Não quero pagar a transição energética

Talibãs do politicamente correcto, pretendem impor a sua visão dogmática à sociedade, apresentando como verdade cientificamente inquestionável, matéria que está longe de consensos científico e levanta questões ainda por responder. Os que não embarcam na agenda, são apresentados como negacionistas ou excêntricos, na melhor das hipóteses.
No entanto, existem evidências históricas que o clima do planeta Terra era mais quente que hoje, entre 800 e 1200 DC. Já entre 1350 e 1850 DC era mais frio que hoje. Se é irrefutável que a temperatura aqueceu nos últimos 150 anos, é questionável que seja apenas como nos tentam vender, motivada pela revolução industrial, ou poderemos então apontar os vikings como responsáveis pelo anterior período de aquecimento? Obviamente que o primeiro destes factos é omitido pela corrente dominante e acéfalos avençados, já o segundo é propagado até à náusea. Não interessa que os cidadãos, possam levantar questões que coloquem em causa o pensamento oficial.

Tentativas de substituir as formas tradicionais de produção de energia, têm vindo progressivamente a ser aposta política dos governos, que apresentam as renováveis aos cidadãos como energia limpa, panaceia para vários problemas, da poluição às alterações climáticas, omitindo que os custos de produção são mais caros e como não existem almoços grátis, a factura será forçosamente paga pelos consumidores, que até já o estão a sentir no bolso, mas ainda uma pequena amostra do que está para vir, se permitirmos que os políticos prossigam em roda livre nesta deriva.
Dizem-nos que o carro electrico, eliminará progressivamente os motores de combustão interna, mas omitem cuidadosamente onde e de que forma irão obter o lítio necessário para fabricar baterias, ou quais os custos ambientais envolvidos.
No entanto, esperam que nós, simples cidadãos mortais, na insignificante condição de contribuintes, sigamos a corrente de forma bovina.
É tempo de dizermos aos governos, começando pelo governo português, que baixem impostos, não queremos pagar uma transição energética, que será benéfica apenas às empresas rentistas amigas dos governantes, financiadoras de partidos e empregadoras de políticos. Sob pena de acabarmos por ver a médio prazo a electricidade considerada um produto de luxo e aumentos de preços generalizados, que destruirão o que resta da já fortemente depauperada classe média. Antes caiam governos, este e se necessário, o próximo…

Comments

  1. Paulo Marques says:

    Sim, entre 800 e 1200 DC o clima era mais quente. A sociedade das “nações” conhecidas também colapsou misteriosamente, mas será coincidência, com certeza, como são coincidência o aumento do número de eventos que acontecem uma vez por século, as colheitas com problemas, o peixe a morrer, as secas mais comuns.
    Mas tem escolha, pode não pagar a mitigação e pagar a reconstrução, uma e outra vez. E pode deixar tudo ao mercado, correu bem, 2x, no México só este ano. E o mercado respondeu, cada um que se vire. E é curioso que diga que as alternativas, a descer muito mais do que acreditaria, são mais caras do que o estado permanente de interferência na liberdade do médio oriente, e não só; mas, lá está, liberdade dos outros não é nada com liberais, que saiam da zona de conforto, mas só se vierem para lavar dinheiro das nossas interferências… err, perdão, investir, isso.
    Podemos resignar-nos a ficar dependentes desses países e das suas escaladas de preços, corre sempre bem, aliado, ao contrário do que diz, de empresas energéticas estrangeiras a levar capital para fora. São opções que a liberdade de tar quietinho com quem investe lhe propõe e que continuam a subir o preço. Azarito, mude-se para a liberal Arábia, dar-se-ia bem.

  2. Paulo Marques says:

    E eu a pensar que vinha falar do negacionismo Letão ou Britânico, ou da liberdade do irlandês vir desfrutar de ser roubado no pequeno almoço.


  3. ALERTA CHALUPA

  4. Luís Lavoura says:

    os custos de produção [das energias renováveis] são mais caros

    Disparate. Os custos de produção são, no limite, nulos.

    O que elas necessitam é de muito investimento, isso sim. Agora, uma vez instaladas, têm custos de produção muito baixos.

    • António de Almeida says:

      Ou seja, o preço a pagar, terá forçosamente que reflectir o investimento. Demorará décadas até atingir o ponto de equilíbrio.

