Para grandes males, grandes remédios – Rendimento Mínimo Incondicional

Numa petição europeia apela-se à União Europeia, e ao Eurogrupo em particular, no sentido de ser criado um instrumento financeiro que permita aos estados-membros da UE instituirem rapidamente um Rendimento Mínimo Incondicional como medida de emergência que, de forma célere e sem complicações burocráticas, permita aliviar todos os cidadãos da Europa cuja segurança económica e existência se vê ameaçada pela crise provocada pelo coronavírus.

“Desde a última grande crise de 2008, a UE já injectou milhares de milhões de euros no sector financeiro para colmatar as falhas do mesmo. Chegou a hora de apoiar as pessoas.”

 

Comments

  1. JgMenos says:

    Incondicional, não deverá passar a garantido?
    Pelo menos excluir que não precisa

    Quanto ao dinheiro para o ‘sistema financeiro0, não é nesse sítio que as pessoas têm o seu dinheiro?

    • POIS! says:

      Pois é!

      A cabeça de JgMenos acaba de fazer “TILT” !

      Bendito vírus!

      • abaixoapadralhada says:

        Ainda há quem não acredite nos milagres de “Fatima” ?

        • POIS! says:

          Pois temos de acreditar!

          Sempre pensei que essa história das aparições e milagres associados era invenção de mamões coirões treteiros cujo objetivo era a mama à custa dos crentes.

          Mas agora tenho de reconhecer que acredito e com retroativos. Bendito COVID que, pelo Menos, o caminho para a COVERDADE nos mostraste.

          Ajoelhemos (mas com cuidado para não contaminar os artelhos)!.

          • abaixoapadralhada says:

            Ficou tão CONVertido que agora nem vomita. Limita-se a colocar um “rate down” ou “deslike” no seu post.

            GAÇADEU como dizem os brasucas

          • Abstencionista says:

            Analisando o Xô Pois ZZZZzzzzzzzz….

            …és um azeiteiro!
            Não respeitas nada nem ninguém.

            Devias passar pelo colo do padre Brás que, dizem, já converteu muitos palermas como tu graças à sua bem abonada fé.
            Aconselho-te, nesta quarentena, que te confines junto às latas de salsichas e atum que açambarcaste no Pingo Doce e aproveita para ler, sem te excitares, a biografia de S. Sebastião perfurado pelas setas.

          • POIS! says:

            Pois mas…

            Lá porque o colo do padre Brás lhe fez tão bem, Xô Abestancionista, não quer dizer que seja conveniente para mim. Isto é como os medicamentos, o que é bom para uns não serve para outros e até pode ser contraproducente. Se algum dia tal me passasse pela cabeça ainda arriscava a encontrar-me com V. Exa. lá ajoelhado, o que vivamente dispenso

            Não tenho salsichas em casa. Devo ter passado pelo Pingo Doce já depois de V. Exa e já não havia. E atum, cá por casa, só pescado à linha e da lota de Matosinhos.

            E também não vou aceitar a sugestão de leitura porque não gosto de biografias de perfurados. Se gostasse preferia ler a sua, sempre é mais atual. Sem me excitar, é claro. Tenho outra orientação.

          • abaixoapadralhada says:

            Parece que o repugnante negativo arranjou um defensor.
            E como bem escreve, o matumbo.

            Eu bem digo que vai haver muitos milagres

      • Abstencionista says:

        Ó Xô Pois parece que não gostas de mim!

        Dou-te bons conselhos e edificantes exemplos e tu levas a mal.

        Paciência.

        Mas De Pois não te admires que continues desorientado com a tua orientação.

        • abaixoapadralhada says:

          Cala a fossa, nojento abesta sionista.
          Não dizes nada que interesse a alguem.
          E eu também não gosto de a besta sionista

    • Paulo Marques says:

      Não, o que deve passar a garantido é o emprego, o UBI é um disparate inflacionista que falhou nos testes, ainda que possa funcionar num aperto.
      Quanto a onde as pessoas têm o dinheiro, a maioria, como sabe, é na propriedade a crédito. Mas, de qualquer forma, mais uma razão para não apostar com o dinheiro dos outros.

  2. Tito Adriano says:

    Inteiramente de acordo consigo, Ana Moreno!

  3. Elvimonte says:

    Concordo por princípio. Mas depois de não haver nada nas prateleiras dos supermercados, de que nos vai servir o dinheiro?

    Será que a paragem forçada da actividade económica não nos vai conduzir directamente à fome?

    Será que a cura que nos estão a impôr não vai ser pior do que a doença?

    Como é que conseguimos debelar a última grande pandemia ocorrida há cerca de 100 anos, a gripe espanhola, por cá popularmente conhecida como pneumónica?

