o grupo doméstico ou a construção conjuntural da reprodução social em eleições

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Conferência apresentada ao Quarto Congresso de Antropologia de Espanha. Alicante. Abril. 1987.

Antes do problema do problema científico, temos o problema político e a crise económica. Não é novidade. Faz parte da gestão que um povo faz dos seus bens e das pessoas indigitadas para os representar. É uma grave perigo estes desencontros entre políticos que podem sumis aos membros da família dentro de um patamar sem fundo. Como vamos defender os Grupos Domésticos? Quem será o grupo vencedor? Um Governo de Gestão? Para saber quem nos salva, é preciso saber como se gere um Grupo de Família ou Grupo Doméstico. Vamos a isso para saber quem será o grupo salvador da nossa Pátria ou os grupos que lutam pelo povo e não pelos seus partidos e poder. Os eleitores são heterogéneos, os grupos políticos também. Vamos analisar o assunto à luz da Etnografia e na base de uma conferência que proferi anos atrás, mas que ainda é valida. A conferência passou a livro, mas entrego a parte mais simples essa que li perante um auditório de centenas de pessoas. Passou a ser um pequeno livro en Castelhano, que vendeu cinco mil exemplares, para a Associação de Antropologia de Espanha.

Pense na heterogeneidade, que, apesar de não serem etnias, são classes sociais elitistas e proletárias. Faça uma transferência e pense que os senhores candidatos são da elite e os votantes, do povo.

Parede, 4-4-11

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