    • António de Almeida says:

      Sabendo que o valor de investimento terá que ser colocado no preço, que efeito imediato terá na factura dos actuais consumidores?
      Quantos anos até recuperar o investimento?
      Não querem discutir o nuclear, mas pretendem plantar campos de painéis e povoar serras de parques eólicos?
      Não tarda, teremos a energia vendida em ourivesarias, como artigo de luxo…

      • Carlos Almeida says:

        Sr Antonio Almeifda

        Faz-me sempre impressão, pessoas que dominam conceitos, emitam opiniões claramente ideológicas, sobre alguns temas
        .
        Os investimentos têm duas componentes:
        As despesas de capital, em siglas anglo saxonica CAPEX
        As despesas de operação : OPEX
        No caso das eólicas o CAPEX é o mais importante porque as despesas de operação, OPEX são relativamente pequenas, como bem disse o Sr Lavoura.

        Diz o Sr António Almeida :

        “Quantos anos até recuperar o investimento?”

        E os outros investimentos em energia, como centrais térmicas, nucleares, etc, quantos anos demora a recuperar?
        É só nas eólicas e solares que o investimento demora a recuperar ?

        Percebemos que o incomoda a presença das torres eólicas nas nossas serras, mas olhe que tem sido um grande “abono de família” para muitos concelhos no interior do Pais que alugam os terreno nas serras para a produção de energia eólica, conseguindo assim melhorar as condições de vida das pessoas que por lá continuam a viver. É claro que para os “urbanos” isso não diz nada, mas aconselho uma visita aos concelhos de Arganil e Pampilhosa da Serra, para ver como a presença da torres eólicas nas serras, não incomoda nada quem lá vive e só incomoda a quem analisa os assuntos apenas do ponto de vista ideológico.

        Nós em Portugal, temos muita sorte em ter serras com cotas suficientemente altas para ser rentável a colocação de geradores eólicas, porque os dinamarqueses têm que colocar as torres eólicas no mar.

        Falou nas eólicas e solares, mas não disse quais os pontos fracos destes dois tipos de produção energética.

        1 – Ambos os dois aproveitamentos energéticos dependem de um factor que o homem não controla, a natureza

        Os painéis solares só produzem energia quando há sol ,e portanto durante cerca de 50% do ciclo diário.
        Os geradores eólicos só produzem quando há vento. Nó estamos em Portugal numa posição boa em relação a muitos outros países., mas o vento não é garantido e se não houver vento não há energia produzida

        2 – A tecnologia dos semicondutores que servem para a construção de painéis solares, as células fotovoltaicas, têm um rendimento energético muito baixo(inferior a 25%) exigindo áreas enormes para um aproveitamento decente.
        Felizmente a produção energia eléctrica a partir de painéis solares coincide com os picos do diagrama de carga e a sua não produção com o vazio da noite

        Mas para que esses sistema funcionem de modo optimizado é necessário que a energia produzida seja de algum modo armazenada, seja com baterias, ou energia térmica.
        Enquanto isso não for conseguido e não creio que o seja nesta década, o problema vais ser complicado.
        Os únicos que ainda vão conseguir aguentar-se vão ser os franceses porque ainda tem centrais nucleares a funcionar.
        Mas mesmo essa tecnologia nuclear, se anda há mais de 50 anos a investigar solução mais seguras como o tório e pouco ou nada se avançou. Se acontecer um problema numa central nuclear em França, aí é que vai ser muito complicado

        • Carlos Almeida says:

          “Faz-me sempre impressão, pessoas que NÃO dominam conceitos, emitam opiniões claramente ideológicas, sobre alguns temas”

          Era o que queria dizer

        • Abstencionista says:

          Muito interessante!

          Sobre as centrais nucleares li algures que hoje em dia seriam construídasde de raiz com as mais recentes tecnologias, (novas ligas, cálculos e simuladores mais inteligentes, combustivel empobrecido, menor quantidade de lixo podendo esse lixo ser reutilizado…), são seguras.

          Claro que para os facilitadores das centrais nucleares estas são sempre seguras.

          No entanto a França está a livrar-se delas, apesar de serem geradoras de grande quantidade de energia sem provocar poluição atmosférica.

          Contradições.

          • POIS! says:

            Pois tinha decidido…

            Que não comentaria prosas do Mr. Abstencionista, exceto para responder aos habituais marranços.

            Vou abrir uma exceção, mas não se amofine, ó Abstencionista. É para elogiar!

            Sim, um comentário tão limpinho, tão educadinho.

            E a responder com tanto respeitinho ao Sr. Carlos Almeida, que é precisamente aquele que V. Exa, numa resposta que me deu, apelidou de Carlos ALPEIDA, e insinuou mais umas tiradas isulto-homofóbicas que são, aliás, habituais em V. Exa.

