Efectivamente, golo do presidente.
Nótula pessoal: Neste exacto momento, como nunca tive o dom da ubiquidade, estava no Dramático de Cascais. Mas depois redimi-me e fui ao Bessa (fica perto de casa e dei um abraço ao Toni).
***
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Efectivamente, golo do presidente.
Nótula pessoal: Neste exacto momento, como nunca tive o dom da ubiquidade, estava no Dramático de Cascais. Mas depois redimi-me e fui ao Bessa (fica perto de casa e dei um abraço ao Toni).
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Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Estavas muito, mas muito melhor no Dramático. Inveja boa.
Entre o Benfica e Nirvana, Nirvana. Embora pelo Dramático tenham passado Manowar, Maiden, Helloween, Slayer, Pantera… suspeito que não fazem o género do Valada.
depois redimi-me e fui ao Bessa … dei um abraço ao Toni.
Triste. Além de toda a carneirada acéfala, até meninos bem como o Valada vão no circo corrupto da bola. Bem dizem os Paradise Lost, no hope in sight.
Bom dia.
Já dizia o Poeta: «long is the way and hard, that out of Hell leads up to light»
Os Pantera são uma das minhas bandas preferidas — e o Dimebag Darrell uma das minhas referências musicais. Já os trouxe algumas vezes ao Aventar.
Exemplos:
https://aventar.eu/2017/06/08/muitos-contatos-e-muitos-fatos/
https://aventar.eu/2016/11/16/oe2017-incumprimento/
https://aventar.eu/2016/09/19/comunicando-o-fato/
Também gosto de Maiden, Slayer e Paradise Lost. Helloween ouvi há muitos anos em K7, mas, passados três decénios, só me ficou o “You’re the Keeper of the Seven Keys/That lock up the seven seas…” (que ainda aprecio: por sua causa, estou a ouvir o refrão neste preciso momento). Manowar só conheci um álbum (creio que o Triumph of Steel), mas não me convenceu (pode ser que um dia lhes dê uma segunda oportunidade).
Bem, pôs as minhas suposições no lugar.
Uma pena o Dimebag. A Walk e a I’m Broken são das minhas favoritas, mas têm várias acima da média.
Manowar é o cume do heavy metal: other bands play, Manowar kill. O som mais cru de 82-83 evolui para os mais polidos Hail to England e Sign of the Hammer (84), o pujante Fighting the World (87), o supra-sumo Kings of Metal (88) e por fim o Triumph of Steel (92), de que ainda gosto muito, a começar pela homérica “Achilles, Agony and Ecstasy in Eight Parts”. Para mim, a partir desse álbum começa o declínio.
Pirosos? Sim, mas a postura ‘macho man’ foi sempre tongue in cheek, e nos anos 80 ainda valia tudo. Sempre foram bons tecnicamente, e uma banda com músicas narradas por Orson Welles jamais pode ser toda má.
Helloween são menos conhecidos cá, mas também bons. Além do inevitável Keeper (partes 1 e 2), sugiro o anterior Walls of Jericho, em particular a Judas e a Ride the Sky, que deve estar num top de power/speed metal a par do Hail and Kill dos Manowar.
Isto quanto à música. Quanto à bola nada a acrescentar.
Pois estou deveras admirado! Mesmo estarrecido!
Então V. Exa. alinha na carneirada metaleira??? na cambada festivaleira???
Quantos apartamentos no centro de Paris não compraram essa corja de chulecos que só tocam num bordão, numa tarola e num prato (isto se não gastaram a massa que a carneirada deixou em bilhetes na “branca” ou na “castanha”)?
Quanto é que esses mamões mamaram à custa da malta que acha que os gajos tratam Satanás por tu e acabam a comprar a gritaria, distorcida para parecer “do Além”? (*)
Estou francamente desiludido, Sr. Bastos.
(*) E depois vem-se a descobrir que o “Além” é em Carcavelos ou na Baixa da Banheira! Ou em Sintra, onde a “malta pesadona” vai “sacrificar” os desperdícios dos talhos! E depois os turistas é que gramam com as moscas! Lamentável!
Pois embora pareça apenas mais uma graçola, é uma questão pertinente. Gostar de uma banda, de um músico, de qualquer entertainer não significa que se aprove tudo a seu respeito.
Nunca gostei de Michael Jackson, mas muita gente gosta: vêem além da pessoa, do esquisitóide e provável pedófilo, pois conseguem abstrair o, digamos, artista. Há muitos casos assim.
Ora eu desaprovo a remuneração excessiva de todo o entretenimento, incluindo a das bandas de que gosto. Não é por eu apreciar a sua música que passa a ser justo ou razoável.
Até onde posso não contribuo para essa injustiça; com a internet isso tornou-se fácil. E não endeuso ninguém, muito menos qualquer chuleco que faça umas musiquetas giras.
Pedir mais que isto, POIS, lembra aquele ‘meme’ we should improve society somewhat: https://i.imgur.com/Ly3JEcv.jpeg
Pois será!
