Os professores não exigem pagamento de retroactivos

Para se ser comentador televisivo, é necessário, na esmagadora maioria dos casos, possuir uma de duas características: pertencer a um partido que esteja ou tenha estado no governo e/ou não dominar os assuntos que se comenta. A primeira é muito comum e a segunda é obrigatória. Há uma terceira hipótese que não se pode provar, mas de que se desconfia: os comentadores televisivos dominam os assuntos mas mentem, que o poder e o dinheiro (que é poder em forma de papel-moeda) a isso obrigam. Em qualquer dos casos, é fundamental não se ter vergonha na cara, porque quem fala do que não sabe irá errar muitas vezes e quem mente profissionalmente precisa de se sustentar.

Fernando Medina (consultai atentamente o link, não vá haver erros) disse, no seu comentário semanal, que não é possível pagar aos professores os retroactivos que estão a reclamar. Cá está: ou não sabe ou está a mentir. Os professores reclamam a reposição do tempo de serviço e não a reposição do dinheiro que lhes foi sonegado, como a muitos outros, devido às falcatruas perpetradas em nome da troika, esse gigantesco esquema global que serviu para entregar dinheiros públicos a entidades privadas que andaram a brincar aos casinos.

Vamos lá repetir: os professores não estão a exigir o pagamento de retroactivos. Mais uma vez: os professores não estão a exigir o pagamento de retroactivos. Em suma: os professores não estão a exigir o pagamento de retroactivos. O que é que os professores não estão a exigir? Isso mesmo: não estão a exigir o pagamento de retroactivos. É simples, não é?

A propósito da não exigência do pagamento de retroactivos, recomenda-se aos cidadãos preocupados com a Educação que assinem a Iniciativa Legislativa de Cidadãos para Recuperar Todo o Tempo de Serviço Docente. Os que não se interessarem pelo assunto podem continuar a ouvir Fernando Medina e Miguel Sousa Tavares, o mesmo que, há uns anos, também não sabia de que é que estava a falar.

Comments

  1. Luís Lavoura says:

    Mas a reposição do tempo de serviço significa que os professores sobem automaticamente de escalão e que, portanto, o Estado passa a ter que lhes pagar mais.
    Portanto, de facto aquilo que os professores estão a reivindicar é um salário maior. É mais dinheiro.

    • Rui Naldinho says:

      “Portanto, de facto aquilo que os professores estão a reivindicar é um salário maior. …”

      Era suposto os Professores, depois de nove anos de carreiras congeladas, reivindicarem um salário ainda menor?

    • António Fernando Nabais says:

      Sim, mas os professores não estão a exigir pagamento de retroactivos.

      • Luís Lavoura says:

        Sim, é verdade, não estão a pedir retroativos.
        Mas, talvez, antes estivessem. Os retroativos ser-lhes-iam pagos de uma só vez. Pelo contrário, as progresões na carreira implicam despesa acrescida em todos os anos subsequentes.

        • António Fernando Nabais says:

          Tudo o que não for receita será despesa, restando classificá-la como virtuosa ou não. O dinheiro que continua a ser queimado na fogueira dos bancos, das PPP e de muitas dívidas ilegítimas é despesa. Será virtuosa? Não me parece.

    • António Fernando Nabais says:

      Mesmo com o descongelamento, os professores ganham menos hoje do que há dez anos.


      • …..também os funcionários públicos, Fernando Nabais !!!!!

      • JgMenos says:

        A pergunta são: para o país em que vivem,
        Ganhavam demais?
        Ganham demais?
        Ganhariam demais?

        Quanto aos direitos e garantias que tenham os mesmos dos trabalhadores privados quando a empresa vai à falência; e o Estado faliu em 2010!

        • António Fernando Nabais says:

          Quanto acha que deve ganhar um professor?
          Os trabalhadores devem estar defendidos da incompetência ou da má-fé dos patrões, estejam no público ou no privado. Logo, são os do privado que devem ter as mesmas garantias que têm os trabalhadores da administração pública.