            Mas deve ter sido um erro de digitação, ou uma tecla deslocada, ou coisa assim. Está perdoadinho!

            Não se lembra? Ó homem, foi na sequência de me ter chamado “Besta Nazi”! Também não se lembra?

            Ou isto do Abstencionista se tornou um albergue espanhol ou Vosselência está, no mínimo, esquizofrénico e, no máximo, com o chamado “Síndroma de Salgado”.

            Torando isto, é um comentário muito bonito, na sequência de um que Vosselência aqui fez sobre alterações climáticas aplicadas ao seu guarda-fatos e outro sobre cerâmica política.

            Muito bonito mesmo. Assim, estilo, “dizem que as centrais são boas, as novas são mais bonitas e fazem menos lixo, mas outros já dizem que podem ser más, a gente nem sabe o que pensar, é uma chatice!

            A França quer livrar-se dela, mas quer construir mais, uma pessoa fica assim como que indecisa, não sei se hei de apoiar ou se dizer que sou contra, é uma maçada, não explicam, não se entendem!”

            And so on…lindo, lindo, podre de lindo!

          • Daniel says:

            A França quer o quê?
            Enfim…

      • Paulo Marques says:

        Depende. O Almeida certamente sabe a quantidade de M1 criada do nada na última década, com ou sem emissão de bens financeiros a fazer de conta que surgiu do capital; é questão de querer, com ou sem mais outros productos financeiros, à semelhança das warbonds.
        Quanto ao nuclear, tem e não tem razão; a verdade é que é impopular, foge ao calendário proposto, e os modelos que existem não chegam. Mas também é verdade que o calendário é uma treta, não tem que ser “deixado ao mercado” (que, devido à segurança, nunca é verdade de qualquer forma), e tem recebido tão pouco de investigação que não se sabe muito bem.

        • Carlos Almeida says:

          Quando daqui a 5 ou 10 anos os chineses tiverem centrais a torio a funcionar com potencias comerciais e não os 2 MW desta central de testes, os americanos e mesmo os europeus vão berrar. Ambos os 2 blocos andam há mais de 30 ou 40 anos a “pensar” a alternativa Torio, mas não atam nem desatam.
          Os americanos chegaram a começar a investigação com fundos estatais , mas que posteriormente foram cancelados e desviados novamente para o Uranio .
          Enquanto o Uranio encher os bolsos à industria ou não houver outro Chernobyl mas agora nos USA, França ou Alemanha, vão continuar sem investigar a serio.
          As investigações com o torio quer nos USA quer na UE têm sido de laboratório como o que havia em Sacavém há mais de 50 anos com Urânio, que me lembro ter visitado em 65 como estudante.
          A vantagem das centrais a tório / sal fundido, para alem da segurança e não terem resíduos radioactivos como o caso do Urânio, o fluido que circula tem uma temperatura de 700 graus centígrados e não 100 graus como a agua que circula nas actuais centrais nucleares.
          O rendimento térmico de um fluido a 700 graus é muito superior a outro a 100, mas isso é termodinâmica que não é a minha área.

          Na pratica as centrais nucleares actuais, não são mais que fabricas de agua quente e respectivo vapor que vai depois fazer rodar as turbinas e os alternadores a elas acoplados

  5. POIS! says:

    Pois eu não quero é…

    Pagar a indemnização monstra que os alemães nos vão pedir! Sim, preparam-se para nos cobrar a deslocalização da Autoeuropa para as Filipinas, após uma onda de greves que a paralisaram durante semanas, como aconteceu recentemente.

    E que foram da responsabilidade dos habituais esquerdeiros de serviço. Uma coincidiu com a Festa do Avante, outra com as eleições autárquicas! E ainda dizem que não há coincidências!

    Então quando duas coisas coincidem não há coincidências? Só se for em na Venezuela, ou não fosse governada pelo Maduro e não estivéssemos no Outono!

    Toda a gente sabe que a decisão foi tomada durante uma assembleia realizada ainda em agosto na colónia de férias da CGTP, situada estrategicamente entre o Meco (preferido pelo BE e pelos Verdes) e a Comporta (feudo do PCP).

    Agora os alemães querem ,justamente, que a malta pague os portes da deslocalização. Foram uma data de caixotes de cartão e o aluguer de um barco porta-caixotes gigante. Vai ser um balúrdio!

