Lembrem-se quando forem votar

“Foi pirateado. Isso só demonstra que há necessidade de haver controlo na Internet” A. Marinho e Pinto.

O advogado parece não saber que há uma lei geral em vigor.

Neste caso concreto, deixou o caderno de notas aberto no jardim da cidade e houve que lá fosse deixar escrito quanto apreço nutre por este sujeito. É a vida.

Daí até extrapolar para a necessidade de “controlar” vai um grande passo. Podia ter referido que quem fez isto, que não foi a “Internet” nem a generalidade de quem a usa, agiu mal. Podia ter aproveitado até para apelar à elevação. Mas não. Sacou do tiquezinho de pequeno ditador, até como explicação lateral para o seu voto que nada teve a ver com isto, e decretou que é preciso controlar a Internet. A seguir, controlam-se os muros, os jornais e o melhor mesmo é fechar as tipografias, não se vá dar o caso de alguém se lembrar de imprimir panfletos.

“A Internet está ocupada por hordas de mujiques e enquadrados por legiões de técnofilos.” A. Marinho e Pinto

Eis a elevação do político, e bem informado, como se percebe.

“O que digo a essas pessoas é que as minhas convicções políticas nunca estiveram em leilão político, nem estarão seja qual for o número de votos que possa ter.” A. Marinho e Pinto

Duvido que este acto de gozo com a nabice do eurodeputado fosse alguma tentativa de o levar a vender o voto. Por outro lado, mais parece ter sido a expressão, mesmo que rude, daqueles que o político não quis ouvir. Sim, este foi um dos representantes dos portugueses junto do Parlamento Europeu que tomaram posição sem se dignar ouvir os seus representados. O próprio Marinho e Pinto o afirmou: não leu nem ia ler os argumentos daqueles que se opuseram à polémica lei entretanto chumbada.

Quanto ao tweet inicial do Viagra, o que há mais são boots a explorar vulnerabilidades como esta. Foi a falta de uso dessa conta por parte do seu dono e da subsequente mediatização do caso que lhe inundou o sítio. Mas se o ego ficar mais elevado por se achar vítima de perseguição, siga então.

Não é preciso leiloar o seu voto, senhor eurodeputado. Basta que se tivesse informado para votar de forma esclarecida.

Mas é bom que se fale de votos. Esta gente não surge do nada. Lembrem-se disto quando forem votar mas próximas europeias.

Censura na UE chumbada, novamente

Boas notícias para os europeus e para todos os utilizadores da Internet, no geral. A polémica proposta da máquina de censura europeia e de taxamento dos links foi chumbada.

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Tempo de agir novamente – salvar a Internet

(clicar para aumentar)

Links da imagem (infelizmente, não há versões em português):

Cada um que faça o seu papel. Depois não se queixem do que perderam.

António Marinho e Pinto já decidiu e vai votar a favor da censura!

António Marinho e Pinto já decidiu e vai mesmo votar a favor. O ex-bastonário da Ordem dos Advogados não se lembrava, quando falámos com ele por telefone na sexta-feira, que esta semana iria ter a votação da nova diretiva e admitiu que não viu nenhuma das cartas abertas que têm sido divulgadas. Apesar disso não tem dúvidas em como vai votar: “vou aprovar a nova diretiva, claro!”
“Não estão em causa direitos relevantes dos utilizadores. Esta é uma diretiva para cortar os abusos das grandes empresas americanas (e outras) que ganham milhões à custa dos autores e jornais europeus”, explicou ao DN Marinho e Pinto. [Dinheiro Vivo, 19/06/2018]

Repare-se na preciosidade: o eurodeputado assume que não leu o que pessoas chave do processo de construção da Internet disseram sobre o assunto (ver nomes no post anterior). Mais, ao declarar que é uma directiva para “cortar os abusos das grandes empresas americanas (e outras)” percebe-se que nem sequer sabe o que é que vai votar, já que a UE pretende instaurar um processo de censura automática. Contrariamente ao que afirma Marinho e Pinto, estão em causa direitos, não só “relevantes” mas também fundamentais, dos utilizadores.

Informe-se melhor, senhor deputado, e repense o seu sentido de voto.
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A UE prepara censura automática na Internet e taxa sobre os links – contacte António Marinho e Pinto para impedir este absurdo!

