Subsídio-dependência

Banco de Fomento vai capitalizar 12 empresas de “interesse nacional”, incluindo a de Mário Ferreira

Estes ciganos são muito espertos! E ficam mais caros que os outros! Como é lógico, o CHEGA irá reagir em breve, pois estes ciganos não podem sair impunes.

Tranquem as portas. Não vá um destes ciganos entrar-vos em casa. Em última instância, é colocar um sapo à porta.

Comments

  1. Carlos Silva says:

    …minar a entrada…..é mais seguro !

  2. José Ferreira says:

    se repararem bem a banca só empresta a quem consegue subsídios públicos… aí até oferece.

  3. JgMenos says:

    Prá cambada capitalizar é algo que significa o mesmo que subsidiar.
    Falar-lhes em capital logo lhes dá azia, ainda que sendo o prato donde comem todos os dias…

    • João L Maio says:

      É tudo isso, mamão fofo.

      Gosto muito de ti, meu pequerrucho!

    • POIS! says:

      Pois…

      Se para Vosselência & Amigalhaços significa o mesmo, teremos de respeitar.

      Estamos numa democracia.

      Para a azia, aconselho papas de sarrabulho. O enfartamento acaba com ela num instante!

    • Paulo Marques says:

      Para o Menos, aumentar a conta bancária de empresas com negócios mais que estabelecidos a ver se é desta que são competitivos é capitalizar. Até se estranha não dizer que é dar dinheiro aos amigos.

  4. JgMenos says:

    Idiotas!
    Cretinos!
    Se o país tivesse um sistema judicial e uma cultura de valores de decência e de honestidade, não faltaria quem quisesse financiar empresas em vez de pagar para ter o dinheiro nos bancos.

    Mas ao serviço da mentalidade esquerdalha, capital e empresa querem-se igualadas a exploração e saque, e assim se vive nesta miséria de mesquinhos pedintes.

    • POIS! says:

      Ora pois!

      Mas calma: não é preciso berrar com a malta aí de casa! Já todos sabemos que são insuportáveis!

      E os que pagam para ter dinheiro nos bancos? Qual é o seu modo de vida?

      Pois é…ter dinheiro nos bancos, nem que seja preciso pagar por isso.

      É uma atividade muito lucrativa. Só comparável a ter o frigorífico cheio em vez de cultivar uma horta. Nem que seja preciso pagar por isso.

    • Paulo Marques says:

      E como é que vão esses grandes unicórnios em que investiu o Softbank, o Fundo Saudita, ou tantos outros por aí, depois de grandes apostas como a Greensil, a WeWork ou a Wirecard? Isso é que era decência, honestidade, e está a ser uma justiça rápida! E nem falo durante este início de crise, onde as queridas Uber e Netflix já tremem como varas verdes.
      Mas ao serviço da mentalidade direitola, capital e empresa querem-se igualadas a santos, onde nem sequer é preciso ver os livros, o importante é os números subirem a ver se lhes mijam dinheiro para lavar, e assim se vive nesta miséria de aumentar o desemprego a ver se aparece mais trigo e gás natural.
      Não, pá, pode ser, pode não ser, depende. Já para os teus amiguinhos no pássaro, é tudo xuxalista a receber tacho, tal a coerência. Coerência, que, de resto, é tudo o que aqui os “idiotas” lhes pedem, já que nem se entendem uns com os outros.

  5. Joana Quelhas says:

    O Socialismo no seu melhor!
    O Estado a controlar a iniciativa privada.

    Em vez de privatizar esse elefante branco da CGD o maior sorvedouro o de impostos do trio CGD + TAP + RTP , que deviam ser canalizados para a saúde p.e. , o que é que na mente de um Socialista surge ?

    Mais um banco , pois claro, era mesmo o que precisávamos …

    Depois admiram-se que continuamos a empobrecer.

    Joana Quelhas

    • POIS! says:

      Ora pois!

      E no setor privado o lema é: menos um banco. (*)

      De menos um a menos um até ao monopólio final!

      E o cliente que arrote, e é se quer, já que é obrigado a ter conta, cartão e etecetras: é comissõezinhas e mais comissõezonas a comerem os parcos jurinhos, quando os pagam.

      E agiotagem à fartazana e garantias em barda no crédito a quem o precisa (aos tubarões até se dispensam as garantiazinhas e outras maçadas).

      (*) Há , no entanto, outros casos em que o lema é, também, mais um banco.

      Mais um banco para o Estado financiar que a malta perdeu o dinheiro dos depositantes numas cavaladas alavancadas que correram mal…

    • Paulo Marques says:

      Na senda de vender mais um bem estratégico, quem sabe à Rússia invés da China desta vez, ainda confunde o BdF com banca comercial e acha que era algo que não existia. Quer o proclamado desejo de acabar com instituições (eram 3), quer a meritocracia estrangeira, quer até a agilização, revelam-se mais ideias da boca para fora incomparáveis ao dizer mal porque sim, e apelo à salvação dos DDTs.

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  1. […] Há uns dias, partilhei neste espaço a notícia de que a empresa de Mário Ferreira, o magnata dos barcos e de outras mil e uma coisas, era candidata a receber subsídios estatais.  […]

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