          • JgMenos says:

            Pois, o fofinho da função pública é porque o patrão manda os tribunais cobrar a receita, e nem precisam de ter bom produto.
            Mas os mamas hajam muito justo tudo isso…

  2. Rita Assunção says:

    No primeiro assalto o objectivo foi trabalhar menos que os demais ( viva a igualdade ! que o desgraçado trabalhador paga).
    No segundo assalto o objectivo é “sacar” mais graveto que virá direitinho dos bolsos dos desgraçados trabalhadores que os sindicatos supostamente deviam defender.

    Rita Assunção

  3. António Fernando Nabais says:

    Não percebi bem, mas desconfio de que a Rita pertence ao grupo que usa o argumento há-quem-esteja-pior-e-por-isso-não-têm-razão-para-protestar. No dia em que todos tivermos desistido de lutar pelos nossos direitos, a exploração será ainda mais fácil. Pense naquilo que é justo e não se conforme por saber que todos estão igualmente mal.

    • Bento Caeiro says:

      A questão, a velha questão, é que – para além da contagem do tempo para efeitos de reforma e o direito à mesma, em conformidade com os valores descontados – o único direito legítimo é ser pago, segundo o acordado, pelo trabalho prestado. O restante é somente a procura – a caça – ao privilégio. A função pública – porque em situação estável e segura em termo de emprego, face aos outros trabalhadores – é exímia nestas exigências. Sendo seguida, nesta sua pretensão, por outros sectores, face ao poder negocial que conseguem obter – como é o caso dos professores – pela função que desempenham.

      • António Fernando Nabais says:

        Boa piada, Bento.

        • Mónica says:

          A questão também é como diz muito bem o Bento trabalhar por aquilo que foi acordado e o que foi acordado não é isto que está agora.

      • Nascimento says:

        É sempre assim o raciocinio do escarro bentinho: tentar arrasar os ” privilégios” dos que trabalham em condições um pouco menos precárias que os outros! Destruir a existência dos serviços publicos, etc. A ” preocupação” com os ” outros”, os do ” privado”!! Comovente!Não é?
        O que é que ele quer? Ora! Privatizar e ” Reformar” o sector publico! ahahahahah
        Ó bentinho , FAZ ASSIM:escreves uma carta, enfias-te nela, fechas-te lá dentro, pedes a alguem para te enviar para uma cidade europeia ( bem longe), pode ser que desapareças de vez meu bandalho! Do modo como estão os CTT é CERTINHO, e, era uma maravilha.

    • Luís Lavoura says:

      Pense naquilo que é justo

      Eu pensando naquilo que é justo não considero justo que um qualquer trabalhador, público ou privado, professor ou de outra profissão qualquer, seja promovido em função do tempo que está ao serviço.
      Como pessoa que tenho já uma certa idade sei bem que as pessoas com uma certa idade não têm a mesma capacidade de trabalho que os mais novos e não considero justo que as pessoas já com mais idade ganhem mais do que os mais novos, só porque trabalham há mais tempo.
      Por isso compreendo que as reivindicações dos professores estão de acordo com o estatuto da sua carreira mas considero que esse estatuto é injusto.

      • António Fernando Nabais says:

        Em parte concordo consigo, mesmo que essa seja outra discussão. De qualquer modo, isso implicaria, na minha opinião, que o salário em início de carreira fosse muito mais elevado do que é. A progressão através da antiguidade permite ao Estado (ainda mais, graças ao sistema de quotas) controlar a despesa. A capacidade de trabalho também se pode adquirir com a idade, dependendo das profissões. Haveria e há muito a debater.

