Uma questão de escolha

Não me interessa saber se pertencem a uma minoria étnica, ou se são altos, loiros e possuem olhos azuis. Tão pouco me interessa se são ateus, agnósticos, cristãos, judeus, muçulmanos ou budistas. Quem teima em viver à margem da lei, atentando contra o direito à propriedade, tem que sofrer duras consequências.
Após uma frustrada tentativa de furto no interior de estabelecimento comercial, a segurança chamou a polícia que identificou os autores do crime, em seguida dezenas de familiares tentaram tirar desforço, agredindo os agentes que tiveram que receber tratamento hospitalar. Tudo isto sem que alguém tenha sido detido, apenas três pessoas foram identificadas e sabemos que isso resulta sempre em nada.
É inadmissível que ocorram este tipo de situações, sem que a polícia possa usar a força. Entre um polícia e um bandido, nem hesito, prefiro que o polícia. Mas todos sabemos que nestes casos se os agentes tivessem cumprido inteiramente o seu dever, no dia seguinte estariam acusados pelos que sempre desculpabilizam criminosos. Quando estes pertencem a uma qualquer minoria ainda aparecem algumas associações com acusações de racismo ou xenofobia.
A continuarem com este tipo de permissividade, não se queixem que um destes dias o populismo encontre terreno fértil para o crescimento eleitoral. Viver dentro ou fora da lei é também uma questão de escolha e escolhas têm consequências. Doa a quem doer, criminoso merece tolerância zero, a bem da sociedade.

Postais da Raia #3 e #4 (Sabugal e arredores)

«Ah, mas onde é que estão as aldeias todas?»*

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E podia ficar-me apenas por aqui, para resumir os últimos dois (mesmo três) dias. Não é que as aldeias não existam, mas a verdade é que estas aldeias (as históricas e as outras) não existem, ou já quase não existem. As razões são múltiplas, escrevi-o antes de antes de ontem e variam entre o abandono e a ruína e a transformação noutra coisa qualquer.

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Todo o cais é uma saudade de pedra

Ide.