Rui Pedro Braz no país da corrupção e do tráfico de influências

Rui Pedro Brás, que tem um curioso vinculo contratual com o SL Benfica, apesar de ser apresentado ao grande público como um comentador isento, brindou-nos com este belo momento de televisão. É triste, causa vergonha alheia, mas não diz mentira nenhuma. E sempre ficamos a saber que este adepto e colaborador do emblema lisboeta não consegue levar certas coisas em tempo útil sem ter que pedir um favor a alguém. “É a forma das coisas funcionarem”, remata. Há coisas fantásticas, não há?

Comments

  1. ganda nóia says:

    é.

    e tu és muito diferente, com a tua apologia, quando é com o futebol, do modus operandi do correio da manhã, da violação de correspondência, da calúnia, das leituras parciais e truncadas para sustentar teses pré-concebidas.

    porque tu não vives no país onde a claque do teu clube ameaçou um árbitro de morte sem nada estar a ser feito e sem o árbitro idenfiticar nas autoridades os que o ameaçaram.

    tu não vives no país onde o director do teu clube ameaça um árbitro de descida e ele desce, no mesmo ano que desce outro árbitro ameaçado pela claque do teu clube (jorge ferreira). mas aí não há tráfico de influências nem corrupção.

    tu não vives no país onde um canal parcialmente financiado por dinheiro público viola todos os códigos jornalísticos e calunia de forma criminosa pela voz de um sinistro marques.

    não vives no país onde um juiz habitual da tribuna do dragão permite, contra todas as leis, dez meses de violação de correspondência alheia e calúnia na tv. com o juiz cabanelas não houve corrupção nem compadrio?

    com o ex-director do jornal o jogo presente na célebre reunião do altis e semanas depois convidado a um cargo directivo no universo fcporto não houve corrupção e compadrio nem vínculos curiosos?

    vergonha alheia causa-me ver como alguém como tu desliga toda e qualquer racionalidade quando fala de futebol.


    • Ouve lá, ò Marques Mendes, de onde me conheces tu para saber se eu não critiquei todos esses aspectos que referiste? Como? De lado nenhum? Então e se fosses para o caralho especular sobre os teus amigos? Parece-te boa ideia? A mim parece, que não tou para aturar virgens ofendidas que justificam o injustificável com situações que foram, no seu devido tempo, esmiuçadas.

      P.S: Sou portista, não sou adepto do Pinto da Costa, que há muito que devia ter sido punido pela justiça. Tenta lá dizer o mesmo sobre os corruptos do teu clube em vez de te estares a agarrar a desculpas esfarrapadas.

  2. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Isto já parece a interferência dos russos na campanha do Sócrates.
    Esta gente, agora na bola, estão claramente a praticar a lavagem de cérebro… E dá-me a ideia que à medida que o dito campeonato avança, as lavagens ao cérebro aumentarão de frequência…
    Nunca percebi como a bola é capaz de transformar as pessoas, até ouvir os F. Marques, os Saraivas, os Guerras e os J. Mendes deste país delirarem com o esférico!!! Surpreendente embora irracional.


    • Ernesto, tenho muito respeito por si, e como tal vou-lhe perguntar, com todo esse respeito, se me está a comparar com os restantes indivíduos referidos no seu comentário. De seguida peço-lhe que, em vez de se desviar do tema em questão, que clarifique a sua posição sobre as declarações do Rui Pedro Braz.

