Para memória futura: O estado da luta contra a covid segundo as fontes oficiais

O discurso de hoje, nos meios oficiais, onde se inclui o relatado no artigo anterior, é este:

  • Vitória sobre o vírus;
  • Atingido nível de vacinação que confere protecção colectiva;
  • Redução de casos graves internamentos;
  • Índice de transmissão do vírus em queda;
  • Perspectiva de eliminação das medidas de contenção do vírus;
  • Portugal como tendo hoje a maior taxa de vacinação a nível mundial.

Registe-se:

  • O tom geral do sucesso da campanha de vacinação e do respectivo impacto na redução de mortes e casos graves;
  • A ausência de notícias (*) sobre a eficácia da vacina e sobre o nível de protecção conferido pela infecção natural;
  • A mensagem repetida ad nauseam de a vacina ser o mecanismo para protecção individual e de impedir a propagação da doença;
  • Ausência de notícias (*) sobre o que passa em Israel, onde se fala em quarta dose, apesar da elevada taxa de vacinação;
  • O tom geral de adjectivar de negacionista quem ouse questionar a estratégia das autoridades
  • O nível geral de controlo do espaço comunicacional, de que o caso de censura no caso Público/Pedro Girão é exemplar (**).

Já agora, sendo a taxa de vacinação de 100% para maiores de 65 anos, há alguma coisa que não bate certo aqui:

Relativamente às idades das vítimas, cinco tinham mais de 80 anos, duas entre os 70 e os 79, e três entre os 50 e os 59 anos. [TSF]

(*) pelo menos no mesmo espaço onde os sucessos oficiais são anunciados.

(**) Justificação pela equipa médica do Público, perdão, redacção do Público, sobre o seu acto de censura, perdão despublicação.

A sua despublicação [ahaha, Orwell a prever o futuro] justifica-se não apenas pelo tom desprimoroso e supérfluo usado pelo autor em relação a várias personalidades da nossa vida pública, como pelo seu teor que, de forma ora mais velada, ora mais explícita, tende a instigar a ideia de que a vacina contra a covid-19 é “uma experiência terapêutica” sem validade científica.

O artigo censurado pelo Público pode ser lido a seguir, para que cada um tire as suas próprias conclusões.

«https://www.publico.pt/2021/08/18/opiniao/opiniao/vacina-longe-demais-1974558

Uma vacina longe demais

Os argumentos que foram e continuam a ser utilizados publicamente acerca das vacinas em geral, e agora muito concretamente acerca da vacinação de jovens e crianças, são argumentos irracionais, emotivos e políticos.

Pedro Girão

18 de Agosto de 2021, 21:58

Cada ciência tem a suas leis, as suas regras, o seu modo de fazer as coisas. As decisões decorrentes delas devem seguir as regras da ciência, impondo decisões lógicas e transparentes. Quando se trata de construir uma ponte, por exemplo, os detalhes técnicos não se debatem nos jornais, na televisão ou nas redes sociais. Não ouvimos “especialistas” de economia, ou de matemática, ou de sociologia, a defenderem que o betão do primeiro arco pode ou deve secar uma semana em vez das duas habituais. Não importa a urgência, a necessidade ou a bondade da obra: há normas de procedimento, há regras de segurança, há ciência. Fossem quais fossem as pressões, nenhum engenheiro aceitaria diminuir os prazos correndo o risco de que a ponte caia — eventualmente com carros e pessoas a atravessá-la.

Certamente, poderíamos dizer que a Engenharia é uma ciência bastante exacta — e a Medicina não o é. A Medicina é uma ciência aplicada, com graus de risco e de falibilidade que não são em geral bem compreendidos por quem raciocina sob o prisma das ciências exactas. A Medicina não é uma dessas ciências, mas tem igualmente as suas normas de procedimento, as suas regras de segurança. E não é a aparente urgência de tratamentos, exigidos diariamente pela loucura mediática e pelo pânico geral, que deve permitir ultrapassar as regras. No caso das vacinas em geral, antecipadas mais do que a segurança que sempre foi seguida impunha, e muito particularmente no caso da sua aplicação a crianças e jovens, não é isso que está a acontecer: a ciência médica está a ser ignorada, as regras estão a ser quebradas. Os argumentos que foram e continuam a ser utilizados publicamente acerca das vacinas em geral, e agora muito concretamente acerca da vacinação de jovens e crianças, são argumentos irracionais, emotivos e políticos. Isso é o pior que se poderia desejar para uma ciência que se pretende devotada a curar mas também, e antes de tudo, a não causar danos.