Enquanto a mais recente proposta de direitos de autor na UE chega a uma votação crítica no dia 20 de Junho – próxima quarta-feira, mais de 70 dinossauros da Internet e da computação manifestaram-se contra uma cláusula perigosa, o Artigo 13, que exigirá que as plataformas da Internet filtrem automaticamente o conteúdo carregado. O grupo, que inclui o pioneiro da Internet Vint Cerf, o inventor da World Wide Web Tim Berners-Lee, o co-fundador da Wikipedia Jimmy Wales, o co-fundador do Projecto Mozilla Mitchell Baker, o fundador do Internet Archive Brewster Kahle, o especialista em criptografia Bruce Schneier, e o especialista em neutralidade de rede Tim Wu, escreveram em uma carta conjunta que foi divulgada há dias:

Ao exigir que as plataformas da Internet executem a filtragem automática de todo o conteúdo que os seus utilizadores carreguem, o Artigo 13 dá um passo sem precedentes para a transformação da Internet, de uma plataforma aberta para partilha e inovação, numa ferramenta para a vigilância e controlo automatizados de seus sites.

(Texto supra adaptado daqui)

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Protecção de dados

 

Há um facto do qual, parece, a generalidade das pessoas ainda não terá tomado consciência, a avaliar pela discussão que pode testemunhar-se na “rede”, sobre protecção de dados, privacidade online e outras matérias similares, primas ou irmãs destas, onde se discute, com elevada autoridade científica e pujança vegetativa, o que de cada um cabe unicamente a cada qual, ou o que de cada qual cabe ao peixe de águas profundas.

A Internet é privada. É uma infraestrutura militar privada.
Qual é a dúvida, afinal?

Mais um passo contra a liberdade

[Transcreve-se a seguir um artigo da “Associação D3 – Defesa dos Direitos Digitais”, uma associação portuguesa sem fins lucrativos, dedicada à defesa dos direitos fundamentais no contexto digital]


26 outubro 2017
Governo Português encabeça movimento pela censura na Internet

Conselheiro Português foi director-geral da Motion Picture Association – América Latina

 Vieram hoje a público documentos que comprovam que os governos de Portugal, Espanha e França têm tido um papel primordial no que respeita ao art. 13º. da proposta da reforma Europeia do Direito de Autor, relativo à introdução de filtros de censura prévia dos conteúdos que os utilizadores enviam para a rede (filtros de upload).

O conteúdo agora revelado nos documentos é extremamente preocupante. Portugal, Espanha e França estão a liderar as movimentações que visam garantir que sejam adoptadas as versões mais radicais da censura de conteúdos.

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Carrrrrrrrros em movimento

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Sabem que porra é esta? É uma feira. Para além de cavalos, vacas e chouriços que se emborracham à noite para troca de fluídos, são transaccionados circuitos e aplicações seminais (e não me estou a repetir) entre megawatts sukarnoputris de luz e toneladas messiânicas de graves. O pessoal anda todo numa cloud muito marada de ideias vendidas como jogos de lençóis de flanela e infalíveis elixires da juventude. Anuncia-se a next big thing e… zás!, up with the cock from Barcelos da Joana Vasconcelos, seguido de um sonzinho lounge. A insofismável cultura da era techie não pode faltar. Vhils, Kalaf e a Lisbon Fado Sin. O turismo esfrega-se todo por summits, e para todos os gostos que os há: o sunset summit, o surf summit, o farturas summit, o crunchie’s dog summit, o caralho que os foda summit, tudo pináculos da excitação mediática e da diarreia comunicacional: as televisões rapidamente se afeiçoam a este evento e os écrans enchem-se dos Caras de cú habituais. Ir ao Web Summit é, em termos de gente, como ir ao Dragão ver o Benfica fazer o Porto descer à terra ou como encher um concerto da Lady Gagabyte. Mas a um nível superlativo e expialidoso. Os bilhetes, qrido, para os pobres ficam a € 1000, os remediados arrotam € 3000 e os Premium, Platinium e Uranium entre €4.245 e € 5.245, mas estão todos sold out. Ou isso ou 3 fichas para os carrinhos de choque. Não será preciso dares uma de penetra porque estamos nos idílicos domínios do marketing. Especulação a bem da nação, com os putos MC Costa e Funky Cold Medina na área. Alguém me arranja um bilhete para ir ouvir o investidor e empreendedor Ronaldinho Gaúcho falar da sua fantastic new internet venture? É que há uma nerd activista curda que eu queria deglutir que vai lá estar…

Obra da internet

Como é que um jornalista canadiano que nunca esteve em Paris acaba na primeira página de um jornal espanhol, com a legenda “Um dos terroristas” debaixo da foto do seu rosto?