      Cumprimentos

      • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

        Boa tarde João Mendes.
        Muito obrigado pelas suas palavras.
        Também nutro muito respeito por si e tenho pena de o ler completamente transfigurado quando o tema é a bola.
        Eu não o queria comparar com qualquer desses indivíduos, porque tenho por opinião do muito que leio da sua parte, que o João Mendes é uma pessoa esclarecida, ao contrário deles que são “cartilheiros”, cada qual no seu reino.
        Contudo, depois de ler o que escreveu há dias a um comentador, dirigindo-lhe palavras extraordinariamente duras e mal educadas e depois ainda de ler o seu último comentário aqui neste post dirigido ao “ganda nóia”, exactamente na mesma forma, a única coisa que lhe posso dizer é que a bola transfigura, muitas vezes as pessoas e, concomitantemente, abala o conceito que se faz das mesmas.
        E neste campo, confesso-lhe com toda a abertura, que me considero desiludido, pois partilhando grande parte das ideias que transcreve, não as identifico com a conduta de mau tratamento a pessoas quando se exprimem raciocínios diferentes dos que defendemos. E não é pelo facto do João Mendes ser portista. Não sendo portista – sou benfiquista – tenho muitos amigos portistas e podendo discutir isto e aquilo, lhe garanto que nunca deixo descer o tema ao insulto.
        Meu sogro, um portista dos sete costados e uma pessoa que se fosse viva teria praticamente 100 anos, dizia-me, há muitos anos, que o que é extraordinário nas bancadas de um estádio de futebol é a impossibilidade de distinguir o trolha (com todo o respeito pela classe) e um doutor…

        Digo-lhe com toda a sinceridade, que me preocupa o modo como a imprensa – para mim, esses jornaleiros são gente sem coluna vertebral – são os grandes responsáveis por este estado de coisas. Essa gentalha, munida de detonadores que transformam um caso colateral numa explosão dantesca e de água sob forte pressão para abafar os temas que o seu patronato não quer ver na praça pública, manipula perigosamente as pessoas e mais grave, distrai as pessoas dos verdadeiros problemas.
        Logo, custa-me, tudo isto que vejo passar à minha volta. Já não posso ver um programa de televisão sem me encontrar com a iniquidade dos comentários sobre a bola. Assisto à abertura de telejornais com comentários sobre a bola e parece que, num instante, toda a gente respira futebol. Eu gosto, mas não respiro, muito longe disso. E por isso muito me custa ver o Aventar a entrar no mesmo rumo da fútil televisão. Já aqui mesmo, o manifestei.

        Mas respondo à sua questão.
        Para já, não me desviei de nada. Dei às declarações a importância que para mim têm, no âmbito da bola.
        Eu não me pronuncio – como já deve ter reparado – sobre estas coisas da bola. Apareço quando entendo que devo aparecer, pois não sou adepto da clubite, nem a uso nos meus comentários. Sou benfiquista, como atrás disse, mas não me vê aqui a atacar o Porto ou o Sporting para defender o meu clube. Tenho um modo de estar que se não coaduna com o que vou vendo, lendo e ouvindo.
        Não comento as declarações de A, B ou C e se calhar, muito haveria a comentar, mas explico-lhe porquê:
        Entendo que este país tem enormes problemas – que as suas bem construídas crónicas denunciam – e entendo que o futuro do país e o bem estar dos cidadãos não pode passar por este futebol de estado absolutamente demente e irracional, onde o conceito lúdico foi parar às urtigas e onde, as entidades que o superintendem, estão para ele como o Provedor da Informação está para ela: marimbando-se, pura e simplesmente.
        Esta gentalha da bola, se não fossem as notícias que vão saindo sobre si nos pasquins diários, se não fosse a promoção social demente que deles fazem, seriam como a água: inodoros, insípidos e incolores. Não valem nada, excepto o protagonismo que a (pobre) bola lhes dá.