Os apelos recentes do Presidente da República e do responsável da vacinação (ambos excedendo de forma escandalosa e irresponsável as suas competências) são emotivos e políticos — dando de barato que possam ser “bem intencionados”. O vice-almirante, melhor do que ninguém, deveria saber o que pode acontecer quando se ignora a ciência militar e quando, pressionado por razões ou interesses de ordem política, se ordena uma ponte longe demais. A História lembra-nos como isso pode ser meio caminho andado para a tragédia; e, quer essa tragédia aconteça que não, esse tipo de decisão não deixa de ser uma irresponsabilidade. Colocar em risco a vida dos soldados, ou mesmo achar normal a existência de eventuais baixas e de vítimas colaterais, pode ser uma ideia com que as chefias militares convivam tranquilamente. Mas não são aceitáveis. E, convém lembrar, nós não somos soldados; e convém também frisar que recorrer a crianças como soldados não é tolerável.

Pelos mesmos motivos, a posição do Presidente da República nessa matéria é absolutamente escandalosa, parecendo baseada em conhecimentos débeis do assunto, em hipóteses duvidosas, em desvario emocional, ou em possíveis interesses. É pena constatar que ele não é actualmente o defensor dos portugueses, tendo-se progressivamente transformado num risco para os portugueses. E a posição de António Costa, congratulando-se com uma decisão final que ele próprio e as autoridades que ele tutela manobraram de forma palaciana, seria lamentável se não fosse apenas o seu registo habitual, cínico e falso.

Repito, os argumentos usados pelos (ir)responsáveis e pelos especialistas (alguns deles médicos) são emotivos e não-científicos. Deixemos a ciência ser ciência, sem pânicos, emoções ou estados de alma. Ou seja, paremos de fazer o que andamos a fazer há um ano e meio. Vacinar jovens e crianças com a motivação emotiva de que temos de salvar o resto da sociedade é um argumento revoltante. Insistir nessa ideia quando já percebemos que a eficácia das vacinas é muito relativa é uma atitude puramente disparatada. Não podemos usar os nossos filhos como escudo para a pretensa defesa da saúde dos adultos; e justificar a administração de uma vacina insuficientemente testada para o bem da saúde mental dos adolescentes é, em si mesma, uma ideia que remete para o questionar da saúde mental de quem a defende.

Pessoalmente, na covid como em qualquer outra doença, tomarei todas as precauções possíveis e farei todos os tratamentos adequados. Mas há limites, e a segurança dos meus filhos é uma deles. Se eu tiver que morrer por causa desse princípio, morrerei tranquilo; mas não submeterei os meus filhos a experiências terapêuticas e a riscos para me salvar. Sobretudo quando tudo indica que essa “solução” seja mais um fracasso e mais uma mentira a somar às anteriores. Sobretudo quando essas experiências se aproveitam do pânico de uma população desinformada e manipulada. Sobretudo quando essas experiências são exigidas e decididas por especialistas cobardes, por médicos cobardes, por políticos cobardes, por militares cobardes. Sim, porque só pode ser cobardia tentar usar crianças como um escudo humano. Deixem-nas crescer. E cresçam.

Médico, especialista em anestesiologia».

Adenda 16 Setembro 2021

Público:

Portugal está no “fim de uma fase pandémica”, numa situação “muito confortável”, a “primeira batalha está ganha”. Estas foram algumas das frases que se ouviram durante a reunião desta quinta-feira entre políticos e especialistas no Infarmed. O objectivo era discutir que medidas serão adoptadas nos próximos tempos para fazer frente à covid-19 e quais, das que ainda estão em vigor, serão levantadas, sempre de olho nos meses de Outono e Inverno, que se aproximam.