    Para disfarçar a coisa, a Geringonça prepara-se para lançar um imposto especial sobre os croissants com fiambre prensados! Não pagamos!

  6. Abstencionista says:

    Grande desavergonhado!

    O BE e o PCP ameaçam por os pés fora do orçamento e aí temos o picareta a inventar notícias falsas a mando das ratazanas!

    • POIS! says:

      Pois é!

      Pelos vistos, Vosselência manda e a malta… inventa!

      Mas…há alguma coisa falsa na notícia? Não estou a ver! Os caixotes, as greves, o imposto sobre os croissants não são verdade?

      Eh! Pá! Fui enganado! Nada como um suprema inteligência Abstencionista para desmascarar a coisa!

      Post Scrptum (como diziam os visigodos): bem me avisaram que o dinheiro que me pinga hora a hora na conta bancária era sujo. Vou já devolver. Desconto só o valor do imposto sobre os croissants prensados.

      • POIS! says:

        Post Scriptum Dois: Parabéns! Vosselência acaba de ganhar o “Prémio Venturoso Para a mais Estúpida Teoria da Conspiração do Ano”.

        Realmente o grau de inteligência revelado por V. Exa. é descomunal. Deve corresponder a um QI superior a 5, já que escreveu três linhas e incluiu um ponto de exclamação.

        V. Exa. estará, assim acima, um pouco acima de amiba, mas uns furos ainda abaixo de paramécia. Se continuar a baixar, como tem vindo a acontecer, a coisa poderá tornar-se um tanto preocupante.

        Como já não há Hotel Vitória, talvez um descanso na colónia de Férias da CGTP lhe faça alguma coisa.

    • Paulo Marques says:

      O PSD está, mais uma vez, à vontade de negociar. Mas esperar pelo diabo no colo dá mais jeito para a agenda.

  7. Fernando Manuel Rodrigues says:
  8. Júlio Santos says:

    É claro que as alterações climáticas são uma treta quem o diz é porque nunca sentiu os seus efeitos, como estão a acontecer em certas regiões do mundo. Nestas situações há sempre quem se disponha a negar as evidências, apenas para se transformar no herói da manada. O que vale é que estes negacionistas não são levados a sério.

  9. Elvimonte says:

    Negacionista Júlio Pois! Paulo Santos Carlos Marques Tuga Almeida et al., camarada cassete invertebrado, acólito “how dare you” da Igreja das Alterações Climáticas, idiota por vezes útil e quase sempre inútil, ignorante por profissão adequada, degustador de gelados com a testa, papagaio amestrado da voz do dono e comentador avençado do Aventar,

    Há muito que se sabe da correlação existente entre a PDO e a temperatura global, basta olhar para esta imagem:
    http://prntscr.com/12dlue4 – PDO correlacionada com temperatura global

    Também há muito que se sabe da correlação existente entre mínimos de actividade solar e geração do isótopo carbono 14:
    http://prntscr.com/12dl3pj – Correlation of 14 C with Oort, Wolf, Spörer, Maunder, Dalton, and 1880-1915 Solar Minimums. Each minimum was a period of high 14 C production and each corresponded to a cold climate.

    Também desde há uns anos (vd. experiências e artigos de Svensmark, DTU) que se sabe que a radiação de fundo da galáxia é responsável pela geração de núcleos de condensação que dão origem as nuvens.

    Sabe-se também que o alcance e a intensidade do vento solar é directamente consequência da actividade solar, sendo o fluxo de radiação de fundo da galáxia que nos atinge tanto menor quanto maior for a intensidade do vento solar.

    Sabe-se ainda que as nuvens são responsáveis pela quase totalidade da radiação solar reflectida, e por isso de pequeno comprimento de onda, que sai do topo da atmosfera.

    Portanto:
    i) menor cobertura nebulosa é consequência de menor fluxo de radiação de fundo da galáxia, por sua vez consequência de maior actividade solar (e vice-versa);
    ii) menor cobertura nebulosa origina um decréscimo na componente (reflectida) de pequeno comprimento de onda (SW) que sai para o espaço no topo da atmosfera;
    iii) menor cobertura nebulosa origina um aumento da temperatura média global.

    O recente artigo científico “Radiative Energy Flux Variation from 2001–2020”, que analisa os dados dos fluxos de energia radiante do CERES – Júlio Pois! Paulo Santos Carlos Marques Tuga Almeida et al., CERES não é uma marca de cera – confirma tudo isto e até deixo link do artigo que já sei que não vai ser lido porque não consta do programa das habituais madrassas: ….mdpi.com/2073-4433/12/10/1297/htm.

