… não viram o “desvio colossal”.
(Por Fernando Saraiva)
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
… não viram o “desvio colossal”.
(Por Fernando Saraiva)
[…] cartoons aqui no Aventar: “A mudança“, “Euro crucificado” ou “Os tapados da troika” […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Não me admira que os tapados da troika não vissem o buraco colossal já qie a sofisticação socrática na aldtabice e na mistificação não tem rivais à altura. Agora mesmo se pode ver essa sofisticação o senhor Sousa ficou sem ordenado, não tem depósitos em dinheiro, não tem pensão, não declarou qualquer fonte de rendimento ao TC e vive como um nababo. Não estará aqui a razão da venda dos olhos dos técnicos da troika?
Muito bom.
De que vive, então Sócrates? Se calhar a fazer projectos em Berrelhas? Ou daquilo que conseguiu desviar durante todo o tempo em que foi governande, como secretária de Estado e como Primeiro Ministro? Segundo as más línguas a família nos últimos vinte anos, movimentou, em offshores 300 e tal milhlões de euros. Do ordenado dele? Deixem-me rir!!!
Um dos homens de “esquerda” que começou a afundar a Nau Catrineta, anda a estudar filosofia em Paris de França e de lá falando em várias línguas, incluindo o inglês técnico em que tirou dez ao Domingo, este projectista desastrado, queria fazer projectos de T.G.V., aeroportos, pontes, etc… Acho que está ligado a uma off shore, que este governo de passos de coelho, teima em destruir, o que é errado em termos de investimento dos nababos, que procurarão off shores não ligadas a este “reino” de maldição, como a Madeira, etc… Confessa-se neste seu soneto em que chama nabos, a todos os pobres de Portugal, maneira semelhante de tratamento que está a fazer passos de coelho com as suas novas penhoras; no fundo a técnica é a mesma e este soneto escrito pelo José serve para os dois:
CONFISSÃO
Catorze milhões em carros
ai gastei eu para ir passear
também deu para cigarros
e ainda dá para eu estudar!
–
quando estudei dei dívida
a dívida tem de ser gerida
digo isto, fica gente lívida
parece que lhes tirei vida?
–
certo que fiz mais despesa
e deslocações de comitiva
sobem despesa portuguesa
–
e como querem qu’eu viva
e o viver como os nababos
não é carne peixe ó nabos!
–
Eugénio dos Santos