Um conto e quatrocentos por uma garrafa de azeite

e queixam-se do preço da Gasolina.

Era cadeia…

Agora é com o azeite. Ontem com a carne. Amanhã será com o quê?

Uma das amostras nem era azeite, quanto mais extra virgem. E depois é ver a aldrabice, segundo a notícia, reparem bem:  As marcas «Auchan» (DOP Moura), «É» (Continente), «Grão Mestre» e «Naturfoods», que se apresentam no rótulo como «azeite virgem extra», deveriam, segundo a associação de defesa dos consumidores, «ser classificadas como azeite virgem apenas».

É brincar com os consumidores. É brincar com coisas muito sérias. E no final, uma multa resolve tudo e ninguém vai para a cadeia.

A Liberdade e o "rabinho" entre as pernas…

Vem ao de cima! Mais tarde ou mais cedo vamos saber a verdade, mas é preciso termos em consideração que a verdade não é igual para todos. Para alguns, Sócrates fez o que tinha a fazer, usar o poder e o dinheiro que tem à disposição (embora não seja dele) para calar quem o ataca. Não é obrigação de quem é atacado calar quem o ataca?

Depois há os que consideram que a verdade pode ser prejudicial, não vá ser usada pelos adversários políticos e favorecer fins que os próprios não consideram saudáveis, pese embora prejudicarem a verdade.

E há os que que consideram que a verdade deve ser defendida porque estão convencidos que se nada agora fizerem, na próxima vai ser bem pior e assim a degradação da democracia é cada vez mais acelerada.

Isto é tudo muito conhecido, há dezenas de anos que os argumentos são os mesmos, os aproveitamentos, os “abraços de urso” , a táctica, a estratégia, o ver longe, o ser diferente, o botar figura, e uma e outra vez, sempre que os valores essenciais da democracia estão em perigo há uns meninos muito dotados que metem o rabinho entre as pernas e ninguem os vê!

A posição destes senhores é como o gajo que está em pleno campo de batalha e à ordem de avançar “desloca” um tornozelo e é vê-lo com ar revoltado na cama mais próxima do hospital de campanha.

Mas esteve lá! Para contar como foi!