    Sem vacinas, sem anti-virais (os vírus até eram desconhecidos na altura), sem ventiladores e apenas com medidas pontuais de contenção e mitigação, alguém duvida que foi a criação de imunidade colectiva que pôs termo a essa pandemia?

    Sei que a gripe espanhola – assim designada porque foram os espanhóis os primeiros a denunciar a sua existência, quando ela já grassava há meses nas trincheiras da frente ocidental, durante a 1ª Guerra Mundial, sem que os beligerantes em confronto o quisessem admitir perante o inimigo – terá causado cerca de 100 000 mortes em Portugal e entre 30 a 80 milhões em todo o mundo.

    Reconheço os benefícios de se tentar aplanar a curva do número de casos em função do tempo. É evidente que se temos um qualquer sistema dimensionado para tratar 500 ocorrências, quando surgem 1000 ocorrências o sistema não vai ser capaz de dar resposta. No presente contexto, isso significa que mais pessoas, no imediato, não vão receber tratamento adequado e, em consequência, mais pessoas vão morrer. Repito: no imediato.

    E quantas pessoas terão morrido fruto das consequências indirectas da Grande Depressão de 1929, ou da crise económica de 2008?

    Quantas pessoas irão morrer desta vez, em consequência da crise económica que se avizinha?

    Mas vamos a alguns números já conhecidos sobre a realidade italiana e cito a Bloomberg News.

    “More than 99% of Italy’s coronavirus fatalities were people who suffered from previous medical conditions, according to a study by the country’s national health authority.”

    “The Rome-based institute has examined medical records of about 18% of the country’s coronavirus fatalities [so far, because it’s slow work], finding that just three victims, or 0.8% of the total, had no previous pathology [disease]. Almost half of the victims suffered from at least three prior illnesses and about a fourth had either one or two previous conditions.”

    “More than 75% had high blood pressure, about 35% had diabetes and a third suffered from heart disease.”

    “The average age of those who’ve died from the virus in Italy is 79.5 . As of March 17, 17 people under 50 had died from the disease. All of Italy’s victims under 40 have been males with serious existing medical conditions.”

    • Paulo Marques says:

      Poder, pode, mas não há, nem se prevê falta de bens essenciais. Não sendo isso um problema, criar emprego é economicamente fácil, basta querer preparar o mundo para a maior crise da humanidade, onde há muito que fazer. Politicamente é que é complicado, até porque há muita gente que é paga para não perceber que se pode mandar o mercado de dívida ir mendigar para outro lado.

  4. POIS! says:

    Pois também concordo.

    Até porque há medidas cujo controle é difícil e podem chegar com um atraso que as pode tornar inuteis. Seria muito mais fácil atribuir uma prestação universal (é curioso que os liberaleiros até defendem essa regra, mas para os impostos…). Mas o pavor das tensões inflacionistas que poderia provocar tal medida poderão travar qualquer tentativa nesse sentido.

    Aliás, o pavor à inflação é vulgarmente atribuído às más recordações alemãs de Weimar mas, na realidade, são os “mercados” financeiros mais rentáveis e parasitários – os da dívida – que mais a temem porque se tornaria num modo de evicção dos seus ativos rentistas de longo prazo.

  5. Elvimonte says:

    Deixo abaixo link para um vídeo do Youtube com o seguinte título: “Why Japan has lower coronavirus cases despite not strong govt actions”.

    Reparem bem naquilo que a maior parte das pessoas usam sobre o rosto.

    PS – Se quiserem ir jantar fora, os restaurantes no Japão e na Coreia do Sul continuam abertos.

    PPS – Por vezes, para grandes males bastam pequenos remédios. Aplanem a curva de casos infectados em função do tempo; não aplanem a economia.

    • abaixoapadralhada says:

      Não há à venda mascaras nem termómetros digitais IV à distancia. Em fins de Fevereiro mandei vir da China 2 termómetros digitais que custaram 12 € cada, agora custam 100 €.
      Este facto é para mim o único, mas grande, erro feito por este Governo. Em Dezembro era altura de se precaver, não em Março

      • Elvimonte says:

        Apenas duas notas.

        As máscaras servem essencialmente para proteger os outros, não os que as usam. Em qualquer bloco operatório isso está bem patente. No caso deste vírus, há evidências da sua sobrevivência nos aerossóis provenientes da respiração, do acto de falar, tosse, etc. durante cerca de 3 horas.

        Mas é claro que as máscaras estão esgotadas e se isto fosse uma operação militar estávamos todos mortos a esta hora. E como estão esgotadas em quase toda a EU, encomendam-se à China. As ironias que vida nos reserva…

      • Abstencionista says:

        É o que eu digo Xô, és destituído de todo.

