçapões que V. Exa. tão bem idolatra. Por isso, os que não conseguem fugir, pagam o dobro. Ou o triplo.
      E também existe falta de fiscalização a sério, e a nível internacional.
      Ou seja, só haverá equidade quando o título do post for “Fiscal Infernal”…

  7. A Geringonça deveria ser criminalizada… há tanto tempo e ainda não repôs os stocks do Rennie.
    Tão mauzinhos… habituem-se e montem o camelo para a travessia do deserto.

  8. Carlos de Mattos Salavisa e Mello says:

    mais um delírio liberal-libertário-lafontaine do almeida.

    não dá uma para a caixa.

  9. Rui Naldinho says:

    Pelo link postado, presumo bem que o governo não consiga alcançar a receita fiscal que pretende obter. Nas bebidas alcoólicas ainda admito. No resto, vai ficar a ver os números a cair. Mas veremos.
    Mas deixe-me que lhe diga. Este aumento de impostos é sempre preferível a um aumento do IRS, cujos montantes variam de pessoa para pessoa, mas que de certeza, na carteira de cada um, farão toda a diferença.
    Se eu tiver disponíveis mais cem euros no meu bolso, pela via do ajustamento do meu escalão de IRS, faço deles o que quiser.
    Posso até em última análise, nem ser muito afectado por estes aumentos. Basta beber vinho e não beber cerveja, por exemplo. Contrariamente, o “enorme aumento de impostos de Victor Gasoar”, ainda hoje deixa sequelas na maioria das nossas carteiras.
    Aqui não se trata de escolher entre o bom e o mau. Simplesmente trata-se de fazer uma opção de política fiscal, penalizando certo tipo de consumo.

    • Se eu tiver disponíveis mais cem euros no meu bolso, pela via do ajustamento do meu escalão de IRS, faço deles o que quiser.

      Não precisa ser pela via do ajustamento do escalão. Quanto a IRS, sendo um mal necessário, defendo uma flat tax. Quer justiça social? Lance-lhe um imposto negativo. Existe uma medida em estudo, o rendimento básico universal, que poderá ser bem interessante, se não lhe tirarem a universalidade…

  10. aaanika says:

    a sua diarreia mental carece de prova, não basta fazer só barulho tem que mostrar matéria que o comprove senão não se pode considerar que o que lhe foi imposto pelo rêgo dentro lhe afectou o cérebro ao ponto de lhe causar diarreia.

  11. Não compreendo esta forma de escrever sobre impostos!?
    É verdade que impostos elevados, ou seja, sem razões bem explicitadas para a sua implantação é nefasto para o Povo e para a economia.
    Todavia, não conheço sociedade/comunidade digna desse nome sem impostos.
    O que devemos exigir aos governantes é que apliquem bem o dinheiro dos impostos, ou seja, de forma mais abrangente possível e de forma mais estruturante na vida da Comunidade evitando que não se esvaziem em “folclore” patrocinado por alguns políticos.
    Os do Norte da Europa até “querem” pagar impostos porque isso é garantia de “, “Comunidade”, ou seja, quando adoecem e precisam do Estado, os recursos aparecem.
    Estes radicalismos de que os impostos são roubo, não passam disso mesmo.
    Excitações mentais e políticas…

    • Pense na palavra, imposto é o contrário de voluntário. Não nego que seja um mal necessário, mas a necessidade não o torna um bem. Por isso é desejável reduzir impostos à expressão mínima…
      Já antigo, mas sempre actual:

      • Ou pelo menos que fosse definido um valor fixo, que podia ser alterado em função do crescimento económico p.e.
        Tornando assim impossível aos governos a compra de votos via fiscal.