Foi “obra da internet”, mas também podia ter sido do demo.

Assim aconteceu por obra e graça do jornal ultraconservador (o adjectivo é meu) La Razón, que não teve pejo em usar uma foto manipulada a partir de uma selfie do jornalista Veerender Jubbal. Onde havia um ipad, passou haver o Corão. E por cima da camisa passou a estar um colete de bombista. O tom de pele é perfeito para a mistificação e pronto, é só pôr a circular pelas redes. Daí até que um jornal preguiçoso e desonesto faça uso da imagem é só meia dúzia de shares. [Read more…]

Geração Z

pensam com a ajuda da internet e estão permanentemente preocupados com a bateria do telemóvel

 

Revolucionário Obama?

Ou apenas um estratega e recuperar do esmagamento eleitoral da semana passada? É que isto de enfrentar lobbies não acontece todos os dias

Um jornal que ainda não foi inventado

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© Jorge Colombo

Vi (ouvi) com interesse os participantes no Prós&Contras de ontem, dedicado aos «conteúdos» jornalísticos do futuro (devir próximo, sem dúvida). Mas também com tristeza, por verificar a que ponto os jornalistas profissionais da minha geração andam de facto «aos papéis», como bem disse Ana Sá Lopes. E andam aos papéis porque, creio eu, têm andado demasiadamente preocupados com o «modelo de negócio» e insuficientemente com o jornalismo propriamente dito. O que é compreensível, atendendo àquela que tem sido a realidade da generalidade dos jornalistas desde a morte anunciada da imprensa que constituiu a massificação do acesso à Internet.

De costas largas, a Internet tem desde há vários anos servido para justificar a destruição dos jornais, o despedimento de jornalistas, a reconstituição das redacções com recurso a jornalistas precários e estagiários, a redução de todos os meios, humanos uns e financeiros outros, a dispensa de revisores (tão importantes para a manutenção da qualidade dos textos) e outras etapas que paulatinamente têm vindo a ser queimadas, suprimidas no processo de produção da informação jornalística. Acrescente-se a esse panorama, já de si desolador, o «tráfico» de crónicas, por vezes a soldo zero, que cria espaço nos jornais para a defesa de interesses particulares e/ou de classes específicas da sociedade portuguesa.

Mas mais largas ainda do que as da Internet serão as costas do «novo paradigma», à boleia do qual se têm cometido todo o tipo de «erros estratégicos», [Read more…]

Take it for granted!

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Ligação à internet? Naaaaaaaa! Isso é para piratas comuns. O grande irmão não precisa dela para vasculhar a tua vida. Como não poderia deixar de ser, tudo em nome da segurança e da luta anti-terrorismo!

Mas não nos deixemos alarmar: os cowboys da NSA garantem que esta tecnologia não é utilizada em computadores de cidadãos ditos “comuns”. A menos que, claro, tal garantia se enquadre na mesma categoria de garantias que davam como garantido a existência de armas de destruição maciça no Iraque. Não deve ser por ai. Estes gajos “olham” por nós. I take that for granted!

