
Na mouche…
18/08/2018 by

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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E o que significa viver em sociedade, sabe?
A direita também tem a sua agenda do politicamente correcto, essa sim verdadeiramente política.
O conceito do “políticamente correcto” é uma invenção populista para desqualificar de imediato posições/opiniões genuínas. O uso desse carimbo é uma armazita de arremesso que tem como munição uma generalização abusiva.
Não, o politicamente correcto é uma lista de conceitos que se insere numa agenda política que pretende reescrever a História, redefinir a sociedade, e basicamente “reeducar o povo”, na senda do que de pior tem a esquerda marxista/trotskista.
O que é “uma armazita de arremesso que tem como munição uma generalização abusiva” é a qualificação de “populista”, que jose serve a alguns para tentar desqualificar tudo aquilo com que não concordam.
Essas “posições/opiniões” são tão “genuínas” como quaisquer outras (embora haja quem pretenda fazer delas as únicas opiniões genuínas).
Felizmente há cada vez mais quem denuncie a situação, e brade alto e bom som que o rei vai nú.
Pronto, tá bem! Pode passar lá pelo Largo do Caldas! Tem direito a um torrãozinho de açúcar! Na Rua de S. caetano também apreciam mas agora parece que aquilo é mais tripas á moda do Porto.
“Mamãe”? “Correto”? Que é isso cara? Vossa Excelência virou Politicamente Incorrecto? E está aqui tentando agendar polêmica com imbecil? Que é isso cara?
Que desilusão, Almeida! A propósito, não vi você na tourada de homenagem ao emigrante! Onde se meteu, cara?
Bem, a gente tá siderada Almeidão! Não sei si será possível dar resposta, de tal modo a mouche está atingidona pela certeira pontaria de Vossa Ecelência, Almeidão!
O meu Vôvô, que era um cara velhadas ma sempri jovém, dizia sempre pra mim “Ólha netinho, um dia você vai usar ordenador, mas tenha cuidado com um cara de tal Almeidão: quando ele amanda bosta (vovô queria dizer posta, mas a protisi não colava bem) terá de estar pronto prá risposta”!
E ele me disse: “le responde filho! Como dizem lá,na favela, Almeidão é cara de papelão” (nesta altura, confesso,i a família ria-se muito mas, felizmente, em português de cá).
Na risposta, usando o mesmo cuadrinho:
Minina: “Mamãe, o que significa ser Politicamente Liberteiro Almeidão?”
Sinhora: “Renunciar a teus próprios conceitos, para conseguir uma colossal, magnifica, grande prá burro, aceitação de uma minoria de imbecis liberteiros”
É assim, Almeidão! Vida de postador não tá gostosa não!