        Agora, sobre as palavras do comentador que não tinha ouvido até à altura deste post.
        Eu acho que é de uma hipocrisia sem limites não estar de acordo com ele. Este é um retrato deste País e não é de agora. Leia as suas crónicas, João Mendes e veja se 9 vezes em dez, não é exactamente isto que diz ou seja, um país que se rege por princípios onde a corrupção é a ordem do dia. Começa na Assembleia da República… com os negócios deputados – escritórios de advogados e passa aos negócios dos políticos no activo – fora dele. Chama-se, por outras palavras Tráfico de Influências, uma prática completamente HORIZONTAL à nossa vida social, política, económica e desportiva há centenas de anos.
        Eu vivo em Portugal caro João Mendes e quero crer que o meu amigo também.
        Permitindo-me uma intrusão com FACTOS passados com vários clubes na era do dito Apito Dourado, foi EXACTAMENTE isso que se passou. Se o caro João Mendes ouvir o You Tube tem lá as provas todas. E não foi só o F, C, do Porto.
        Se o João Mendes quiser ser ingénuo, pois seja-o, mas não me peça para ser. Ando cá há quase 70 anos e aquilo que o comentador faz é um retrato do País onde todos vivemos.
        O problema, uma vez mais, chama-se futebol, Fosse isto dito no contexto do tráfico de influências na vida social, política e económica e veria os “gostos” que teria com a sua crónica.
        Caro João Mendes. Eu não sou hipócrita e subscrevo o que o comentador diz, mas vejo o que ele diz como retrato do País e não apenas do futebol. Factos, são factos.
        Mas, tal como ele diz, isto não é desculpa para se chegar onde se chegou. Mas é evidente que a inexistência de justiça, o favorecimento de compadrios e a protecção das “dignidades”, é um obstáculo a fazer tábua rasa em tanta MERDA que até hoje foi feita, sem qualquer julgamento ou, quando existiu, sem penas. É, claramente, uma prática bem portuguesa de há centenas de anos.

        E termino: Não sou sócio de clubes, nem de partidos. Tenho as minhas ligações, mas não lugares cativos e sobretudo, nunca fui um “yes man”. Considero-me um pensador livre e assim quero continuar.
        Receba um abraço de admiração.

  3. Roxo says:

    Os do Estoril, Portimonense e Chaves estavam danados com os de Paços de Ferreira… parece que não abriram a perninha!


  4. A cunha é só para quem pode pagar!!!
    Democratize-se e institucionalize-se a cunha, já!
    Eu sou pobre e também quero ter direito à cunha…quero passar à frente dos outros, porque para mim, eu sou a pessoa mais importante do mundo…
    Lutemos pois pelo: “Aplicação à Cunha do Usucapião.”
    Se não fosse tão triste esta apologia da cunha, tornava-se cómica!


  5. Será que não há quem perceba que isto é muito mais grave que a bola. Isto aqui já não são azuis contra vermelhos. Trata-se de termos uma comunicação social de tal forma tóxica e viciada, em que o respeito por si mesma e pelo seu público já desapareceu ao ponto de manter antena reservada para vozes como esta, que vem expor o nojo que são aos olhos de todos.
    Eu não meto cunhas, eu não proporciono cunhas. Não recebo almoços grátis, nem os pago. Considero um insulto assistir a este tipo de pessoas receber o púlpito da televisão para vir debitar este bom senso do trafulha.
    E se acham que isto tem a ver com futebol, abram os olhos.


    • Sim, é verdade o que escreve. Vai para alem da “bola”.
      Agora, com pilhéria: “abram os olhos” e só vêm um prato de lentilhas pago pelo “cacique”.


  6. O nacional benfiquismo, como qualquer regime autoritário e arrogante, baseia-se na corrupção e nos comportamentos mafiosos. E assim vai Portugal.

  7. abdul says:

    este aventar com escepçao de originar por vezes algumas gargalhadas nao passa dum site de merda!Futeboys,taberna,bebedeiras,carroceirismo parolense,pontape e chapadão e pimbalhada im estremiz sao os miminhos de um povo de merda que enoja até ao vomito!que seria dos outros sem voçezes,obrigado por serem tao portugueses e obrigadinho a quem voz ha feito aussi.merci a toutes!bonjur a toutes god bliss you al.from do botao ov mi hart!quanto a democracia que se foda porque sao as tretas que engordam a peida e sem a gordura na peida as imorroidas doeem como o caralho!

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