O triunfo da liberdade – V


O lunatismo de quem falava em vontade popular, mas não queria saber de eleições livres…

Comments

  1. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Caro António Almeida:
    O dito sistema não passou, mas olhe que isso já se passou há muito tempo.
    Pare de tirar esqueletos do armário, a maioria dos quais a preto e branco…
    Deixe o passado e falemos daquilo que hoje nos tolhe: O Arco da Governação com os seguintes apêndices (não exaustivo e sem ser por ordem de importância).
    1 – A corrupção política e social
    2 – A impunidade dos políticos
    3 – A ligação dos deputados a escritórios de advogados que os torna juiz em causa própria.
    4 – Os contratos tóxicos público privados, vulgo SWAPs
    5 – A assalto que foi e é cometido contra os portugueses para pagar a crise bancária.
    6 – Cavacos e quejandos…

    Quando, na situação a que chegamos, partindo daquele rosário que acima enunciei, se vem falar do passado, fico assustado. Virá aí uma sabatina sobre Salazar?

    Cumprimentos.

    • JgMenos says:

      No armário continua toda a ideologia que aspira a dizer o mesmo: somos poucos mas temos a Verdade; deem-nos força e serão felizes para sempre!.

      • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

        Lá aspirar, não tenho dúvidas que aspira e quanto à força, ela não se dá. Conquista-se.
        Tudo isto faz parte daquilo a que se chama o combate político.
        Mas isto é em democracia… não estou seguro que me entenda.
        O que António Almeida nos traz, não é combate político. São recordações de eras revolucionárias, fora do contexto actual que se deveria centrar na corrupção e na impunidade dos políticos.
        Gosto muito de história, mas uso-a para evitar repetir sempre os mesmos erros, coisa em que a humanidade é mestre. Mas acontece que o perigo, hoje, nada tem a ver com a situação do imediatamente após o 25 de Abril, mas sim com o imediatamente antes.
        E eles (e elas) andam por aí 🙂

      • ZE LOPES says:

        E o que é que V. Exa. está a fazer lá dentro do armário? Deite cá p’ra fora! Seja corajoso!

      • Paulo Marques says:

        São poucos? Bruxelas está cheio desse discurso.

  2. JgMenos says:

    Esta foi a noite em que fui a dormir seguro do destino do PREC.

    • ZE LOPES says:

      Pois! A seguir a uns “Captagons” não havia nada como um “Valium 5”!

      Ah! Mas espere? PREC? Está a referir-se ao Pio Rasteiro Eanes Carneiro? Esse gajo era perigoso! Estava lá em casa? A fazer o quê? Ainda bem que o expulsaram! Antes disso era difícil dormir descansado. mas, já agora…estava lá em casa? Huuummmmmm!

  3. ZE LOPES says:

    Acabo de receber, de mão invisível, mais uma missiva do grande “penseur politique liberalotte et libertériotte” francês D’Antoine d’Almeida:

    “Cher Almeida, liberteriotte portugais:

    Permetez moi vous citer: “O lunatismo de quem falava em vontade popular, mas não queria saber de eleições livres”

    Ça etait déplorable! Vraiment horrible! Particuliérement parce qu’il n’était pas dit dans une langue civilizée comme, par exemple, le Français:

    Je vaudrais, sincérement, developer mon raisonnement mais maintenant j’ai mis mon gillet jaune parce que on doit defendre la volonté du peuple contre les impôts Macron. Il dit qu’il a étè elu…Oh! Oh! Oh! Elections! Il y a ça pour des hommes? Ah! Oh! OH!Ahhhhhh!

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