Bielorrúsia: o mundo real é fodido, não é?

Minsk

Entretanto, em Minsk, a onda de terrorismo de Estado avança, imparável. Um tirano, violento e decadente, que governa a Bielorrússia como se fosse sua, ordenou às forças de segurança que reprimissem os manifestantes, tendo já encarcerado, sem os procedimentos legais normais no resto (ou na maioria) da Europa, mais de 6 mil jornalistas, líderes associativos e sindicais, activistas, opositores políticos e outros “agitadores”. Isto não é comunismo, nem fascismo, nem outro ismo qualquer. Isto é uma monarquia absoluta travestida de República. E a Europa deve deixar-se de politicamente correctos e retaliar. Sanções, boicote económico, corte de relações diplomáticas, não sei. O que os decisores políticos acharem mais adequado. Mas isso obrigaria a fazer o mesmo à China ou à Rússia, só para citar dois exemplos, e seria too much. Porque produtividade, crescimento económico e competitividade e tal. E as democracias ocidentais também têm as suas prioridades. Tal como o capitalismo selvagem, que não funciona sem as ditaduras que providenciam a mão-de-obra barata semi-escrava.

O mundo real é fodido, não é?

Quão patético é Trump (e a sua extrema-direita)?

DT

Em 2011, Donald Trump fez um vídeo onde afirmou o seguinte:

O nosso presidente vai começar uma guerra contra o Irão, porque não tem capacidade de negociar. Ele é fraco e ineficiente (…) Temos um problema na Casa Branca. Assim sendo, eu acredito que ele vai atacar o Irão, algures antes das eleições, porque acredita que é a única forma de garantir a reeleição. Quão patético é ele?

Entretanto, Obama não só não atacou o Irão como assinou um acordo histórico com aquele país e um conjunto de países europeus, que permitiu controlar os avanços nucleares de Teerão e aproximar antigos rivais, acordo esse que Trump tratou de rasgar mal se sentou na Sala Oval. [Read more…]

«O terrorismo de Estado formou a minha geração».

Peter Stein – a propósito da Grécia e da posição de Schäuble. Mais sobre isto, aqui.
peter_stein
Peter Stein vem a Portugal agora, por ocasião do 32º Festival de Almada, que começa já no próxima dia 4.

474 mortes civis desde 2004

incluindo 176 crianças, apenas 2% de baixas entre lideres militares de topo. É este o resultado da utilização de drones pelos EUA. E, claro, os ataques são ilegais… (em inglês)

Terroristas norte-americanos atacam Wikileaks

O pânico americano derivou em terrorismo:

O site Wikileaks anunciou que está a ser alvo de um ataque informático, mas que isso não impedirá a publicação, prevista para hoje à noite, de documentos norte-americanos sensíveis em diversos jornais. in Público

Entretanto a página que tencionava utilizar esta noite para pesquisar os documentos, o http://owni.fr/, já está fora de combate. É provável que os terroristas ao serviço do Pentágono se estreiem hoje em grande escala, lançando uma ciberguerra de consequências imprevisíveis. Sabe-se que a Wikileaks estava preparada para isto. E vai ter muita gente do seu lado.

afinal, os terroristas quem são?

Assembleia da República, sítio de griteria e acusações: todos responsáveis pelo desgoverno. Ai se Afonso Henriques fosse vivo!

Estes dias que vivemos, parecem-me estarem cheios de tristezas, injustiças e lágrimas, bem como de solidariedades, declarações, debate, uso da razão, uso das emoções. É um falar constante dos acontecimentos que sobre nós caem. Corpos mortos, corpos feridos, fuga do perigo, vida de terror. A resposta à pergunta do título podia ser simples: os que matam sem motivo ou sem motivo aparente provocam depressão a outros seres humanos. Se quisermos uma lista do terror sobre os seres humanos, basta-nos ler o jornal e ver que desde 2002 em Bali, até ao dia 7 de Julho deste ano, ocorreram oito actos denominados terroristas e, consequentemente, tivemos mortos, feridos, seres triste… um mundo dividido. [Read more…]

Empedernidos?

Este calhau só pode estar a gozar com as vítimas.

Também ouvi outro mineral, na CNN, perguntar porque é que quando caem rockets em Israel ninguém comenta. Talvez seja, ó cabeça de areia, porque um dos países cresce todos os dias na exacta proporção em que o outro diminui (para dar apenas um exemplo).