        Rui Silva

        • joão lopes says:

          funda o partido liberal e apresenta as propostas á sociedade.não vivemos em ditadura.força pá,agora quero ouvir essas maravilhas…

      • António Almeida,
        A etimologia da palavra indica isso mesmo que é “imposto”.
        Mas na vida há muitas outras cosas que são impostas (regras) pela educação e formação e são aceites como um bem para a Comunidade.
        Citar Milton Friedman, neste caso , oportuno, mas não concordo com ele em absoluto. O dinheiro de todos (público) também pode ser, como qualquer recurso, bem aplicado. Não é sempre um gasto do qual a Comunidade nada aproveita.
        Creio, é isso, creio que estamos de acordo como pessoas razoáveis que o dinheiro de todos deve ser bem escrutinado na sua recolha-cobrança e bem escrutinado na sua aplicação-gasto investimento.
        Aqui somos nós que falhamos como Comunidade dos portugueses.
        É facto que temos maus exemplos de péssima aplicação dos dinheiros públicos em vários níveis do Estado político que resvala para a percepção do roubo.
        Mas não é um traço exclusivo da chamada esquerda. Longe disso.

      • Paulo Marques says:

        Claro que é imposto, se não ninguém quer saber dos outros mesmo que isso lhe custe mais ao longo da vida, e não só em termos monetários.

  12. JgMenos says:

    Pois ele há quem faça contas?
    Só um despudorado salazarento pode dedicar-se a tão miserável actividade economicista e reacionária!

    • ZE LOPES says:

      Ah! Ah! AhAhAhAh! AhAhAhAh! O Menos a tentar ser irónico! Ai! Ai! Ai que não posso mais! O Menos irónico é tão cómico!

  13. antidireitista says:

    pois é almeida podes tomar os teus rennis que o que a mim me interessa é que já cá cantam as 35 horitas a reposicao do meu salario e agora vou converter os pontitos em progressão da carreira. mereço ? isso não interessa pra nada , claro que voto na geringonça , e lá vou arrastando o fundilho das calças na repartição, mai nada, roi-te de inveja e paga mas é os impostos, para os 30 dia de férias.

    antidireitista

    • Ora aqui está a mentalidade dos que pensam que quanto mais impostos melhor. Só pensam no seu umbigo e assim se garantem vitorias nas eleições democráticas, através do partido do estado.
      O Socialismo no seu melhor.

      Rui Silva

      • Rui Naldinho says:


        “Só pensam no seu umbigo e assim se garantem vitorias nas eleições democráticas, através do partido do estado.”

        Ainda que assim seja, é a democracia a funcionar, ó SIlva?
        E ainda bem!
        Ou será que os votos dos 58,0% umbigos esquerdistas, que acham esta fórmula, a mais equilibrada, não contam para nada.
        A democracia é mesmo uma chatice, SIlva!

    • Paulo Marques says:

      Reposição do salário? lol.

  14. Paulo Marques says:

    Quer o Euro, quer inflação baixa, quer pagar a dívida, quer proteção das florestas… mas não quer impostos.
    Tá certo, tá certo. No limite, aceitava que os sem abrigo paguem mais impostos, para que os capitalistas guardem mais no Panamá, que generoso.

  15. Aumentam os impostos indirectos? Então e o IVA nos instrumentos musicais que desce de 23% para 13%? E as inúmeras isenções e benefícios fiscais introduzidos? É certo que aumentam noutros itens, mas daí a dizer que aumentam tanto os impostos indirectos que mesmo baixando os directos ficamos num “inferno fiscal” vai uma grande distância.
    Enfim, quando se vê o mundo com palas, só se consegue ver numa direcção…

  16. Ernesto says:

    Como já percebi, não só por esta posta, o que o autor acha sobre impostos, fica o contraponto:
    https://krugman.blogs.nytimes.com/2017/10/14/lies-lies-lies-lies-lies-lies-lies-lies-lies-lies/

    Cumprimentos

  17. Ernesto says:
    • Acredito vendo…

      • Ernesto says:

        Ainda bem que assim é! Estranho é que não tenha visto estes factos históricos:

        “Still, for the record: Reagan cut taxes, and although his administration began with a terrible recession, there was a fast recovery thereafter. Some of us think Paul Volcker had more to do with both the recession and the recovery than anything coming from the White House; but in any case we have more evidence.

        For Bill Clinton raised taxes, amid cries from the right that he would destroy the economy. Instead he presided over a boom that surpassed Reagan in every dimension. For what it’s worth, I don’t think this boom was Clinton’s doing. But it certainly refuted the proposition that cutting taxes is both necessary and sufficient for prosperity.