Público:

Vacinação: peritos propõem que país prepare “eventual” dose de reforço para toda a população
Portugal já atingiu 86% da população vacinada com pelo menos uma dose e 81,5% está completamente inoculada. Pfizer, a Moderna e a AstraZeneca estão a preparar ensaios clínicos para testar a segurança e eficácia das vacinas em bebés e crianças até aos 12 anos. DGS apresenta três cenários e respostas à covid-19 para os próximos meses.

José Volta e Pinto, Sofia Neves, Inês Moura Pinto e Sara Xavier Nunes
16 de Setembro de 2021, 8:16

TSF:

No fundo, defendeu Marcelo, foi a democracia a funcionar e a aplicar-se à saúde pública. “O povo português votou e uma forma de voto foi vacinar-se. E votou com uma maioria que ainda nenhuma eleição deu a ninguém.”

Expresso:

“Tivemos as vacinas para conquistar a nossa liberdade e agora temos de voltar ao normal”, mas com prudência

Hugo Delgado/Lusa
Com a máscara a cair na rua e com quase 85% da população portuguesa totalmente vacinada, estamos cada vez mais próximos da chamada “normalidade”. E Portugal deve continuar a avançar no plano de desconfinamento, defenderam os peritos esta quinta-feira na reunião do Infarmed. Pode não ser possível voltar a 2019, mas talvez seja ao “novo normal”. Para isso “temos de ser prudentes, senão o novo normal não existe”, dizem os especialistas ouvidos pelo Expresso

Portugal está no “fim de uma fase pandémica” e numa situação epidemiológica descrita como “muito confortável”. Na reunião do Infarmed, realizada nesta quinta-feira, os peritos apoiaram a libertação do país, tendo em conta a elevada percentagem de população vacinada contra a covid: 81,5% já tem o esquema vacinal completo e 86% tem uma dose.

O Governo quis ouvir primeiro a opinião dos especialistas antes de tomar decisões sobre a terceira e última fase do desconfinamento. Mas a normalidade está cada vez mais próxima. No próximo Conselho de Ministros, as últimas restrições podem começar a ser levantadas. E, como disse a diretora-geral da Saúde esta semana, “vamos tender a voltar à nossa vida como era em 2019”.

O virologista Pedro Simas concorda “em absoluto” com Graça Freitas. Defende o regresso total à normalidade, ou pelo menos ao “novo normal”, porque Portugal já está numa situação de estabilidade endémica. “Tivemos as vacinas para conquistar a nossa liberdade e agora temos de voltar ao normal”, sustenta. O investigador principal do Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Lisboa acredita ainda que o novo coronavírus (SARS-CoV-2) será o quinto coronavírus e que vai coexistir com os outros quatro.

O investigador Nuno Vale diz que faz sentido continuar a abrir a sociedade e regressar à normalidade, mas é mais cauteloso e considera que ainda é preciso “calma”. “Temos de ser prudentes senão o novo normal não existe”, defende o investigador na área de Farmacologia do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde.

“Temos de manter alguns cuidados, temos de manter as pessoas de maior risco protegidas e em 2019 não tínhamos de fazer isso, não andávamos de máscara nessa altura”, lembra o professor na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. “Isto não é o normal de 2019, não é para já”, acrescenta Nuno Vale, apontando para a importância de continuar a usar máscara e de apostar na vacinação.

NOVO PLANO DE VACINAÇÃO PARA 2022?
A vacinação contra a covid-19 foi um dos temas mais falados na reunião do Infarmed. “Estamos numa situação muito confortável, mas há ameaças a que devemos estar atentos”, afirmou Raquel Duarte. “Devemos continuar a apostar na vacinação e antecipar desde já a eventual necessidade do reforço massivo da vacinação”, recomendou a médica que é um dos elementos da Administração Regional de Saúde do Norte que tem trabalhado no plano de desconfinamento.

