O coreto mais correcto

Crows swoop down into the empty bandstand. I don’t know what they could be looking for.

— Sam Shepard

“Cow that went into them boots musta had the measles, huh? What kinda hide you call that?”

“That’s belly ostrich, sir.”

“Belly ostrich. I’ll be. Ostrich ain’t even a cow, is it?”

Sam Shepard

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Duvido que Ricardo Araújo Pereira tenha pronunciado o correspondente a correto, ou seja, [kuˈʀetu]. Muito provavelmente, pronunciou [kuˈʀɛtu], ou seja, correcto. Aliás, Araújo Pereira tem razões para estar irritado com o «politicamente correto», mas contente com Barreto [barrete+o], forreta, carbureto, jarreta, cloretocoreto e correto, perdão, correcto. Exactamente. Atenção aos ataques ramificados: porque o ‘coreto mais correcto’ funciona, mas o ‘coreto mais concreto’, variante do título, ou até «os teus segredos mais secretos», dos Rádio Macau, nem por isso. Porque, como os crows no coreto e a cow que não é avestruz, «there are more things in heauen and earth Horatio then are dream’t of in your philosophie».

O coreto mais correcto: o da minha infância (http://bit.ly/2G2EO9B). Foto via mapio.net: http://bit.ly/2FUZ0XX

No sítio do costume, já se sabe, não há problemas, é tudo facultativo:

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Se não é, deveria ser.

Se não é, deveria ser inconstitucional, o Ministro das Finanças de Portugal dirigir-se aos seus concidadãos numa língua estrangeira.

O pior pesadelo da direita portuguesa

Autoria: Luís Vargas@Geringonça

Será Miguel Esteves Cardoso um emissário de Belzebu, disfarçado de monárquico convicto? Ele sempre foi adepto