        • Bento Caeiro says:

          O argumentário nabal é surpreendente – tipo chuva no nabal e sol na eira (não sei é se os professores sabem o que são nabal e eira?) – por um lado não concorda, mas depois já concorda sobre a questão inerente à antiguidade.
          Pois, é como a filosofia do fracasso, em vigor entre os professores, que os levou e ao ensino a cairem no pântano em que estão.
          Segundo os mandamentos desta: os alunos devem essencialmente ser felizes nas aulas e perante o ensino, mesmo que à custa da aquisição do conhecimento e da disciplina no presente; e da infelicidade, pelo fracasso, futura.
          Meus senhores, aprendizagem é trabalho, esforço, dedicação. Como quem diz: sangue, suor e lágrimas, no presente, para evitar as emboscadas e os males do futuro.
          É como a preparação para a guerra e, quem não estiver preparado, morre, vai ficar muito ferido ou sofrerá muitos dissabores – certamente fartar-se-á de esperar pelas antiguidades.
          O resto é conversa da treta.

          • António Fernando Nabais says:

            Continue a insistir, que não há maneira de acertar. Não consigo deixar-lhe aqui a ligação. Entre outros, tenho um texto no aventar intitulado “O tédio dos alunos”. O Bento não consegue adivinhar e não sabe ler.

          • Paulo Marques says:

            ” mesmo que à custa da aquisição do conhecimento e da disciplina no presente; e da infelicidade, pelo fracasso, futura ”
            A disciplina, até certo ponto, concordo consigo. Já o conhecimento bastante menos, grande parte o que é avaliado (à moda do século XIX, que nunca se evoluiu) é irrelevante e/ou ultrapassado na vida adulta/profissional. É relevante como formação cívica, mas quem aprende para o exame, além de esquecer no dia seguinte, nunca mais quer olhar para aquilo.

      • Paulo Marques says:

        ” as pessoas com uma certa idade não têm a mesma capacidade de trabalho que os mais novos ”

        As mesmas não têm, certamente, mas isso não implica que tenham menos, uma vez que já passaram por todos os erros que os outros ainda vão cometer.

        • Paulo Marques says:

          Na informática, que tem particular ódio à idade, é tão notável que ultrapassa o ridículo.

  4. Rita Assunção says:

    O seu argumento é do tipo do “Capitalismo Selvagem” ou seja o que me interessa é o “meu” , o resto que se desemerde.
    A Igualdade para si é só em relação aos que estão melhor que você, e em relação ao que estão pior você já é liberal…
    Os profs. como estão no setor publico e representam uma força de voto enorme valem-se disso para exigirem previlégios que obtem à custa dos que não tem voz.
    Não se eaqueça e seja honesto: o funcionario público “vive” as costas du trabalhador, e você vive bem com isso…

    Rita

    • António Fernando Nabais says:

      A Rita não deve estar a responder ao meu comentário anterior ou está muito confusa.
      Eu defendo os direitos de todos os trabalhadores, professores incluídos (a não ser que os professores não possam ser considerados trabalhadores), e defendo, ao mesmo tempo, o “capitalismo selvagem”? Está boa!
      Os professores, graças à sua crónica desunião, têm pouco poder, mas é verdade que representam uma fatia de votantes muito apreciável e devem usar isso para que haja mais justiça.
      A Rita e muitos outros, cheios de uma “inveja social” acéfala, é que acabam por defender um capitalismo selvagem porque preferem que os outros estejam mal a lutarem por estarem tão bem como eles, é o que se chama nivelar por baixo. Em vez de apoiarem e imitarem aqueles que ainda conseguem ir lutando e acreditar que essa luta vos ajuda, preferem “puxar” para baixo (não sei se é um mito urbano, mas diz-se que os caranguejos puxam para baixo aquele que está quase a fugir do balde).
      Finalmente, sou muito honesto: um funcionário público vive à custa do seu trabalho (a sua frase é gira: de um lado, os trabalhadores, e, do outro, os funcionários públicos) e paga impostos como todos os outros. Ao contrário de si, não vivo bem com a desgraça dos outros (nem desejo desgraças aos outros – penso, por exemplo, que o horário de 35 horas semanais deveria estender-se a todos os trabalhadores).
      Enquanto houver pessoas a pensar o mesmo que a Rita, os patrões continuarão a esfregar as mãos, porque percebem que têm à sua frente gente que aceita ser pisada desde que todos sejam pisados. A Rita também deve acreditar que direitos são privilégios. Siga!

