Bebidas alcoólicas e comunicação comercial

Sabia que morrem anualmente, em Portugal, 300 000 jovens entre os 15 e os 29 anos por causas directamente imputáveis a bebidas alcoólicas?

 

A explosão do álcool no seio das camadas mais jovens parece constituir premente preocupação das autoridades.

A prevenção no país das “sopas de cavalo cansado” representaria significativo passo de molde a subtrair os jovens da atracção que o álcool deveras representa e das suas nefastas consequências.

E, no entanto, os meios de maior impacte e difusão nem sempre cumprem o que naturalmente lhes compete.

Se observarmos o que ocorre sobretudo na pantalha ao longo de programas do mais diverso jaez, exibidos tanto pelas manhãs como durante as tardes, verificaremos que não só se exalta o álcool (apresentadores menos bem preparados fazem-no com um inqualificável desplante… e uma recusável “lascívia”) como se apresenta – de aguardentes aos vinhos de mesa e a bebidas licorosas – de tudo um pouco, e se brinda com inaudita desfaçatez… sabe-se lá em intenção de quem ou de quê! Talvez o seja proverbialmente em honra do deus Baco, seja qual for o significado que a tal se pretenda atribuir.

A ausência de uma criteriosa consciência e da percepção dos efeitos nefastos dos modelos que se apresentam a distintas camadas da população como impressivos – e dignos de ser seguidos – surgem na contra-mão dos esforços que determinadas entidades empreendem para frear os ímpetos dos mais novos que sentem naturalmente uma atracção pelas bebidas alcoólicas como modo de afirmação de uma personalidade, truncada, afinal, pelo que na sua essência o álcool representa e pelos malefícios que irreparavelmente acarreta.

Como se se adoptasse uma “pedagogia” às avessas: não se educa para a abstenção ou para um consumo moderado e enquadrado em uma dieta equilibrada, antes se ensaiam autênticas libações, fortes de conteúdo e de consequências, como se essa fosse a via para a superação das distintas fases da vida…

Para além do que noutros textos se plasma, convém atentar no que prescreve o Código da Publicidade no seu artigo 17, a saber, [Read more…]

Pina Colada, outra maravilha das Antilhas

Com o Verão a entrar na curva descendente, não podia faltar nesta breve selecção de bebidas que aqui apresentei para refrescar a estação, a receita de Pina Colada, outra maravilha feita com rum e com a marca distintiva das bebidas que, originárias das Antilhas, se espalharam pelo mundo.

Reza a lenda que por falta de um coco dentro do qual servir uma bebida chamada Coco-Loco (em que a casca de coco fazia as vezes de copo), um barman decidiu usar um abacaxi para o efeito, tendo os bebedores ficado surpreendidos e deliciados com a forma como os sabores do abacaxi se misturavam com os outros ingredientes.

Com uma mistura de ingredientes aparentemente estranha, a pina colada é um daqueles frutos do acaso que funcionam e fazem as delícias dos apreciadores. E pode perfeitamente prepará-la em casa, seguindo esta receita.

Daiquiri, outra bebida cubana

daiquiri

Já aqui publiquei a receita de mojito, juntamente com outras receitas de bebidas para refrescar o Verão.

Hoje vou preparar uma outra bebida cubana, na sua versão original, um daiquiri.

Hemingway, que amava mojitos, também gostava de daiquiris mas, por ser diabético, tomava uma variação que veio a chamar-se Hemingway Special substituindo o açúcar por marrasquino e sumo de toranja.

Nada melhor para iniciar esta segunda quinzena de Agosto.

Vai um mojito fresquinho?

Dizem que Hemingway era um admirador desta bebida cubana. Eu também gosto, especialmente nesta época do ano. Não custa nada preparar e, em poucos minutos, estamos a degustá-la.

Não se esqueça apenas de macerar bem a hortelã e o limão, esse é o segredo de um bom mojito. A receita de mais esta bebida de verão está aqui.

Receitas de gin

gin-tonico

A semana passada apresentei aqui umas receitas de caipirinha e de sangria para refrescar este Verão cheio de tonterias e acontecimentos quentes. A julgar pelo que se vê, nunca a season foi tão silly. 

Hoje tomei uma decisão irrevogável: vou preparar um gin tónico. Irrevogavelmente.

Ou talvez mude de ideias e beba um gin fizz. Posso até beber um gin com uvas, sabe-se lá, é preciso é que seja irrevogável. E pronto, enquanto não revogar as dúvidas, dou-vos algumas receitas de gin para provarem.

O vinho e o Direito do Consumo

O vinho, de harmonia com o Regulamento (CE) n° 1493/1999, do Conselho, de 17 de Maio de 1999, define-se como o produto obtido exclusivamente por fermentação parcial ou total de uvas frescas, inteiras ou esmagadas ou de mostos.

Cautelas peculiares se impõem no que tange ao consumo do vinho e demais bebidas alcoólicas por jovens, em natural processo de formação…

Já o DL 9/2002, de Janeiro, previne no seu preâmbulo: 

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E se beber 4?

Diga adeus à obesidade com dois copos de vinho por dia.