Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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O ser humano é único animal que cobre o corpo de roupas e que se esconde quando vai copular. Até se fizeram leis para proibir a nudez, quanto mais fazer sexo onde apetecer!
Os pais continuam a não conversar com os filhos sobre sexo – e esses são os principais responsáveis da educação dos filhos, porque as escolas são para ensinar – e depois o poder político, vai ainda atrás de todas estas teias de aranha, e acham que as crianças descobrem as coisas espontaneamente.
E o problema é que a pornografia não foi feita para fazer pedagogia nos mais novos.
A bem ou a mal, mal ou bem, os alunos aprendem sexualidade nas escolas. O resto é, de facto, faz-de-conta.
Que machismo?, que feminismo? O que se deve ensinar às “criancinhas” nas escolas é que a mulher deve ser feminina e não feminista e o homem deve ser macho e não machista. Este é o conceito que deve prevalecer, o contrario, é preconceito e que leva á guerra dos sexos e, nesta, não se devem envolver as crianças.
Caro Júlio, não sabe o que é o machismo nem como se manifesta? Em que planeta vive? O que é ser feminina? Não é imprescindível as criancas receberem educação sexual sem preconceitos? Quer que aprendam através de filmes pornográficos? Ou guarda-se tudo para a eventual noite nupcial, onde as femininas noivas devem chegar virgens?
Perguntas sobre perguntas…
Sim, pelos vistos e ao contrário da Ana, sei o que é o machismo e o feminismo, conceitos que não me agradam. Mas também não aceito que ensinem às criancinhas que o machismo é mau e que está associado ao homem e o feminismo é bom e está associado a mulher. Se quer ser isenta acho que se deve ensinar às crianças a verdadeira razão desta guerra de sexos. Nada de tabus.
Qual guerra, qual carapuça, Júlio. Pelo contrário, juntos, em equidade para bem de ambos os géneros.
E com educação sexual na escola para se conhecerem bem.
“juntos em equidade para bem de ambos os géneros”. Não é isso que sugere o título que escolheu “Combater o machismo”, e o feminismo? Se é de educação sexual na escola que se trata porque é que ainda não foi implementada se já há muito se fala sobre o assunto? Talvez por culpa do tal deputado do PSD que se escandalizou com a aula sobre sexualidade numa escola recentemente e de uma Senhora Psicóloga que apelidou de vacas as reparigas que participam no concurso de um canal televisivo intitulado “Quem quer casar com o meu filho”.
Se para si só o machismo a incomoda, a mim, incomodam-me ambos (o machismo e o feminismo). Prefiro os sexos masculino e feminina.
Ora bem, gente que distorce o que é feminismo não falta, mas repare, a senhora a falar assim destrói a própria causa porque, afinal, acha que as mulheres não têm os mesmos direitos.
O dicionário do Google é pobre, mas a Priberam tem «Movimento ideológico que preconiza a ampliação legal dos direitos civis e políticos da mulher ou a igualdade dos direitos dela aos do homem». É só isto.
Feminismo não é o contrário de machismo, Júlio. Machistas, consideram o homem superior à mulher. Feministas, querem uma sociedade em que para trabalho igual, os salários de homens e mulheres sejam iguais; que a proporção de mulheres e homens em posições de poder seja equilibrada; que as reformas de homens e mulheres sejam suficientes para viverem; que o assedio e a violência doméstica sejam punidos sem recurso a referências e morais bíblicas; que os trabalhos domésticos sejam divididos equitativamente, etc. Enquanto isto não for realidade, é preciso que homens e mulheres sejam feministas.
Mas há empregos onde as mulheres estão em maioria sentadas a uma secretária, agora se se refere a’ construção civil onde as mulheres estão em minoria ou não as há sequer, então aí já dou o braço a torcer. Feminismo não é o contrário do machismo, diz bem, mas é o oposto. Existe mas não o quer reconhecer.
Há muitos que se sentem ameaçados pela educação sexual. Porque será?
Dizem que esse é o papel dos pais, mas todos sabemos como os pais, sobretudo os mais conservadores, são “abertos” nessa matéria. Todos sabemos também como valores patriarcais e religiosos são fantásticos a ensinar sexo seguro, ou respeito pelo nosso corpo e o dos outros, ou respeito pela mulher, ou respeito pelas escolhas de cada um(a).
Os tabus (em vez de educação) têm resultado brilhantemente há séculos. Para quê mudar? Olha o Brasil, onde os tabus elegem presidentes e matam líderes LGBT e fazem outros se exilar. Para quê ideias radicais de progresso se a Idade Média é tão fascinante?
Muito bom.