        Then Bush the younger cut taxes, and there were many hosannahs about the “Bush boom.” What he actually got was a lackluster recovery, followed by an epic crash.

        Finally, Obama inherited the aftermath of that crash, and despite scorched-earth opposition from Republicans the economy gradually clawed its way back. Then in 2013 Obama first raised taxes substantially, then implemented the Affordable Care Act, again amid cries of disaster from the right. The economy did fine.”

  18. Pedro says:

    “Contas feitas”? Eu devo estar maluco, mas fazendo as contas ao fim do mês, entre o que pago de impostos e o que recebo, sobra-me mais dinheiro na carteira do que há dois anos. Mas posso mesmo estar maluco e o António Almeida podia vir aqui a casa ajudar-me a contar as notas e as moedas.

  19. Areia para os olhos says:

    António de Almeida, volto aqui para acrescentar algo a este seu post, escrito na mesma linha de tantos outros anteriores. E o que tenho a acrescentar não é sobre o aparente tema do post, porque é só aparente. Uma aparência que engana poucos, já que a sua tese começa como começa, não sobre fiscalidade, mas classificando de parasitas os que “(des)governam”. Para si, pelos vistos, tudo quanto se situa politicamente à esquerda da sua posição, são parasitas.
    Essa cegueira preconceituosa impede-o de entender que as alterações fiscais tentadas pelo actual governo/apoio parlamentar são uma pálida tentativa de aproximação à social-democracia e nada do que foi feito pode ser chamado “de esquerda”. Mas suspeito que você sabe disso tão bem como eu. Você faz-me lembrar um tipo que conheci há uns anos e que se dizia amante de um certo género de heavy metal muito violento e agressivo para a generalidade dos ouvintes. Havendo uma qualquer oportunidade (com público, entenda-se…), era certo e sabido que ele se apoderava dos meios de difusão e toda a gente tinha que gramar umas horas daquilo, até que ele se desse por satisfeito. Mas nunca ninguém o tinha visto a desfrutar da sua música preferida, usando uns auscultadores, por exemplo. Nunca ninguém o tinha encontrado a ouvi-la, sozinho e isolado. A conclusão era óbvia: o prazer dele não era aquela música, era agredir os demais com aquela música. E parece-me que há um paralelo consigo, pelo seu histórico de posts aqui no Aventar. O seu interesse não é expôr as suas ideias, o seu interesse é vir aqui vociferar, talvez porque mantém a ideia de que isto é um antro de esquerdalha. Cresça, meu caro.
    O debate de ideias é sempre positivo, mas para isso é preciso tê-las e apresentá-las, é preciso dizer como se faria diferente para atingir que resultado. É neste pequeno detalhe que a direita não cumpre na utilidade pública, nunca é capaz de expôr uma ideia e o seu correspondente objectivo, claro e quantificado, de forma a permitir que seja analisado previamente ou escrutinado posteriormente.
    Pessoalmente, suspeito que tal incapacidade seja um indício de que a direita está sempre ao serviço de interesses dos poucos, em vez dos interesses dos muitos.

    • joão lopes says:

      muito bem essa do heavy,se não gostam tem que gramar a pastilha(alias,eu conheci um tipo que nem guitarra sabia tocar,mas os maneirismos eram iguaizinhos ao tipo dos iron maiden).aqui passa-se o mesmo:é o liberalismo,é o liberalismo,é o liberalismo.mas as pessoas sistematicamente querem impor uma ideia(nem a tou a julgar) mas nunca explicam como.mas seja o liberalismo,pois que as pessoas expliquem bem o que é isso,e não post.s fundamentalistas,ou de odio como tem sido até agora(escusam de dizer que a esquerdalhada é fundamentalista,esse argumeto ja´ouvi)

    • Paulo Marques says:

      Agora passaram dos limites, dizer mal do heavy metal? Vai haver guerra!
      Mas já agora, se era muito pesado e agressivo não era heavy metal, esse é bem ligeiro.

  20. Pedro says:

    Isto é uma espécie de táctica de guerrilha psicológica. Vocês estão mal, ouviram? Repitam comigo: eu estou mal, eu pago agora mais impostos, eu estou mal, eu pago agora mais impostos…

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