God bless America? Yeah right…

Tendência porn móvel

As segundas-feiras  são dias duros? Nada como as aliviar um pouco, é o que diz o relatório de 2013 do agregador de conteúdos PornHub. Ao que parece, os 14.7 mil milhões de visitantes  deste site, que realizam 1.68 milhões de visitas por hora, visitam-no maioritariamente à segunda-feira, talvez para descontraírem de um fim-de-semana excitante, excepto se esses visitantes forem japoneses. Estes preferem os sábados, assim se confirmando a sua fama de workaoolichs mas revelando-se que não têm prazer no trabalho.
pornhub2013

Tirando o lado lúdico da questão, não deixa de ser curiosa a penetração dos dispositivos móveis (tablet e smartphone) no mercado computacional, levando a crer que, em 2014, já assistiremos à redefinição do conceito de computador para a maioria da população (post relacionado: Apenas um tablet… ou o Cavalo de Tróia da Internet). É certo que estes números são de apenas um site, mesmo com o impressionante tráfego que gera. Mas é de recordar que, desde a mundialização da Internet, a indústria do porn tem sido um bom indicador das tendências tecnológicas da rede.

post via readwrite: The Majority Of Porn In The United States Is Viewed On Smartphones
tabela e gráfico compostos a partir do artigo Pornhub 2013 Year in Review

Apenas um tablet… ou o Cavalo de Tróia da Internet

pc_phone_tablet_evolutionA informática, até há pouco tempo, estava longe de ser um bem de consumo. Se dava uma travadinha no computador lá de casa, ou se sabia mexer nas entranhas do bicho ou se telefonava a um amigo que ajudasse. O informático estava na mesma lista onde se metem os médicos e os advogados, aqueles de quem mais cedo ou mais tarde se precisará. [Read more…]

Adeus, Altavista

15 de Dezembro de 1995  — 8 de Julho de 2013

Internet: em velocidade, Portugal é o 20.º

Os pormenores e a notícia (via João Roque Dias).

Olha que coincidência: por cá é igual

Sem carro, sem stress. Transportes Públicos na ponta dos dedos

Nuno Gomes Lopes

Na Holanda existe o 9292; na Dinamarca, o Rejseplanen; no Reino Unido, o Transport Direct; na Alemanha, o Bahn.
E em Portugal? Para os comboios, a página da CP; no Grande Porto, o Itinerarium; na Grande Lisboa, a Transporlis; para informação sobre camionetas, existem páginas como a da Rede Expressos ou afins. Em todos estes sítios, a informação é incompleta, desatualizada, monomodal, sem busca porta-a-porta, e se, por uma grande infelicidade, quisermos planear um percurso entre cidades utilizando mais do que um operador ou apenas dentro de uma cidade que não Porto e Lisboa, o acesso à informação é reduzido ou quase nulo.
Esta é a situação do planeamento de percursos em transportes públicos em Portugal. Ao contrário dos países referidos em cima, não existe uma página de internet que contenha informação cuidada e atualizada sobre os transportes públicos a utilizar. Quando muito, existem páginas de empresas, de câmaras ou de entidades públicas que disponibilizam informação restringida a um meio de transporte, a uma cidade ou a uma área metropolitana.
O que resulta disto? Por um lado, uma utilização incompleta por parte dos passageiros frequentes, que podem não saber quais os melhores horários, ou outras rotas disponíveis; uma utilização ainda mais incompleta por parte de passageiros não frequentes, que utilizam apenas uma rota ou que nunca perceberam bem o sistema tarifário, pagando por isso mais do que o necessário; a não-utilização de transportes públicos pelos utilizadores de automóveis, ou mesmo a não-deslocação por parte de pessoas com limitado acesso à informação existente. Daqui advêm problemas sociais, económicos e ambientais que podiam ser eliminados com uma boa ferramenta de cálculo de percursos. [Read more…]

A turba online

Os verdadeiros perigos da internet

Mitomania EDP

mitomania_edpUma mentira mil vezes repetida
Para os mais esquecidos: a empresa chinesa, há meses, não resistiu a um coro de protestos e afastou da rede social facebook.

Os governos querem fechar a Internet

Estão numa reunião, à porta fechada, a discutir o futuro da Internet. Mais informação aqui (em inglês).

Nada é o que parece

É um domingo cinzento, de chuva miudinha, um dia frio, chato, um tempo tinhoso, que raio de ideia vir de passeio. Abrigada sob as colunas da praça vai-se fazendo a feira de coleccionismo das manhãs de domingo. Compram-se e vendem-se moedas, selos, fotos de louras em topless, estampas dos três pastorinhos e da virgem de Fátima. Um septuagenário aguerrido regateia o preço de um DVD com a Sofia Loren na capa. Um míope muito míope examina os selos amarelados que lhe tentam impingir.

