Rui Curado Silva, pode ser na Taberninha, Praça Velha dita do Comércio, em Coimbra, é claro.
A malta da Académica continua a achar que onde há nacionais, há bom futebol.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Rui Curado Silva, pode ser na Taberninha, Praça Velha dita do Comércio, em Coimbra, é claro.
A malta da Académica continua a achar que onde há nacionais, há bom futebol.
Dois jogos fora, duas derrotas.
Não estamos habituados a isto. Jogamos mal e perdemos bem.
E não vale a pena dizer que é por falta de Falcão.
É só por falta de qualidade. Da equipa do ano passado, só muda um atacante e um treinador. As ilações não são difíceis de tirar.
Numa exibição paupérrima, onde não criamos uma oportunidade de golo, tivemos a sorte de arrancar um pénalti, empatamos, e deixamos logo no minuto seguinte, que num contra-ataque ficassemos a perder de novo.
É a primeira vez que uma equipa Portuguesa perde com uma Cipriota.
Nada está ainda perdido, mas pouco falta. Por este andar ainda vamos parar de novo à Liga Europa.
A viagem à Ucrania ditará tudo.
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HULK MARCOU, ATÉ QUE ENFIM!
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O mais importante
do jogo, para além da vitória do FCPorto, foi o facto de Hulk acabar por marcar (dois golos) e também o de Mariano receber cartão vermelho directo, a quinze minutos do fim do jogo.
Depois de ter começado a perder (com um auto golo de Álvaro Pereira), o FCPorto deu a volta ao resultado, empatando ainda na primeira parte, e começando a segunda com o penalti que o colocou a vencer.
Durante largos minutos, só se jogou no meio campo cipriota. Até à expulsão de Mariano, os homens de Chipre quase não tinham rematado à baliza de Helton.
Falcão, não marcou desta vez, Rodrigues fez um grande jogo e Hulk não parou. É incrível, a capacidade física deste jogador. Tem velocidade e tem técnica suficientes para vir a ser um grande jogador. Falta-lhe só saber tomar as melhores opções durante o jogo. Muitas jogadas se perderam pelas suas más opções.
O jogo acaba muito morno, com o Porto a gerir o resultado. A missão foi cumprida.
No outro resultado do grupo, o Chelsea goleou o Atlético de Madrid por quatro golos sem resposta.
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Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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