O reforço da vacinação não é consensual na comunidade científica. Nuno Vale é uma das vozes a favor. O investigador de farmacologia defende mesmo que seria “benéfico um novo plano de vacinação em 2022 para toda a população”. Ou seja, considera que no próximo ano deveria existir um novo período de vacinação (com as duas doses previstas) a começar na mesma pelos grupos prioritários. “Devíamos prevenir e replicar o que aconteceu em 2021 para 2022”.

Já na perspetiva de Pedro Simas, o reforço da vacinação contra a covid-19 a toda a população “não será necessário”. Veja-se o caso da gripe, exemplifica, “que está sempre a mudar antigenicamente e são vacinados apenas os grupos de risco”. “Não me revejo no reforço massivo da vacinação”, resume o investigador científico.

Stephane Mahe/Reuters
Ainda não é certo se a vacina contra a covid-19 vai continuar a fazer parte das nossas vidas. Ainda assim, “continuam a ser desenvolvidas muitas vacinas, principalmente, a entrarem em ensaios clínicos”, adiantou Fátima Ventura, da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed), na reunião. “Neste momento, temos 30 vacinas ainda em fase três e oito delas em fase quatro, o que significa que são vacinas que já foram aprovadas e a sua investigação continua”, avançou a especialista de avaliação de medicamentos do Infarmed.

A reunião desta quinta-feira trouxe outra novidade: é provável que até ao final do ano sejam entregues pedidos para a administração das vacinas da Pfizer, Moderna e Astrazeneca a partir dos cinco anos. As empresas estão a preparar ensaios clínicos que testem a segurança e eficácia das vacinas em bebés e crianças até aos 12 anos.

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DN:

Itália é o primeiro país da Europa a exigir o “passe verde” a trabalhadores
Haverá multas para quem não cumprir ou até a suspensão do trabalho. O despedimento não está, pelo menos para já, previsto.

O certificado, válido por via digital ou papel, demonstra que a pessoa recebeu pelo menos uma dose da vacina contra o coronavírus SARS-Cov-2″, ou teve a doença covid-19, ou foi submetido a um teste de rastreio que deu negativo nas horas que antecedem a sua apresentação, período que foi alargado agora das 48 para as 72 horas.

DN:

Natal é o próximo grande desafio no controlo da pandemia
Reunião no Infarmed salientou o sucesso da vacinação no controlo desta “fase da pandemia” e deixou cenários para o outono/inverno. Máscara mantém-se em transportes e lares

Depois de exporem vários dados para atestar a importância da vacinação – como o facto de, na primeira semana de agosto, quatro em cada cinco casos de internamentos por covid-19 não terem vacinação completa, aumentando para 14 em cada 15 doentes em cuidados intensivos – Pedro Pinto Leite (DGS) e Baltazar Nunes (INSA – Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge) alertaram para os novos desafios trazidos pelo outono e inverno, com o regresso às escolas e ao trabalho presencial e as festas de Natal e Ano Novo a fazerem aumentar a mobilidade e eventuais cadeias de transmissibilidade do vírus, como aconteceu no ano passado.

No cenário mais “benigno”, que contempla um período médio de imunidade vacinal de cerca três anos e o não aparecimento de qualquer outra variante de preocupação (atualmente a Delta representa praticamente 100% dos casos em Portugal), não haverá razões para preocupações de maior. Nos outros dois cenários, que contemplam a redução da imunidade vacinal para apenas um ano e, no pior deles, também o surgimento de uma nova variante de preocupação, o período festivo de final de ano pode ver as hospitalizações em cuidados intensivos e o número de óbitos ultrapassarem os limites das linhas vermelhas. Dependendo desses cenários, a resposta prevista pelas autoridades de saúde será de “transição” (cenário mais favorável), controlo (intermédio) ou de mitigação (mais grave).