    Para os fiéis negacionistas da Igreja das Alterações Climáticas tudo isto é demasiado complicado. Não entendem. Nada como a simplificação grosseira do ignorante invertebrado de um gás vestigial ser o responsável. Até porque nunca terão visto espectros de absorção de infra-vermelhos dos constituintes atmosféricos, nomedamente do vapor de água e do CO2. Só falta alguém vir dizer que estava na praia estirado ao Sol e que a nuvem passageira que entretanto se interpôs lhe capturou todo o CO2 em redor, tendo começado a sentir frio.

    PS – Dois gráficos que são já um clássico e que levam os eco-primario-pilosos-nazis a descabelarem-se, à demência e ao insulto, como se os “ferros curtos” anteriores não tivessem sido suficientes:

    prntscr.com/12dlhbr – anomalia de temperatura medida por satélite (RSS e UAH) 1993-2016 em função da concentração de CO2

    prntscr.com/wg63ma – gráfico de temperaturas do período inter-glacial do Holoceno.

    Olé!

    • Tuga says:

      Elvibosta

      Estas outra vez mal disposto e a vomitar lixo.
      Ninguém tem paciência para te aturar a maluquice.
      Vai dar banho ao cão, bandalho.vendido

    • Paulo Marques says:

      Ufa, afinal o problema são os peidos da galáxia! E o Xenu, não faz nada?

  10. Abstencionista says:

    Querido sem carácter militante,

    “Que não comentaria prosas do Mr. Abstencionista,”
    Mas comentas!!! O que só confirma que não tens carácter!

    “…que apelidou de Carlos ALPEIDA, “
    Não guardo registo dos meus postais Pois não sou profissional avençado como tu que tens de mostrar aos abrantes a tua produtividade de troll.
    No entanto Alpeida não é um insulto, a mim parece-me mais um apelido bem aristocrático.

    “dizem que as centrais são boas, as novas são mais bonitas…! A França quer livrar-se dela, ..”
    Como sabes sou um tipo extremamente inteligente mas não sei tudo, às vezes tenho dúvidas que foram despertadas pelo teu amigo Almeida.
    Mas aceito perfeitamente que tenhas ciúmes por o ter elogiado e que me contraries porque achas idiota a exposição que ele fez.
    Um debate de ideias, em democracia, é assim.

    P. S. Como és meu admirador, pois estudas e guardas os meus postais, e como não te posso enviar uma selfie, vou escrever um “puema” dedicado à tua pessoa.

    • Carlos Almeida says:

      Boa tarde

      Em relação a centrais nucleares da nova geração com o metal torio, aconselho uma visita ao site da BBC com alguma informação sobre isso. A china ja tem uma central desse tipo a funcionar como testes funcionais, já não é prototipo.

      Nos USA, há muitos anos que se faz investigação sobre esse tema, mas nada avançou

      Se estiver interessado em saber mais sobre esta tecnologia das centrais com o torio, que de facto tem resíduos não tão poluentes, há muita informação na Internet, que serve para muitas mais coisas do que ter conta no fakebook ou até no aventar

      Da BBC

      https://www.bbc.com/mundo/noticias-58683343

      PS: Agradeço que me mantenha fora da sua “guerra” com “POIS” e o mesmo peço a ele.

      • POIS! says:

        Pois tá bem!

        Almeida, se gosta de ser insultado, tudo bem! Quem sou eu para contrariar tal liberdade! Ora essa!

        • POIS! says:

          E se considerar que “Alpeida” até é aristocrático, então corra depressa ao Registo Civil e peça para mudar de nome! Nesses casos, costumam autorizar.

      • POIS! says:

        E só mais uma coisa: foi o Sr. Almeida que apelou a que eu não respondesse ao Abstencioneiro. E agora responde-lhe?

        Em que ficamos?

        • Carlos Almeida says:

          Acho que não fui o único a pedir para que essa constante troca de insultos, acabasse.
          Demasiado “teenager” para o meu gosto e provavelmente para outras pessoas.
          Decidiram os dois continuar,
          Respondi ao “absentista” porque ao contrario do que diz, não me lembro de ter tido da parte dele e de resto de sua parte qualquer motivo de tentativa de insulto.

          Tenho mais que fazer do que entrar em “guerras” desse tipo.

          • POIS! says:

            Pois pode ter de mais que fazer.

            Mas quem não se sente…desculpe-me lá, ó Almeida.

