Nem com um GPS isto se resolve.
Roubado no Facebook.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Acreditei em Miguel Frasquilho e no «Povo Livre» e fiz mal. Afinal, Pedro Passos Coelho não utilizou a expressão «desvio colossal» e Vítor Louçã Gaspar não mentiu quando veio com aquela estória das palavrinhas entre desvio e colossal. Se fosse menos teatral nos seus discursos, talvez eu tivesse acreditado nele.
Errei e peço desculpa aos leitores. A Vítor Louçã Gaspar é que, obviamente, não posso pedir desculpa. As suas mentiras têm sido mais que muitas em tão pouco tempo e, para confirmar o epíteto de mentiroso, bastaria olhar para o último debate no Parlamento.
Como é possível não chamar mentiroso a quem diz que, em relação ao imposto extraordinário, os que podem mais vão pagar mais? Como é possível não chamar mentiroso a quem diz que estamos na presença de um imposto que revela grande equidade social? Como é possível não chamar mentiroso a quem diz que os juros e dividendos não podiam ser taxados por motivos técnicos? Como é possível não chamar mentiroso a quem fala de um imposto universal e esquece todas as grandes fortunas e os grupos económicos do costume.
Não, Vitor Louçã Gaspar não é sério e, como é óbvio, não posso pedir-lhe desculpa por lhe ter chamado mentiroso. Porque é o que ele é.
Com a sua forma de falar «ao ralenti», como quem escolhe as palavras com que vai enganar os pacóvios, o ministro Vítor Gaspar já entrou para a galeria dos mentirosos da política nacional. Meia dúzia de semanas foram suficientes.
Quando se começou a falar do «desvio colossal», Vítor Gaspar inventou uma estória mirabolante sobre uma série de palavras que tinham sido ditas pelo primeiro-ministro entre desvio e colossal. Pedro Passos Coelho não o desmentiu e o Presidente da República até o citou.
Para além de se saber que o desvio colossal existe mesmo, o órgão oficial do PSD, o «Povo Livre», atribui a Pedro Passos Coelho exactamente essa expressão: «desvio colossal».
Pois, é como o título deste «post». Vai-se ver e, afinal, não havia qualquer palavra entre Vítor Gaspar e mentiroso colossal.
… não viram o “desvio colossal”.
(Por Fernando Saraiva)

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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