Mas já vi que o peso dos apartamentos em Paris e etecetras é diferente consoante o(s) gajo/a(s) faça parte da caderneta de cromos do Sr. Bastos ou da dos outros.
Nada que não se tenha notado antes, a propósito de outras coisas.
Pois v. quando embirra com alguém é pior: eu, apesar de tudo, tento ser isento.
Insiste em pôr Kundera, que fugiu de um regime comunista para Paris há 50 anos, e que passou a vida a escrever contra o totalitarismo comunista, no mesmo prato que um cantor brasuca burguês que se diz esquerdista e louva ditadores comunistas enquanto compra belos ‘apês’ que custam 300 anos de salário médio no Brasil e mama o luxo de Paris.
Não vê diferença? A hipocrisia parece-lhe igual? For the record: qualquer riqueza excessiva de Kundera deve ser reposta. Não há excepções.
E já percebeu que o António Bosta se está nas tintas para quem morre, só lhe importa sondagens e focus groups, ou ainda não?
Pois tá bem!
Eu não embirrei com o Kundera. Nem o pus acima nem abaixo de ninguém.
Já se percebeu é que V. Exa. relativiza o que lhe convém. E que exige aos outros uma espécie de coerência totalitária que V. Exa. manda às malvas quando lhe apraz.
Já lhe disse que, efetivamente, reconheço V. Exa. é isento. De muita coisa. Muita mesmo.
Ainda sobre o Kundera e a minha suposta “embirração”…
V. Exa. já me viu aqui alguma vez julgar, ou melhor, “fuzilar” sumariamente alguém só porque não gosto, como é frequente, ou melhor, apanágio de V. Exa?
Os executores sumários são “isentos” só porque executam sumariamente à direita e à esquerda? Duvido!
Pois, “Nirvana”?
Uma cambada de chulecos! Nem sabe a quantidade de apartamentos tipo “do Leblon” os gajos têm em conjunto! E depois usam aquelas camisas de flanela e calças em segunda mão para armar ao pingarelho! Lamentável!
Ouvi dizer que um dos que restam tem lá uma estante cheia de livros do Kundera! Já para não falar da espingarda do outro. Caríssima!
E o plágio da canção do Bowie? Desde que um gajo aqui plagiou o Código Civil, prontamente desmascarado, que não se via merda tão grave!
Ah! E já me esquecia!
Felizmente que tocavam sem maestro! Senão o escândalo tomaria foros de desaforo!
Poio,
Quando te armas em inteligente e mandas umas postas sobre o código civil sem referir a fonte, é plágio!
Quando decalcas um texto sem referir o autor e o jornal regional que o publicou, é plágio!
Percebeste ou já estás ébrio.
Pois lá vai fadinho…O “Faducho Abstencionista”…
VIOLA: Plim, plim, plim, plim!
“O bardino Abstencionista,
Anda a perder o brilho.
Vá chamar poio ao paizinho,
Por ter poiado tal filho.
Bem que tenta arrastar-nos,
Pr’ó discurso badalhoco.
Vá pentear a macaca,
Que daqui não leva troco!”
CORO:
“Vá pentear a macaca,
Que daqui não leva troco!”
VIOLA: Plimmmmmmm! Plimmmmm!
E já lá diz o “Fadinho Abstencioneiro”:
VIOLA: Plim, plim, plim, plim…(*)
“Ia lento este fadinho,
No seu ritmo de “adágio”,
Quando o lerdo Abstencionista,
Resolveu gritar “é plágio”!
A tal “obra original”,
É que nunca ninguém viu,
Pois que vá o Abstencionista,
Para o plágio que o pariu!”
CORO:
“Pois que vá o Abstencionista,
Para o plágio que o pariu!”
VIOLA: Pliiiiim! Pliiiiim!
(*) Nota: Sol, Lá, Si, Dóoooo….(cadência completamente original!
E lá segue o “Fadinho Abstencionista”….
VIOLA: Plim, plim, plim, plim…
” O Abstencionista passa
As longas horas na tasca,
A ler jornais regionais,
Do Sahara ao Alaska.
Sempre à coca dos tais “plágios”,
O que veio a encontrar?
Que ele é plágio de camelo,
Cruzado de urso polar”
CORO:
“Ele é plágio de camelo,
Cruzado de urso polar!”
VIOLA: Pliiiiiim, Pliiiiiim!
Ena, tantos “comentários”!!!
Recebes à peça?
—eheheheheh…
Mais umas coplas de “Fadinho Abstencionista”, para animar!
VIOLA: Plim, plim, plim…plim…
“Já soaram as dez horas,
Vai a lua ainda baixa,
Mas o lorpa Abstencionista,
Já não dá duas p’rá caixa.
Passou o dia na tasca,
A emborcar copos de vinho.
Já só lhe saem ehehehéees,
Parece um mongoloidezinho”.
CORO:
“Já só lhe saem ehehehéees,
Parece um mongoloidezinho”.
VIOLA: Pliiiiim, pliiiiim!
Canta o povinho, lá na terrinha do borrachão do Poio.