            Pode crer que o Abstencioneuro o apelidou de Alpeida (aliás, ele até confessa) e já estou arrependido, sim, de o ter defendido, Sr. Almeida.

            Já que o senhor aprova o carinhoso ato do Abstencioneiro, tal não voltará a acontecer.

            Obrigado pela consideração.

      • Abstencionista says:

        Obrigado pela ligação ao artigo que é muito esclarecedor.

        P.S. Está anotado.

        • POIS! says:

          Pois que lindo!

          Ó pró Abstencionista Marrante tão educadinho, tão subservientezinho, a responder com tanta consideraçãozinha a um senhor a quem, em tempos, epitetou de “Alpeida”.

          Num ato de sentida homenagem é claro!

    • POIS! says:

      Pois cá está de volta!

      O Abstencioneiro marrante!

      Não acho nada idiota a exposição do Carlos Almeida (aliás, concordo quase a 100% com o que diz). Carlos Almeida que Vosselência insultou, e por várias vezes, de forma soez.

      Não é preciso guardar os seus “postais” (não costumo acumular lixo) para lhe relembrar as alarvidades que por aqui foi deixando.

      E digo-lhe mais: não confundo nunca o Sr, Carlos Almeida com um verme peçonhento chamado “Abstencionista”. Se “Alpeida” é, para Vosselência, “um apelido aristocrático”, bem podemos então mandar V. Exa. levar na sua aristocrática região lombar, situada lá no Real Fundo das Costas.

      Mande a “puesia” que quiser mas acrescente lá: os links para os comentários que eu plagiei; e o “link” para a minha afirmação “o mestrado faz-se sem estudar”, seguido da variante “o mestrado faz-se a ir ao Google”, ambas produto da patranhenta mente de V. Exa.

      Post Scriptum: ai o “Abrantes” vai-me pagar? Uma avença? Nâo sabia de nada, como sabe eu nem o conheço!

      Parece-me é que a relação de Vosselência com esse tal Abrantes se tem profundado de forma notável, desde que são frequentadores assíduos dos Psicopatas Anónimos. Com efeito, Vosselência está na posse de segredos que só podem ser de alcova.

  11. Abstencionista says:

    Caro Pois,

    Não entendo porque é que estás a espumar como um miura.

    No entanto agradeço que tenhas sugerido para o meu “puema” o tema “o mestrado faz-se sem estudar”.

    Agora vou glosar.

    Bjs

    • Abstencionista says:

      “Retrato de um Troll”

      O doutor Pois, pois então
      É um mestre, tem mestrado
      Mestrou-se num Domingo
      Sem nunca ter estudado!

      É um prolixo escritor
      Escreve no Aventar
      Inventa todos os dias
      Prós Abrantes engraxar

      Sujeito subserviente
      Das ratazanas no poder
      Mandam-no inventar notícias
      Coisa que faz com prazer

      Julga-se muito engraçado
      E não respeita ninguém
      Goza com deficientes
      E com outras coisas também

      Ainda se diverte mais
      Com a chacina de animais
      E com sangue de golfinhos
      Faz “piadas” originais.

      Avençado disfarçado
      Troll de profissão,
      Insultador descarado
      Do Pois fica a descrição!

      • POIS! says:

        Pois tá bem!

        Para “Troll” não está nada mal! A “puesia” Abstencioneira vai longe!

        Essa do “Abrantes” e do “avençado”…

        Sabe V. Exa. quantas vezes eu votei no PS, na minha já larga carreira de eleitor?

        Vosselência é mesmo um estúpido marrante!

        ZERO! E votei em praticamente todos os atos eleitorais, ao contrário de Sua Excelência Abestancioneira!

        • POIS! says:

          Vosselência é que é um troll! E rasca!

          Até porque só um troll rasca é capaz de chamar “proxeneta” aos paizinhos dos comentadores de quem não gosta.

          Depois prega “amor pelos golfinhos”. Deve ser alguma zoofilia a vir ao de cima da psicopatia dominante.

    • POIS! says:

      Pois tá bem!

      Podia ter posto o tal “link” para a minha suposta afirmação, inventada por Vosselência “o mestrado faz-se sem estudar”. Depois transformada pela patranhenta mente Abstencioneira em “um mestrado faz-se a ir ao google”. Estou à espera!

      “Mestrado ao domingo”? Qual? Mande-me lá o diploma, então!

      Vosselência algum dia me viu aqui afirmar que fiz algum mestrado?

      Vosselência não passa é de um triste parvalhão. É esse o seu azar, mais nada!

  12. Tuga says:

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