De resto, com 81,5% da população já com a vacinação completa, segundo a apresentação do coordenador da task-force da vacinação, Gouveia e Melo, para quem “a primeira batalha está ganha”, com um índice de transmissibilidade (Rt) que “nunca esteve com valores tão baixos [0,84 a nível nacional]” sem que medidas de restrição muito acentuadas estivessem em vigor, e com o decréscimo de vários outros indicadores epidemiológicos, como a incidência de contágios, a positividade, internamentos hospitalares e mortalidade, os peritos consideram estarem reunidas as condições não para uma espécie de “dia da libertação”, mas para uma fase de “transição responsável”. Assim lhe chamou Raquel Duarte, a quem o Governo tem encomendado as propostas que servem de base aos planos de desconfinamento adotados.

Numa sessão em que os peritos se mostraram em sintonia, ficou também uma recomendação unânime em “antecipar desde já um plano para a eventual necessidade de reforço massivo da vacinação”. Afinal de contas, são as vacinas, assinalaram todos, o passaporte para uma vida mais normalizada.

DN:

“Estão por vacinar em território nacional cerca de 400 mil pessoas. Destas, 150 mil pessoas são recuperadas [da infeção] ainda não elegíveis para o processo de vacinação”, adiantou Henrique Gouveia e Melo na sessão sobre a “situação epidemiológica da covid-19 em Portugal”, que juntou especialistas e políticos na sede do Infarmed, em Lisboa.

Segundo o vice-almirante, dos 614 mil cidadãos estrangeiros contactáveis em Portugal, mais de 437 mil também já foram vacinados, estimando-se que, do total de pessoas elegíveis no país, entre 2,5% a 3,5% não venham a receber a vacina.

O responsável da `task force´ que coordena a vacinação adiantou ainda que 86% da população portuguesa já tomaram pelo menos uma dose e 81,5% têm a vacinação completa.

O vice-almirante reiterou ainda a expectativa de atingir 85% da população com a vacinação completa no final deste mês ou na primeira semana de outubro, sendo o próximo fim de semana destinado, essencialmente, à administração de segundas doses aos jovens a partir dos 12 anos.

“Temos ainda uma grande capacidade de administração, temos vacinas disponíveis, as pessoas é que não têm comparecido nesta fase terminal da vacinação”, adiantou o coordenador da estrutura da logística da vacinação.

Segundo disse, os dados da incidência cruzados com os da vacinação, permitem perspetivar que “poderá haver imunidade de grupo quando se atingir 85% ou 86% de vacinação completa”.

Comments


  1. Se aqueles são apodados de negacionistas, como chamaremos aos que negam a existência de tratamentos preventivos e curativos?(O Ivermectin é proibido para tratar os doentes C-19)
    Como chamaremos aos que proibem as autópsias aos mortos pela vacina? Como chamaremos aos defensores do passaporte interno ilegal? Como chamaremos aos promotores da feroz censura em curso? Como chamaremos aos que negam o consentimento informado? Como chamaremos aos que negam existir a “versão única da verdade”?????

    • Elvimonte says:

      Ignorantes é uma possibilidade. Outras são estúpidos, idiotas, boçais, indigentes, crentes em êxtase, nazis, ovelhas, comunistas, carneiros, fascistas, sacanas, cerebralmente lavados. isentos de neurónios e desprovidos de raciocínio crítico.

      É só escolher.

      • Tuga says:

        Caríssimo Sr Elvimentes

        Já uma vez lhe disse que não precisa de se auto flagelar.
        E ainda por cima em Português, que é uma língua em que não está habituado a escrever.

        Deve ter sido complicado alinhar todas estas lindas palavras.
        O que vale é que existe o tradutor do Google

        Mas parabéns, está no bom caminho. Ainda recebe uma prenda do Juiz TóTó.

        Ou será Juiz chanfrado ?

        • Elvimonte says:

          “Do que os negacionistas precisam é do regresso da Inquisição e dos autos de fé. Nada como aquelas fogueiras purificadoras para gáudio da turba boçal de crentes em êxtase.”

