Não façam figurinhas tristes….

Porquê? A sério, porquê cantar nos directos televisivos ou pintar a tromba como se fossem o macaco dos Super Dragões. Os professores estão carregadinhos de razão, não precisam de fazer figuras tristes e deixar-nos com aquele sentimento incómodo de vergonha alheia….

Comments

  1. JgMenos says:

    Pintem-se, cantem, dancem…pouco importa.
    Já me bastaria que a par de direitos falassem em alguns deveres, como avaliações, formação…

  2. Manuel Maria Bocage says:

    Respeito pelo macaco dos SuperDragoes.

    Deve ter bom mestre para andar há anos no crime e nunca ser apanhado.

    Pois é, ter bom mestre é essencial

  3. estevesayres says:

    O Capitalismo, o Costa, o Marcelo, os Sem-Abrigo, a Miséria, a Revolução e a Justiça

    A pobreza, a fome e a miséria agravam-se no país, tal como os casos de pessoas sem-abrigo, sobretudo em Lisboa e Porto. Eis o capitalismo no seu esplendor. Eis a máquina que agrava as desigualdades de forma gritante.
    “Ele (patrão) dava pão para a gente comer e a gente trabalhava 8 horas nessa colheita de uva”, conta Tânia Melo, imigrante brasileira. A proposta de ganhar 80 euros por dia passou a 300 euros por mês, para depois passar a nada. Eis a escravatura.
    Não lhes restou senão vir embora. “Tinha 50 euros no meu cartão. Os bilhetes de comboio para Lisboa eram a 19 euros cada um”, recorda Márcio André, companheiro de Tânia. Chegaram a Santa Apolónia com pouco mais de 10 euros no bolso. Nada lhes restou senão a rua.
    Em Portugal, há, pelo menos, 9000 pessoas que não tem casa, das quais cerca de 4000 estão em situação de não terem sequer um tecto. O que significa que, de 2020 para 2021, mais 800 pessoas chegaram à rua.
    Atrás de cartões, dentro de tendas ou carros, há quem esteja a chegar às ruas pela primeira vez e em idades cada vez mais baixas.
    Notam-se já os efeitos da inflação, pois têm aparecido cada vez mais famílias que, não estando em situação de sem-abrigo, pedem ajuda para comer. O número de refeições distribuídas aumentou para o triplo desde a pandemia e tem vindo a agravar-se este ano.
    A situação não se resolve com caridadezinhas. Só a grande revolução que derrubará o Costa, o Marcelo e todo o capitalismo permitirá impor a igualdade e a justiça.

    22Nov2022 A. P. R

  4. Anonimo says:

    Ainda não se colaram ao chão da escola ou atiraram uma sopa da pedra a uma pintura da Maluda, podia ser pior.

  5. Paulo Marques says:

    É para ver se alguém nota, diz-se mal na mesma, e muda-se o mesmo.
    Hão de reparar quando não os houver, tarde demais.

  6. Joana Quelhas says:

    Um pai ou uma mãe ao reconhecer este individuo como professor do seu filho pode trocar de escola ?
    Não.
    Aqui no comunistão somos obrigados a pagar a educação mas não podemos escolher a melhor escola e os melhores professores.

    Foi para isto que se acabou com a ditadura ?

    Joana Quelhas

    • POIS! says:

      Pois Vosselência, ó Quwelllhass (1) (2)

      Para Vosselência a aparência é tudo? Conhece este professor de alguma sala de aula? Já falou com os seus alunos, atuais e antigos?

      Tá bem! Publique então uma foto de corpo inteiro em biquini fio dental para ver se a malta muda de opinião ácerca de Voisselência. Esteja á vontade! Aqui no comunistão é permitido! Foi para isso, entre outras coisas, que se acabou com a ditadura!

      E depois pergunta-se: um pai ou uma mãe ao reconhecer Vosselência como concidadã do seu filho pode trocar de país?

      É que nem queira saber Vosselência quantos professores e professoras rascas, mas bem aperaltados/as de saia-casaco de fato, gravata e tal, conheci durante a ditadura!

      (1) Continua a seguir-se a máxima do Alencar, seja ele quem for (2), introduzida aqui por Vosselência, seja Vosselência quem for “não mencionar o…Vosselência!”.

      (2) Era melhor que não se soubesse quem era. mas ainda ontem o vi: estava ali na tasca a acabar de comer umas ameijoas á Bulhão Pato. E logo me disse: “por favor não mencione a Qu…(uff!), isto é, Vosselência!”.

    • Paulo Marques says:

      Não, o 25 de Novembro. Mas a menina é de bem, não tem com que se preocupar.

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