“Alterações climáticas põem em risco 18 bases militares dos EUA“. Eat this Koch suckers!
Ao cuidado dos fanáticos da Heritage Foundation
Retrocesso e radicalização: o alarmante destino de Theresa May

A chegada da eurocéptica Theresa May ao poder no Reino Unido não está a ser particularmente animadora. Poucos dias após se mudar para o nº10 de Downing Street, a nova primeira-ministra inglesa já conseguiu a proeza de promover uma onda de retrocessos de proporções consideráveis. Margaret Thatcher iria adorar.
Para a pasta do Ambiente, May convidou Andrea Leadsom, a Ministra da Energia de David Cameron que recentemente questionou a veracidade do problema das alterações climáticas, flagelo que ainda esta semana regressou à ordem do dia, após a divulgação de um relatório encomendado pelo executivo Cameron que avisa para a necessidade do país se preparar para cheias, vagas de calor e escassez de alimentos provocadas precisamente pelas alterações climáticas. Leadsom é também uma apoiante da caça à raposa, do abate da floresta e do regresso em força do carvão, caminho que o seu antecessor tentou reverter. [Read more…]
O disparate volta sempre ao local do crime
Primeiro era o Verão mais frio desde 1816, agora é o frio polar. É o que dá ter faltado às aulas de Geografia quando ainda mais pequenino.
O Verão de 1816
Diz o IPMA que
4 sistemas de previsão acoplados: três europeus – ECMWF, Met Office, Météo-France – e um norte americano – NCEP [prevêem] para o trimestre junho, julho e agosto, (…) um cenário para Portugal Continental em que a probabilidade da temperatura média ser inferior ao normal é de 40 a 60%, com uma anomalia negativa entre -0.5 e -0.2 °C.
Brrr, que gelo. Mas como já estamos na estação idiota da comunicação social, e há sempre um a colaborar na nobre causa do capitalismo não fazer mal a ninguém, a poluição nunca ter existido e o planeta ser tão descartável que o posso ir tramar onde me der mais lucro, já estou cheio de frio.
O aquecimento global volta a fazer das suas…
Ou talvez não, mas certamente os teóricos dos mitos climáticos cientificamente por comprovar, irão argumentar com as alterações, blá, blá, blá… No entanto, ao que parece em 1816 o Verão não terá sido nada quente e nessa altura, ainda não existiam várias das causas apontadas pelos crentes especialistas na matéria. Nem os EUA eram na época uma superpotência. Registo que desde o fim do mandato de W. Bush, com Obama na Casa Branca, estas matérias passaram a ter uma menor projeção internacional…
Sinistra Destra 15 Jan 10: os blogues que eu leio são melhores que os teus
o clima da discussão
Há aqui um perigo, que ninguém parece compreender (sem ser eu, naturalmente): o carácter da discussão sobre as alterações climáticas tem-se aproximado do carácter da discussão entre o criacionismo e o darwinismo (esta última uma discussão que, de facto, não existe, mas adiante). E se, dada a natureza ideológica intrínseca à questão, a culpa da total estupidificação dos debates sobre o aquecimento global pertence aos dois campos, a responsabilidade da sua geminação à natureza do debate criacionismo-darwinismo pertence unicamente à Direita.
maradona – a causa foi modificada
divisórias
Divido as mulheres entre as que arranjam as cutículas das unhas e as que não o fazem. Divido os amigos dos meus filhos entre os que me tratam pelo nome e aqueles que me reduzem à “mãe do João”. Desprezo o segundo grupo. Divido os homens entre os que usam botões de punho e os que não os usam. Por aí fora.
alterne
António Vitorino, chichisbéu, engatatão, dom-joanesco pilrete socialista, um docinho, empandeirava com a maioria absoluta, boquejando para os jornalistas: “habituem-se!”. Quatro anos volvidos, chuchando uma minoria no Parlamento, bradeja “ó tio, ó tio”, presidente da República alforria-nos da oposição da Oposição que entaipou a “governabilidade”. Pedíssequo do Governo nos meios de comunicação, não abre a boca para sandejar, noutra revista à portuguesa, ele diria, como Laura Alves, “aguenta que é serviço”, pois o presidente é de outra “família política”, mas naquela em cartaz, Vitorino está amodernado. Numa democracia bi-partidária civilizada, o poder alterna-se, e nas casas de alterne – instituições, assembleias ou fóruns políticos – as diferenças não são ideológicas, são “gajológicas”. O balde é o mesmo, a substância fecal, a mesma, o que muda são os gajos, são diferentes, o resto é igual.
Táxi Pluvioso, Pratinho de Couratos
manteiga
Deviam achar que sou uma torrada e barraram-me à entrada duma discoteca.
juvenal, o anormal, o melhor blog do universo







Recent Comments