  5. Rita Assunção says:

    Pois pois…
    Eu sei bem do que falo, pois o meu marido é professor e ele próprio, como sabe pelo meu exemplo o que é trabalhar no setor privado “e ser pagador liquido de impostos” diz que os professores não sabem o que é trabalhar no duro, tem previlégios e mais previlégios ( consideram-se previlégios porque só estão ao alcance de alguns ) e trabalham muito menos que os trabalhadores não públicos.
    O funcionario tem muito tempo para racionalizar toda uma teoria que lhe “dá direito” a ser tratado acima dos demais. E com essa teoria elaborada fica de consciencia transquile e fala como se preocupasse com os desfavorecidos . Não foi para serem criadas “Castas” que se fez Abril…

    Rita

    • MANUELA says:

      Fale por si e pelo seu marido não pelos outros

    • António Fernando Nabais says:

      O seu marido deve ser um mau professor, porque os bons trabalham e muito, como, aliás, deve ser. Espero que ele, pelo menos, saiba, que se escreve “privilégio”. Abril fez-se para que todos os trabalhadores tenham direitos e fez-se para que haja educação de qualidade para todos, o que implica dar aos professores condições de trabalho e aos pais condições para acompanhar os filhos. O Abril defendido pela Rita é o do dia 24.

      • Ana Moreno says:

        Nabais, estes comentários são daqueles que provam que, por muito que nos doa reconhecer, a mesquinhez predomina na espécie humana. Sim, há gente solidária – mas é minoritária. Isto custa para caraças a entrar na cabeça, porque uma pessoa não quer acreditar.

        • António Fernando Nabais says:

          Ana, a rica Rita tem o mesmo IP que outra comentadora que já apareceu com outro nome. O marido é tão real como um unicórnio. De qualquer modo, é verdade que a mesquinhez impera e que há muita gente a pensar que é preferível retirar direitos a uns do que lutar para que todos tenham os mesmos.

          • Mónica says:

            Ia dizer isso mesmo! A Rita?? que invente outra peta que essa não cola. A não ser que o “marido” seja professor no ensino privado. (estes trolls avençados, pensam que não são topados!)

          • Paulo Marques says:

            “Ana, a rica Rita tem o mesmo IP ”

            Cuidado com a GRPD 🙂

  6. Rita Assunção says:

    Essas teses são conhecidas. Os professores trabalham muito mais que os outros. Deixa-me rir… trabalhar 22 horas por semana ?
    Ah pois, preparar as aulas , porque a ciência evolui à velocidade da luz… Deixem-se disso…Um professor mediano prepara as alas no primeiro ano que dá a disciplina! Isto como digo se for medianamente inteligente.
    A diferença entre antes e depois Abril é que os privilegiados passaram a ser outros…
    O grande Sergio Godinho é que vos descreve bem:

    “Uns comem tudo e outros não comem nada…”

    Em relação ao meu marido olhe que não é o único, do grupo dele que tem a franqueza e lucidez que são realmente privilegiados . E claro entre o grupo pois para fora são como você…

    Rita

    • António Fernando Nabais says:

      A Rita tem o mesmo IP da comentadora Anabela Fontes, que já apareceu por aqui a dizer mal dos professores, e, quando muda de IP, no último comentário, também mudou de endereço electrónico. Diga-me uma coisa, Rita, o seu marido partilha-a com a Anabela?

    • Paulo Marques says:

      “Em relação ao meu marido olhe que não é o único, do grupo dele que tem a franqueza e lucidez que são realmente privilegiados .”

      Por isso é que nenhum está na função pública, são demasiado honestos.
      Mesmo que fosse verdade, e 2018 não é 1999, não vejo mais ninguém a puxar pelos trabalhadores para cima, muito pelo contrário, acham que quanto mais endividados estão melhor está o país. Como canta o Mário, o que não tem nada a ver com a crise que ainda não acabou.