VIOLA: Plim, plim, plim, plim…
“Porque insiste o Poio,
No discurso badalhoco?
Vale mais que se abstenha,
Que daqui leva troco!
O “pueta” Xô Poio,
A “puesia” descobriu,
Só lhe falta mandar versos
Prá “pueta” que o pariu!”
CORO
Eheheheh…
Eheheheh…
Eheheheh…
Eheh…eheh…
VIOLA: Plim, plim!
Para caç(g)ador de “plágios” não está mal! E o “coro” confirma o ataque de mongoloidice!
Cá vai mais um “Fadinho Abstencionista” em homenagem ao dito cujo lorpa:
VIOLA: Plim, plim, plim, plim…
A tática Abstencionista
É a de confundir e tal… .
Pra disfarçar a indigência,
E o atraso mental.
Não vai ter qualquer sucesso,
Porque lhe falta bestunto.
Se o ridículo matasse,
Er’Abstencionista defunto”.
CORO:
“Se o ridículo matasse,
Era’Abstencionista defunto”.
VIOLA: Plimmm, plimmmmmm!
Mais um fadinho dedicado ao bufo.
VIOLA: Plim, plim, plim, plim,
GUITARRA: Pliiiiiiimmmmm!
“Coitado do XôPoio,
Está desorientadinho.
Enfiou um garrafão,
Dos cornos até ao cuzinho.
E assim vai continuando,
A parir paleio rasca.
Mais uns copos emborcando,
Não desampara da tasca!”
CORO:
“eheheheh…
Ehehehheheh….
Eheheheheheh—
Eheh…eheh…!”
VIOLA: Plim, plim!
Pois sai mais fadinho em homenagem ao Abstencionista, para o palerma Abstencioneiro copiar.
VIOLA: Plim, plim, plim, plim,
“O cérebro Abstencionista,
Está com um sério defeito.
De há uns dias p’ra cá
Já nem p’ra insultar tem jeito.
Já não dá duas p’rá caixa,
Enfrascado está de Porto.
Se o ridículo matasse,
Estava o Abstencionista morto”.
CORO:
“Se o ridículo matasse,
Estava o Abstencionista morto!”.
VIOLA: Plimmm, plimmmm!
Poio,
Não tens emenda, até os meus poemas plagias!
…eheheh…
Então sai meio-fado, para o Abstencionista (em regime de “franchise”, ora ele, ora o puto) que só dá “meias-fadas”:
“A CAPELLA”:
“Tem cuidado Abstencionista,
Estás a ficar muito parvo.
Põe-te a fazer “eheheehs”
E entra-te na boca um sardo”.
E sai o outro meio:
VIOLA: Plimmm…
“Tem cuidado Abstencionista,
Não te armes em saloio.
Não sejas mal educado,
Ou tens d’engolir o poio.”
VOLA: Pummmm! (desculpe V. Exa , foi sem querer!)
Fadinho “O filho do azeiteiro”
Dedicado ao Poio.
VIOLA: Plim, plim, plim, plim!
“O ordinário do Poio,
Anda fora do trilho.
Pois vá chatear o proxeneta,
Por lhe ter chamado filho.
Bem que tenta arrastar-nos,
Pr’ó discurso badalhoco.
Pois vá “passear” para o parque,
Que daqui não leva troco!”
CORO:
…ehehehehehheh…
…eheheheheheh…
…eheheheheheh…
…eheh…eheh…
VIOLA: Plimmmmmmm! Plimmmmm!
Mais um fadinho, para o analfabeto Abstencionista e respetivo rebento Abstencionistazinho:
VIOLA : Plimm…
“O lerdo Abstencionista,
Vai ter d’engolir o poio.
Arma-se em inteligente
Mas não passa de um saloio.
Vá mas é tratar da fralda,
Do seu Abstencionistazinho.
E veja lá se o rebento,
É seu ou é do vizinho.”
VIOLA: Plão., plão!!!!
Aqui vai uma ópera bufo!
Título: “O Poio mamão”
“O idiota do Poio,
Gosta de comer alhos.
Para tirar o sabor
Depois de mamar “xaralhos”.
Vai curar a bebedeira,
Vai depressa para a cama.
Porque amanhã é um novo dia,
Para quem gosta da mama.”
Violinos: ziiiiiimmmmmmm…
Coro:
eheheheheh…
eheheheheh…
eheheheheh…
eheh…eheeh
Pois tá bem! Lá vai fadinho:
VIOLA: Plim!
“O ordinário Abstencionista,
Mais uma vez “operou”,
Uma bufa em homenagem
À mãezinha que o bufou.
O asno Abstencionista
É um caso patológico.
Não admira! Foi educado,
Na Escola Jardim Zoológico.
Acabou-se a conversa.
Troco não leva daqui!
Vá lá então para a caminha,
Fazer companhia ao bobbi”
CORO:
“Abstencionista vai p’rá cama,
Dar beijinhos ao bobbi”.
VIOLINO ABSTENCIONISTA : Bééuu! Bééuu!