Israel confirma ter atacado campo de refugiados e palestinos afirmam que há dezenas de mortos
Fotografia: Reuters
Há quem esteja do lado certo da estória (a da carochinha, por exemplo). E há quem esteja do lado certo da História (a da defesa dos direitos humanos, por exemplo).
Já Israel é um erro histórico.







Não percebes, João, mas é simples: o Hamas é feito de homens-toupeira que constroem rapidamente quartéis generais debaixo das zonas com mais pessoas, e por onde se movem rapidamente.
Há duas coisas que não percebo e tenho que começar a perguntar, a ver se a nuance aparece outra vez:
1) então, afinal, a limpeza étnica dos terroristas uighurs foi boa? Sempre foi mais rápida, humana, e eficaz.
2) então, afinal, qual era o problema da Rússia disparar contra posições de artilharia e demais grupos de soldados em sítios cheios de pessoas?
Israel é tanto um erro histórico como o terão sido todas as transferências de populações e todas as fronteiras desenhadas depois da Segunda Guerra Mundial.
Por exemplo, todo o oeste da Roménia é povoado por húngaros. Tal como todo o norte da Sérvia. Será que isso são erros históricos?
E a antiga cidade alemã de Koenigsberg foi entregue à Rússia e agora é Kalininegrado. Isso foi um erro histórico? (Haverá quem diga que sim!)
Basicamente, Israel é um erro histórico apenas e tão-somente porque os árabes sempre ser recusaram a aceitá-lo e sempre se recusaram a aceitar integrar as populações palestinianas refugiadas que acolheram. Por exemplo, a seguir à Segunda Guerra Mundial a atual Alemanha aceitou integrar oito milhões de pessoas refugiadas dos territórios a leste, e hoje em dia ninguém protesta nem designa essas pessoas como “refugiadas alemãs”, nem existe uma agência das Nações Unidas responsável por fornecer serviços aos descendentes desses refugiados.
Não sei porque o João deixou assim essa frase, mas não seria obrigação dos invasores colonizadores integrar os nativos? Bem sei que nunca aconteceu sem um genocídio, que ainda vai continuando com a versão ligeira de genocídio cultural, mas continua a ser um crime contra a humanidade.
Há quem seja estúpido, por exemplo!
Como quem queira, no meio da Europa, encher bairros inteiros com arábicos e esperar o dia em que lá reine a sharia, para dizer que é um erro histórico.
Quem os quer enfiar os trabalhadores essenciais baratos num ghetto isolado são os teus amigos, pá.
Pois claro!
E quem é que teve a distinta lata de se impor à suprema vontade de Vosselência? Quem foi o energúmeno?
Coisas dessas têm de ser objeto de denúncia pública! Seja estúpido, mas não se acanhe, ó Menos!
Obviamente esta é uma resposta ao comentário do Menos, o das 11:32.
Mas pode ser usado como resposta para outros do mesmo autor. Fica à vontade do freguês!