          “A Real Academia Sueca acaba de lhe conceder os prémios Nobel da Ignorância, da Estupidez e da Idiotice. Parabéns.”

          «Science is the belief in the ignorance of experts said Richard Feynman. … When someone says, “Science teaches such and such,” he is using the word incorrectly. Science doesn’t teach anything; experience teaches it.»

          Entretanto, em Israel:

          «Health Ministry Director-General Nachman Ash said Tuesday that the current wave of coronavirus infections is surpassing anything seen in previous outbreaks and that he is disappointed that a recent downward trend appeared to be reversing.
          (…)
          Pointing out that there is an average of 8,000 new infections each day, with occasional peaks over 10,000, he said, “That is a record that did not exist in the previous waves,” including the massive third wave at the end of last year.»

          (….timesofisrael.com/health-ministry-chief-says-coronavirus-spread-reaching-record-heights/)

          E no Reino Unido:

          “32. The resurgence in both hospitalisations and deaths is dominated by those that have received two doses of the vaccine, comprising around 60% and 70% of the wave respectively.”
          (…assets.publishing.service.gov.uk/government/uploads/system/uploads/attachment_data/file/975909/S1182_SPI-M-O_Summary_of_modelling_of_easing_roadmap_step_2_restrictions.pdf )

          E nos EUA:

          “Barnstable County, Massachusetts, July 2021, Brown et al., Morbidity and Mortality Weekly Report Early Release / Vol. 70 July 30, 2021 – U.S. Department of Health and Human Services, Centers for Disease Control and Prevention”,
          cdc.gov/mmwr/volumes/70/wr/pdfs/mm7031e2-H.pdf.

          total de casos: 469
          percentagem de população vacinada, 2 doses: 69%
          vacinados, 2 doses: 346 casos (74% total de casos > 69%)
          não vacinados/só 1 dose/ 2ª dose < 14 dias: 123 casos (26% total casos)
          hospitalizados vacinados, 2 doses: 4 (80% dos hospitalizados)
          hospitalizados não vacinados/…/…: 1 (20% dos hospitalizados)

          E em Portugal:

          “xi) [as vacinas] causam efeitos adversos graves a curto termo e segundo dados do Infarmed até 22/7/2021:

          xii) registaram-se 4015 casos graves de reação adversa;

          xiii) 1087 pessoas ficaram incapacitadas;

          xiv) 68 pessoas morreram.”

          “O diário adianta ainda que, até 22 de julho, foram administradas 11 milhões de vacinas, em Portugal. O Infarmed contabilizou 4.015 casos graves de reação adversa, sendo que 1.087 ficaram incapacitados e 68 morreram.”
          …zap.aeiou.pt/seguradoras-cobrem-riscos-vacina-425362

          ….jn.pt/nacional/riscos-das-vacinas-estao-cobertos-pelas-seguradoras-14038389.html

          ….infarmed.pt/documents/15786/4268692/Relat%C3%B3rio+de+Farmacovigil%C3%A2ncia+-+Monitoriza%C3%A7%C3%A3o+da+seguran%C3%A7a+das+vacinas+contra+a+COVID+19+em+Portugal+atualizado/709e77f5-ab06-092d-338b-44c99586f796

          Explicação para a turba boçal de crentes em êxtase. Admitindo que é mesmo muito burro sem possibilidade de remissão, quer que lhe faça um desenho?

          • Tuga says:

            Boa noite Sr Elvis Montes

            Estes desenhos animados são engraçados, mas gosto mais dos do pato Donald.

            SE for possível, ponha na cassete para a gente ver

  2. Paulo Marques says:

    Woof, woof.
    Olha, uma caravana!
    Woof, woof.

    • Filipe Bastos says:

      Só para perceber: o Paulo e os seus compinchas são a caravana?

      As caravanas são geralmente burros e camelos, não é?

      • Paulo Marques says:

        Que é que isso interessa? Quando 3% de idiotas acham que são os únicos certos, é cagar neles.
        Mas não para os maoistas.

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