  7. Rita Assunção says:

    Essas teses são conhecidas. Os professores trabalham muito mais que os outros. Deixa-me rir… trabalhar 22 horas por semana ?
    Ah pois, preparar as aulas , porque a ciência evolui à velocidade da luz… Deixem-se disso…Um professor mediano prepara as alas no primeiro ano que dá a disciplina! Isto como digo se for medianamente inteligente.
    A diferença entre antes e depois Abril é que os privilegiados passaram a ser outros…
    O grande Sergio Godinho é que vos descreve bem:

    “Uns comem tudo e outros não comem nada…”

    Em relação ao meu marido olhe que não é o único, do grupo dele que tem a franqueza e lucidez que são realmente privilegiados . E claro entre o grupo pois para fora são como você…

    Rita

  8. Rui Naldinho says:

    O grande Sergio Godinho é que vos descreve bem:

    “Uns comem tudo e outros não comem nada…”

    Só agora consegui perceber a razão pela qual você acha os professores uns privilegiados.
    E pelo que acabou de escrever, alguns devem sê-lo, de facto.
    “Gostava de saber quem foi o “idiota” que lhe “ensinou”, que a canção “Os Vampiros”, era do Sérgio Godinho?

  9. Rita Assunção says:

    Realmente foi um lapso, deve ter sido porque estava a ouvir no PC o Sergio Godinho.
    Está reposta a verdade.
    Mas é assinalável a “violência” da correcção.
    Não era preciso!
    O especialista evidencia tiques inquisitoriais, face a heresia cometida…

    outras religiões ….

    Rita

    • António Fernando Nabais says:

      Ó Rita, estava a ouvir no PC da Anabela Fontes ou no seu?

    • Mónica says:

      Como outra prova que a Rita é um troll é dizer que o horário semanal de um professor é de 22 horas. Anda mesmo a leste!

  10. Brito says:

    Aqui o democrata Nabais, face a uma opinião contrária logo tem a necessidade de saber o IP.
    O IP é muito importante .
    O Nabais quer saber quem tem a opinião contrátria. Ele precisa de identificar a opinião contraria. O Nabais deve defender o voto “braço no ar”, como as “democracias” socialistas.
    O Nabais deve ser um apoiante do controlo da Internet, que é lá isso de se escrever aquilo que cada um pensa, se isso não é “Correcto”?
    Os tiques de 24 de Abril parecem intrinsecos ao povinho portugues fosca-se…

    Brito

    • António Fernando Nabais says:

      Olha, chegou o marido da Rita e da Anabela. Sou um censor do piorio, não sou? Até apago comentários e tudo! O mail que criou é o máximo, ó Brito!

    • Mónica says:

      Claro Brito, qual é o problema? Se quer um lugar para dizer “bacoradas” à vontade arranje um blogue só seu! É preciso ter lata!

  11. Anonimo says:

    Rita,
    Conhecendo eu este tipo de caramelos como eu conheço, finja-se de morta, pois ainda vai acabar a mandarem-na prá cozinha…a emancipação da mulher está restrito ás progressistas…

    Anónimo

    • António Fernando Nabais says:

      Não se finja de morta, Rita, continue a comentar, por favor, e traga a Anabela e o seu marido. Não precisa de ir para a cozinha: mandamos vir umas “pizzas”.


  12. No tempo do Salazar, em 1970 com 15 anos comecei a trabalhar num escritório de uma empresa privada, com a categoria de Praticante, depois de 2 anos “progredi” para a categoria de 3ª escriturária, depois 2ª e depois 1ª…

    É este tipo de progressão na carreira dos professores que o sector privado combate tão ferozmente?!

    É que se acham justo que se deva “congelar o trabalhador” num determinado patamar e se concordam, que se deva roubar anos de carreira a alguém, que se irá reflectir na sua futura reforma, então está tudo doido…ou eu, ainda, não percebi bem o que está em causa

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