        Então se tens tamanha capacidade de previsão porque é que em vez de 2 termómetros não mandaste vir mais. lol!
        Oferecias os ditos ao SNS, tiravas uma selfie com o tio Marcelo e ficavas cheio de contentes.

        Mas também te digo que a loja o Paraíso do Xing Ling, aqui no quarteirão, vende bons termómetros a 4,99 euros a unidade.
        Também tem a 12 euros com maior diâmetro, mas parece que não lhe chamam termómetros mas sim “vibladores”.
        Foi desses que “complaste”?

        • POIS! says:

          Pois, mas olhe que Vosselência, Sr. Abestacionista…

          Tá completamente Xô…né! Já troca os destinatários e tudo!

          • abaixoapadralhada says:

            Não diga isso POIS

            O Abesta Sionista é uma inteligência e escreve muito bem.Enfim, tinha que dizer qq coisa, que é que se há de fazer.
            Feitios …

          • Abstencionista says:

            Pois xô,
            Tens a certeza que o padreca desmiolado não é um dos teus alter ego que por aqui infectam este respeitável blog?

            Ora consulta lá a tua lista e vais ver que entre os chanfrados vais encontrar o padreca.

            Se não o encontrares nessa lista podes ficar cheio de contentes pois seduziste o esquisito!

            Se assim for espero que ambos se divirtam muito com os 2 “termómetros” de abonado diâmetro, (a 12 euros a unidade), que o tolinho comprou aos chineses.

          • POIS! says:

            Pois, Sôr Abestancionista só tenho a apelar…

            …que deixe de dar conselhos velados sobre sexo. O que lhe dá prazer é lá consigo. Agradeço a sua generosidade mas já lhe disse que entendo a sua opção LGBT (e os seus shows vestido de sevilhana, como já disse) mas não perfilho. Pode crer que não há aqui nenhum alter-ego e que esses objetos de que fala não foram parar à minha caixa de correio.

            Por isso peça à transportadora contas do extravio. Devem estar a fazer-lhe muita falta, até porque não será conveniente arranjar parceiros durante a quarentena.

    • Paulo Marques says:

      Primeiro era preciso haver máscaras.
      Mas em segundo, nem a WHO, nem o CDC acreditam que faça grande diferença, uma vez que o mais provável é que sejam mal usadas, por exemplo, tempo a mais ou tocando nelas. E não fazem nada se mantivermos o distanciamento social.

      • Elvimonte says:

        Apenas duas notas.

        As máscaras servem essencialmente para proteger os outros, não os que as usam. Em qualquer bloco operatório isso está bem patente. No caso deste vírus, há evidências da sua sobrevivência nos aerossóis provenientes da respiração, do acto de falar, tosse, etc. durante cerca de 3 horas.

        Mas é claro que as máscaras estão esgotadas e se isto fosse uma operação militar estávamos todos mortos a esta hora. E como estão esgotadas em quase toda a EU, encomendam-se à China. As ironias que vida nos reserva…

        • Paulo Marques says:

          Se fosse uma operação militar, tínhamos todos sido apanhados com as calças na mão. Mas não havia falta de dinheiro nem de mobilização…
          As máscaras podem vir a ser usadas no pós-quarentena, pré-imunidade, junto com outras medidas, vamos a ver.

          Só duas notas menores: a WHO a que me refiro é OMS em português; as medições em laboratório são provavelmente diferentes das situações do dia a dia, além de que permanência pode não significar o mesmo que passível de contacto (ao contrário do Ébola, por exemplo).

  6. JgMenos says:

    A esquerdalhada fica excitadíssima porque acredita que foi a esquerda que inventou o Estado!

    Como confundem o Estado com a teta da mãe que os pariu, acham que quem diz Estado é irmão da cambada!

    Ide a Fátima em busca de Luz.

    • POIS! says:

      Pois tem razão, não foi!

      Até porque no Paleolítico Superior a esquerdaria não abundava! Nisso temos de lhe dar razão porque V. Exa. é conhecedor e, intelectualmente falando, ainda vive nessa época.

      Agora será um pouco exagerado o apelo final de V. Exa. a insinuar que o povo de esquerda vive nas trevas porque teima em não querer dar dinheiro aos chineses da EDP. Tá bem que V. Exa. está um pouco farto de dar ao pedal da bicicleta ligada ao geradpr do seu vizinho militante do PCP. Mas olhe que, nestes dias, é melhor pensar com muita calma. E se perde o emprego? Ainda vai ter de ir à teta da mãe que o pariu o que seria chato. Principalmente para a mãe.

    • Paulo Marques says:

      Não funciona, quem inventou o estado foi quem mandou o papa à merda.

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