Os três velhotes, em pose conspiratória, falam baixinho e não mostram grande interesse pela feira. Podem ser reformados a discutir a situação política e social. É provável que falem de futebol e critiquem as opções do treinador. Podem trocar queixas sobre o custo de vida e os cortes nas pensões. São baixinhos, todos vestidos de subtis gradações de cinzento, dois com óculos, o terceiro de boné. Falam baixinho, sim, mas com entusiasmo, e ao passar escuto:

– Tu o que tens que fazer é criar um nick, que é um nome que tu inventas para a gaja não saber quem tu és. E depois dizes o que te apetecer: que és alto, louro, rico, e que a tens grande.

Riem todos à socapa, como miúdos a preparar a maior partida de sempre.

Congratulo-me por saber que os info-excluídos estão em vias de extinção.

A Internet entrou na nossa vida

Na revista 2 do PÚBLICO de hoje, um artigo sobre como a Internet entrou na nossa vida e como poderá ser daqui a dez anos: a Internet tornou-se num “meio privilegiado de troca de mensagens, partilha pública da vida privada, meio de organização colectiva, instrumento de ajuda à democracia e às ditaduras. Daqui a outros dez anos, ninguém arrisca dizer como será um meio que todos os anos se transforma de forma avassaladora.”

Uma das constatações de especialistas entrevistados pelo PÚBLICO, é que “perdemos a capacidade de afastar as distracções e de sermos pensadores atentos, de nos concentrarmos no nosso raciocínio” ou, dito de outra forma, “está a fazer-nos perder a capacidade de concentração e a tornar-nos menos reflexivos”.

Usamos a Internet para trocar mensagens e para namorar, repara a jornalista em conclusão.

Não é perda de tempo pensarmos nas vantagens e desvantagens da Internet. Eu, por mim, vejo mais prós que contras. A Internet permite, só para dar um exemplo, esta troca de ideias concordantes e discordantes entre os leitores e os autores dos artigos no Aventar. Entre gente que não se conhece pessoalmente mas que, há medida que o tempo passa, ganha o título de «familiar». Sem nos conhecermos, escrevemos «caro»; «cara»; «abraço». Por que fazemos isto?

Os leitores poderão ajudar nesta reflexão!

Uma discussão interessante

Será indicado professores e alunos serem amigos na Internet?

Embora baralhada pelos graus de ensino.

E que tal o Google não indexar a Impresa?

Balsemão defende lei que obrigue Google a pagar conteúdos.

O verniz está a estalar

Espanha a preparar lei que proibirá a difusão de imagens de polícias na Internet.

A censura na Net

Não é apenas a versão soft apresentada pelo Público: Estados europeus sugerem botão para denunciar conteúdos terroristas na Internet.

Vai muito para além disso. O Público, em vez de citar o El País, podia ter lido o documento (PDF)…

Clean IT – ou Limpar a Internet

A Internet como a conhece está em perigo de desaparecer.

As empresas de publicidade, perseguindo o seu desejo normal de terem cada vez melhores resultados, querem a todo o custo eliminar a navegação anónima na Internet. Ainda ontem se descobriu que o facebook anda a pedir aos utilizadores que denunciem “amigos” que não usem o seu nome real na rede. É bem conhecida a política em relação a nomes adoptada pela Google. Isto para já não falar nos serviços que, graciosamente, se oferecem para guardar toda a nossa informação pessoal (mais uma vez os piores são a Google, a Apple com o iCloud, etc).

Bufo 2.0: como delatar na Internet (roubado daqui)

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Sem notícias

Mais uma ideia maluca, à Céu Mota. E se, de um dia para o outro, optar por não ouvir, ler ou querer saber o que se passa no meu país e no mundo? Não comprar o jornal, mudar de emissora de rádio quando viajo de carro, não ver as notícias na TV, etc.?

Nas férias não é difícil, mas prolongar essa escolha para o resto do ano?

Será alienação? Indiferença? Como será viver sem tanta informação?

Por todos os lados ela nos chega. Tanta, que ficamos imobilizados… sem saber para onde nos virar, sem conseguir filtrar e assimilar. Ficamos loucos. Não agimos.

Provavelmente, escreveria menos no Aventar…

Não há como experimentar!

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